No tattoos, No smoking, No alcohol, Extremely disciplined, Blood donor, Built from nothing, Charity without noise, Global icon, Most Hated, Most criticised, Top at everything, Ageing but still at top, etc... etc...
We will love you forever @Cristiano
Vimos divulgar o lançamento do livro do Prof Anxo Bastos “Cresci sem Estado – Uma defesa do Anarcocapitalismo” em Portugal, um dos principais defensores do anarcocapitalismo e do paleolibertarismo e discípulo do economista Jesús Huerta de Soto. 📖
O evento tem lugar no próximo dia 25 de Outubro pelas 11h no Centro Cultural Montemuro em Braga e onde podes assistir à sua interessante palestra sobre “Capitalismo, Poupança, Trabalho Duro e Religião”. 👏
Para reservares o teu lugar, inscreve-te no e-mail da Cataláxia Editora:
✉️ [email protected].
Até sábado!
@NeonQuadranti@MonarcaII@SenaPt_ A medida tal como apresentada na noticia é do vox. A medida aprovada pelo PP limita o uso de instalações desportivas a actos desportivos que acaba a ter o mesmo efeito mas por isso o vox se abstém. O PP só aprova isto porque precisa do apoio do vox para aprovar o orçamento
O João Maria provocou o João Miguel e este dá-lhe logo um arraial de porrada. Porque quem nasceu fora da capital é assim que faz, não fica a dever, acerta logo as contas.
O João Maria deve estar, a esta hora, no colo da mamã, a chorar. Isso passa, menino João Maria.
@Atleti365__@DeadlineDayLive Eso se lo inventa el agente. La cláusula son 100millones y no hay ese tipo de cláusula en el contrato. Sporting acepta iniciar negociaciones con oferta de 60€ para cerrar en los 70m€ aunque pide 80m€
Com o tempo, as ideias certas vão fazendo o seu caminho.
Não deixem de ver a reação de Pedro Siza Vieira, o sonso que @pimenteljm promoveu a génio. Deve ser de tanto pensamento crítico 😎
Pão, Circo e Parasitas
Ontem, a selecção portuguesa venceu a espanhola — uma vitória celebrada por milhões como se a dignidade nacional dependesse do trajecto de uma bola.
Mas no relvado simbólico do poder, onde se jogam as partidas que realmente importam, estavam dois espectadores especiais: o presidente Marcelo Rebelo de Sousa e o primeiro-ministro Luís Montenegro — dois profissionais do parasitismo institucional, sempre prontos a colher o aplauso que outros suaram por merecer.
O futebol, hoje, cumpre a mesma função que cumpria no decadente Império Romano: distrair as massas com a ilusão de uma glória colectiva. “Ganhámos!”, gritam os comentadores. Mas quem ganhou? Ganharam 11 atletas milionários, treinados para competir. Parabéns!
E perderam — como sempre — os que são assaltados com impostos, os que “financiam” estádios, que pagam as transmissões, que sustentam as fundações, as federações, as mordomias e os gabinetes de todos os que se penduram no espect��culo como lapas.
Esta "pátria" de que falam Marcelo e Montenegro é uma ficção construída para manter os espoliados a aplaudir os seus próprios algozes. A "pátria" não é o povo real, nem a terra onde se nasceu. É um conceito abstracto que serve para ocultar a única divisão que interessa: os que são roubados e os que vivem do roubo.
Quando começamos a compreender isto, o Estado responde com mais circo. Um jogo. Uma bandeira. Uma lágrima. Uma selfie do inenarrável Presidente da República.
Marcelo, o eterno arlequim do regime, não perde uma oportunidade para se exibir ao lado do sucesso alheio — com aquele sorriso plástico que apenas o cargo lhe sustenta. Montenegro, por seu lado, representa a continuidade do poder tecnocrático, da traficância de influências, da promiscuidade entre política e burocracia, entre partidos políticos e aparelhos de saque fiscal. Ambos personificam o Estado parasitário, aquele que não produz nada, mas que exige tudo.
Mas a verdade, essa que tentam encobrir com cachecóis e frases de efeito, é simples: não há comunidade entre quem paga e quem saqueia. Não há "nós" possível entre quem trabalha para viver e quem vive a parasitar o trabalho dos outros.
A vitória pertence aos jogadores — e apenas a eles. O aproveitamento político dessa conquista, esse sim, é nosso: para expor, mais uma vez, a fraude estrutural do regime — o roubo legalizado que sustenta os parasitas do poder e que necessita de euforia colectiva para se mascarar de legitimidade.
No final, o circo serve o mesmo propósito de sempre: impedir que as massas se perguntem por que razão 50% do seu rendimento desaparece antes de chegar às suas mãos. Ou por que razão os verdadeiros campeões — os que geram riqueza sem Estado, sem favores, sem condecorações — nunca são homenageados.
Esses, aliás, são muitas vezes perseguidos pelo Fisco. Porque a verdadeira pátria do Estado não é o povo — é o saque.
que ganas tengo de ver el dia que la teles publicas son todas privatizadas. incluso pueden ser regaladas al comite de trabajadores. a ver cuanto tiempo aguanta.
I’m happy to share my first article with @aier
In this article I share my perspective about how European Union is becoming a global legislator.
Thank you @miltimore79 .
I also want to thank @JoinYVEU and @JasonReed624 for helping me surpass myself, word by word, article by article — for freedom!
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Gostaria de partilhar convosco o meu primeiro artigo com a @aier é uma enorme honra ! 🇵🇹
https://t.co/DruO7Zp4wz
O Parasita que Voltou: Sócrates, a Propaganda e a Farsa Monetária
Ontem, como num ritual de decadência repetido até à náusea, a propaganda decidiu novamente dar palco a José Sócrates — um dos rostos mais acabados do parasitismo político nacional. Um entrevistador patético, servil, sem qualquer sentido de vergonha ou decência, ofereceu-lhe um púlpito para que debitasse mais uma vez a sua ladainha desastrosa: a de que Portugal só caiu porque o Banco Central Europeu não imprimiu dinheiro suficiente.
O homem que nos conduziu à terceira bancarrota do regime, que fez explodir a despesa pública, que atolou o país em obras faraónicas e ruinosas, que comprou a imprensa com milhões em publicidade institucional, vem agora pregar que o nosso mal foi…não haver mais inflação. Para Sócrates, o crime não foi o despesismo, o saque fiscal ou o compadrio socialista: foi a recusa em falsificar ainda mais a moeda.
Convém recordar a este personagem — e aos seus fiéis idiotas — que imprimir dinheiro é um acto de confisco. Um roubo silencioso, que atinge primeiro e com mais força os pobres, os reformados, os trabalhadores com salários fixos. É a forma moderna de pilhagem: em vez de enviar soldados a saquear casas, dilui-se o valor da moeda nos bolsos de quem trabalha, poupa e produz. É assim que os governos socialistas financiam os seus delírios — empobrecendo os que nada têm para enriquecer os que vivem do Estado.
Mas Sócrates não se ficou por aí. Na sua visão de mundo invertida, queria que o BCE comprasse toda a dívida pública portuguesa, permitindo-lhe continuar a sua orgia de despesa: TGVs sem passageiros, parques escolares sem alunos, auto-estradas paralelas, prestações sociais sem fim — tudo pago com dinheiro alheio, claro.
Esta é a fórmula eterna dos tiranos modernos: roubar os produtivos para comprar os votos dos dependentes. Um sistema de saque institucionalizado, onde os parasitas se perpetuam no poder com promessas financiadas por gerações futuras.
Apesar de estar há anos a adiar o seu julgamento com todos os truques legais ao seu alcance, a propaganda insiste em lhe oferecer um trono mediático. Um inocente procura justiça rápida. Um “culpado”, como Sócrates, foge dela — enquanto se vitimiza em horário nobre na propaganda.
A imprensa que o bajula hoje é a mesma que se alimentou ontem dos milhões que ele distribuiu para calar vozes dissonantes. A mesma que transformou um autocrata vaidoso num estadista visionário — e agora tenta, com fingida neutralidade, limpar-lhe a imagem.
José Sócrates não é apenas um produto de um sistema corrupto: ele é o sistema. A sua ascensão, os seus privilégios, a sua impunidade e agora a sua reabilitação pública — tudo isto é possível porque vivemos num país onde os ladrões têm microfone e os contribuintes, mordaça.
Karl Marx said he had discovered the scientific laws of economics.
Value came from labor.
Profit was theft.
Only central planning could build a just society.
But four Austrian economists—Menger, Böhm-Bawerk, Mises, and Hayek—tore his theory apart. 🧵