“Caído de bruços no asfalto, algemado, deitado numa poça de sangue, um jovem filho de imigrantes repetiu várias vezes que não conseguia respirar. Tinha 18 anos e cinco facadas no corpo. Os policiais riram, ironizando sua dor.
Foram as últimas palavras de Henry Nowak. Seu crime: ser adolescente e branco.
Os policiais que prenderam um rapaz agonizante, minutos antes de sua morte, acreditaram na versão mentirosa de um monstro parado ao lado da vítima, autor do crime, porque o assassino, de origem indiana, disse que tinha sofrido "um ataque racista".
A vítima morreu algemada, sem socorro, sangrando, sendo ofendido pelos policiais. O assassino foi amparado e consolado.
Se a morte de Henry Nowak, um jovem universitário filho de poloneses, estudante do primeiro ano de contabilidade, pacato, gentil, que nunca havia se metido numa confusão, não for o símbolo da loucura woke que envenenou as instituições ocidentais, nada é.”
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