@Vanaguard@Comodor0br@ManCityBrazil Não cara, o Sorloth é horroroso. Acompenhei ele por anos na Real Sociedad, ele é tranquilamente o jogador que mais me fez passar raiva na vida. Podre.
QUE PINTURA! 🖼️
Hoje a Bélgica joga novamente com sua camisa em homenagem ao histórico pintor belga René Magritte.
O modelo, além de ser um dos mais diferentes da Copa, tem uma inspiração inusitada para camisas de time.
Pensando nisso, resolvi imaginar como seria se outras seleções se inspirassem em pinturas/pintores famosos de seus respectivos países.
Esse foi o resultado!
As vezes quando eu saio de perto de TV eu fico ouvindo “gooooll” bem baixinho aí quando volto pra perto não tá acontecendo nada
As vezes eu me pergunto se sou esquisofrênico
@magicdedos@Aries_gz@senhorfbfhwjdb@MateuuzDG@DataFutebol Função do volante é proteger a entrada da área. Ambos os gols saíram de jogadas na ponta do Rayan (que virou do Endrick após a entrada do Ney). O ponta moderno tem que recompor. Ney não teve culpa direta em nenhum dos gols, mas foi a entrada dele que desequilibrou o time.
FICNAÇO - SILVERSTONE
VOLTA 26
1- antonelli
2- russell
3- leclerc
4- hamilton
antonelli: puts meu pneu ta zoado
russell: tem que parar man
antonelli: pq vc ta me sugerindo isso? somos rivais
russell: cara eu to mt atras kkkk vou te ajudar ce precisa ir pro pit
antonelli: hmm ta bom 😁
russell: mas fica ligado q mudaram o pit lane de ultima hora
antonelli: que
russell: voltou pro lugar de antes, no meio da pista
antonelli: ah sim pdc amigo obrigado ok te amo
russell: kkkkk yalla!
burti: mas ai quando ce molha o macarraozinho no molho e depois enf-BANDEIRA AMARELA
narrador: ANTON- UE, ELE TA FORA DO TRAÇADO
antonelli: ???? cade o box da mercedes
russell: kkkkkkkk
giaffone: eita
narrador: KIMI CONFUNDE A ENTRADA DO PIT E PERDE MUITO TEMPO
russell: do que adianta se no fundo é ingên-QUE BARULHO FOI ESSE
antonelli: cruz invertida
mari becker: kdkskwkwkwiri3iw (mic falhou)
narrador: O CARRO DO RUSSELL TA DESCONTROLADO
giaffone: nossa
burti: parece ate que ta possuido
antonelli: kkkkk
narrador: É FIM DE LINHA PRO RUSSELL, LECLERC LIDERA COM LEWIS EM SEGUNDO
(ultima volta)
lewis: oh man its my home race
leclerc: eu ainda nao lembrei como eu sou pratao
lewis: fodasekkkkkkkk
leclerc: vsf
narrador: EAI HAMILTON EAI LECLERC, OS DOIS VAO DIVIDIR A ULTIMA CURVA LADO A LADO
giaffone: uau
narrador: ELES SE TOCAM E CRUZAM A LINHA DE CHEGADA JUNTOS
lewis: oh man #shit
leclerc: ai caralho
narrador: VAI TER VAR, QUEM CRUZOU A LINHA PRIMEIRO
(giaffone sai da cabine da globo e se teletransporta pra silverstone como comissário, fazendo o sinal do var)
giaffone: e..... CRUZARAM EXATAMENTE NO MESMO MOMENTO
narrador: EAI FIA
FIA: nós declaramos.. VITORIA DE AMBOS
narrador: CHARLES HAMILTON VENCE O GP DE SILVERSTONE
burti: miojo
1- charles hamilton
2- bortoleto
3- rafa camara (todo mundo abandonou e o vencedor da corrida da f2 herda uma posição na f1)
meu filho depois de herdar a minha esquizofrenia:
O futebol é o esporte mais bonito já inventado. E pelos motivos mais loucos.
Em primeiro e mais importante lugar, porque decidiu contrariar o corpo humano.
Parece exagero, mas não é. A nossa espécie passou milênios se gabando das mãos. Polegar opositor, ferramenta, escrita, espada, bisturi, controle remoto, celular. Quase tudo o que fazemos bem passa por elas. A mão é a arrogância anatômica do ser humano.
O futebol olhou para isso e disse que não.
No futebol, a parte mais habilidosa do corpo é quase proibida. As mãos ficam ali, inúteis, penduradas, como se fossem um acessório constrangedor. Só um sujeito pode usá-las, justamente aquele colocado para impedir a alegria dos outros. O resto precisa resolver a vida com os pés, com a cabeça, com o peito, com o ombro, com o improviso e com uma dose generosa de erro.
Isso muda tudo.
Com as mãos, o corpo obedece. Basta ver um jogo de basquete para entender. A bola parece extensão natural do atleta. Ela vai, volta, quica, gira, entra. Há beleza nisso, claro. Mas há também uma certa obediência do mundo. A mão manda e a bola aceita.
Com os pés, a bola negocia.
Ela escapa meio metro. Ela bate na canela. Ela quica no gramado ruim. Ela trai o craque e humilha o perna de pau. Ela transforma um domínio simples em pequena tragédia. Ela permite que um passe fácil vire lateral e que um chute torto entre no ângulo.
Essa é uma parte enorme da graça. O futebol é difícil porque é jogado contra a própria anatomia. Um drible perfeito vale mais porque não deveria ser tão limpo. Um lançamento de quarenta metros vale mais porque saiu de uma parte do corpo que, em tese, foi feita para caminhar. Uma bicicleta vale mais porque desafia a física, o bom senso e a lombar.
Com as mãos, muita coisa parece possível. Com os pés, quase tudo parece improvável. O futebol nasce desse quase.
O segundo motivo é igualmente insano. O futebol é o único esporte em que tudo foi pensado para ter o mínimo possível de pontos ou gols. Foi desenhado para torná-lo raro.
O impedimento existe para atrapalhar o gol. O goleiro existe para atrapalhar o gol. A defesa existe para transformar o caminho até a rede em um labirinto de pernas, faltas, desvios, tropeços e gritos de “sobe”.
Sem goleiro e sem impedimento, o futebol seria outra coisa. Talvez um esporte de placar alto. Talvez mais palatável para quem precisa de pontuação constante para acreditar que algo está acontecendo. Mas seria menos futebol.
O futebol vive da espera.
Boa parte da partida é feita de aproximações. Um passe que não entra. Um cruzamento alto demais. Um atacante que sai um segundo antes. Uma bola na trave. Uma defesa impossível. O jogo vai acumulando tensão. A torcida sabe que o gol pode não vir. E justamente por isso, quando vem, ele rasga tudo.
O gol não é apenas um ponto. É uma explosão, uma libertação de toda a tensão acumulada.
É gente abraçando desconhecido. É pai lembrando do filho. É filho lembrando do pai. É cerveja voando e todos achando razoável. É arquibancada virando corpo coletivo por alguns segundos. Ninguém comemora uma cesta de três pontos como comemora um gol aos 43 do segundo tempo. Não há equivalência possível. O gol é raro demais para ser tratado com educação.
Por isso o futebol incomoda tanto aqueles que se acostumaram a muitos pontos. Ele não entrega recompensa em intervalos regulares. Ele não promete justiça proporcional. Um time pode ter a bola o jogo inteiro, criar quinze chances, chutar na trave, obrigar o goleiro adversário a fazer a melhor partida da carreira e perder de um a zero em um escanteio mal defendido.
Isso não é falha do futebol.
É futebol.
A retranca pode ser feia, mas pode funcionar. A posse de bola pode ser elegante, mas nem sempre resolve. O time inferior pode se fechar, sofrer, gastar tempo, buscar uma falta lateral e achar um gol chorado no fim. O empate pode ser grande resultado. O zero a zero pode ser uma operação de sobrevivência.
Resto em
https://t.co/6EHvIYqILP
Vou dizer algo bem aqui.
Uma atuação muito nervosa, mas NECESSÁRIA para o Brasil virar o jogo.
Ao puxar Vini pra linha lateral quase como ala, Brasil ESGAÇA a defesa do Japão que estava entricheirada no funil e defendendo com 10.
Mas o que isso acarreta? A necessidade de FIXAR a última linha e não deixar que eles saltem e pressionem quem tá com a bola na frente da area, o que poderia gerar contra-ataque mortal.
Então você tem Endrick colocando pressão entre os zagueiros, Rayan e Casemiro infiltrando no 2º pau.
Com isso, Vini ganha terreno pra operar em 1v2 e 1v3 e como Japão SENTE O MEDO de ver ele vindo, eles afundam cada vez mais.
Isso abre o tempo, espaço e ângulo para cruzamentos e chutes da quina da area para Gabriel Magalhães e Bruno Guimarães.
Futebol é uma dança de sensações.
Ganha quem melhor interpreta a música e a faz sua.
@BagrescoreBr Acho que é o Diego Carlos. Só lembro porque uma vez o juíz ficou puto e tentou dar uma rasteira nele e ainda expulsou ele depois https://t.co/lmUy2dulAD
🇧🇷O Réquiem da Geração "Rumo ao Gexa"
Pertenço a uma geração de torcedores brasileiros que cresceu sendo feita de bucha de canhão da amargura dos mais velhos.
Se hoje há um exagero na retórica anti-saudosismo, é porque por 20 anos tivemos de tolerar o casamento curioso do avanço do “futebol moderno” elitista com baboseiras de velho tipo “geração playstation”.
Essa amargura atingiu principalmente a relação de uma parte grande do público com a Seleção Brasileira.
A turma de 94-06 venceu tanto e camuflou tanta coisa errada da cartolagem que deu corda a um rancor cuja crítica foi necessária em certos momentos (sobretudo no jornalismo que cobriu a Copa de 2014), mas que sufocou as tentativas de simpatia do pessoal da minha idade com a canarinha mesmo quando isso era algo absolutamente inocente e honesto.
Todos vimos a cooptação política que veio do caos das jornadas de junho em diante. “Não vai ter copa”, impeachment, Bolsonarismo etc.
Bem, fui concebido durante a campanha da Seleção na Copa de 2002 (obrigado, Ronaldo).
Nasci Pentacampeão.
Desde pequeno, fui instruído pelos meus pais a ler, escrever e torcer pelo meu país. É parte vital de quem sou.
Compreendo a raiva millenial contra a CBF. O que eu não aceito é a falta de respeito com a qual nós, que temos entre 19 e 27 anos, fomos tratados nesses 24 anos de jejum.
Uma arrogância vazia de propósito positivo. Gente que se sente superior por ter visto o Brasil campeão, por se importar apenas com o clube do coração.
Dessas pessoas, tenho pena.
Jamais sentirão a alegria que nós sentimos a cada golaço de um Vinícius Júnior, em cada surgimento de um Endrick, um Rayan.
Boa parte dos jogadores que estão nos representando nos EUA também não viu o Brasil ser campeão do mundo.
Estou certo de que há um ímpeto especial no coração de quem um dia também chorou pelo Brasil nessas 2 décadas e meia de jejum.
Um jogo de cada vez, nós alimentamos com eles a fantasia redentora de nosso sonho mundialista.
Nós, que quebramos a cara em 2006.
Nós, que nos permitimos acreditar no time cascudo de 2010.
Nós, as crianças irritantes da propaganda do Itaú, feitas de pivô na caricatura dos vexames de 2014; na prática, as maiores vítimas daquela palhaçada.
Nós, que engolimos sapo pra geração belga e que passamos os últimos 4 anos reclamando daqueles malditos 4 minutos contra a Croácia.
Sinto que nessa Copa, nossa geração teve trégua da parcela ranzinza da opinião pública e está, enfim, torcendo com a paixão que lhe foi negada na década passada.
A mudança no zeitgeist político contribuiu, mas talvez finalmente perder o status de favorito ao título tenha sido o fator principal.
Desde 2014 não via tanta rua pintada, tanta gente de verde, amarelo, azul e branco. Pessoas de todos os credos, ideologias, etnias, gêneros, entrando no clima da Copa.
É 2026 e cá estamos nós, os nem-tão-mais jovens, de novo.
A Geração Rumo Ao Hexa.
Iludidos por opção, com convicção. Sonhadores como sempre, porque sonhar é de graça e uma das melhores sensações que a vida nos permite.
Acreditando no título, mesmo com os desfalques e pesares do ciclo, porque somos brasileiros, amamos futebol e sabemos que, um dia, o mundo será nosso novamente.
Às favas com os exercícios idiotas sobre trocar Copa do Mundo por 3 pontos no campeonato estadual. Que se dane em quem o goleiro Weverton votará nas eleições de outubro.
A sexta estrela é o futuro e o futuro sempre chega.
Por que não chegar agora?
Por que não em Nova Iorque, acordar do pesadelo na cidade que não dorme e se redescobrir como realeza máxima do futebol?
Estou sonhando alto. Antes disso, há um organizado e qualificado Japão a se enfentar.
Passando dos samurais azuis, mais 4 adversários, incluindo algumas das melhores seleções do mundo.
Se vamos chegar lá ou não, não sei.
O que posso afirmar sem rodeios é que está sendo muito gostoso sair nas ruas e ver tanta gente da minha idade animada com a Copa do Mundo.
Com orgulho e com amor, seremos felizes novamente.