[♥️] COUNTDOWN PARTY | 260904
リリース日が近くなり、待ち遠しさが現実味を帯びてきました....🥺❤️
DEATH OF MEまであとD-3! ⏳❤️🔥
いよいよ最終3日間に突入しました。EVANのファーストミニアルバムがもうすぐそこまで来ています✨✨
新しい楽曲達と新しいビジュアルに出会えるまで本当にあと少しです✨✨✨
EVERの皆さん、呼吸を整えて待ちましょう!
Almost time..Are you ready for DEATH OF ME?
EVAN NEVER NOT ENOUGH
#EVAN #에반 #D3_TO_DEATH_OF_ME
#EVAN_1stMiniAlbum #DEATH_OF_ME
@h_evva_n@evan_officialJP
@EVANYTBASE Regarding fillers: Isn't it best to simply use his other content as fillers? And when you say 3-4 videos - is that no matter their lenght or is e.g. Lee Mujin service and Lyric mv sufficient as filler in one cycle and maybe 3-4 shorter in the next?
This interview made me so fascinated by Evan's mindset and how he's driven by intrinsic motivation. Instead of chasing fame and external validation, he’s just chasing his own potential. He defines success as simply 'developing myself' and sets self-imposed deadlines to ensure he’s always growing. It’s so rare to see someone who finds it genuinely difficult to stay stagnant. He’s truly committed to his art. This also explains his choice and it makes complete sense unless you refuse to understand it and only want to look for a villain to make sense of the change.
Him leaving the group was not a "betrayal" it was a necessary step for his personal and artistic survival. Staying would have guaranteed him continued fame and financial security. But because his idea of success is developing himself he was willing to walk away from that safety net. He chose the terrifying, risky path of a solo debut because it offered him the one thing he actually values: the chance to grow. He reached a point where he could no longer evolve within the structure of the group. He had to chase himself into a new chapter. The sooner people understand this the better it would be for them but psychologically, it is much easier for them to create a "villain" to blame than it is to accept the nuanced, difficult reality that people simply grow, change, and sometimes outgrow spaces.... If they only stopped projecting their own hurt and looking for an echo chamber to validate their anger and instead looked at the truth they would've felt more in peace.
I think evers also need to adopt Evan's mindset a little. He said it himself in the interview: "If they really do interpret my intentions so differently, well, they can do as they wish." He has accepted that he cannot control people's narrative, and he is choosing to protect his peace by focusing on the people who actually want to listen to his music so you should also only focus on him and his art 🤍
Talvez essa adm esteja sensível demais porque esse assunto toca em uma ferida que ela conhece de perto. E talvez por isso algumas pessoas nunca vão entender o peso de certas palavras.
Mas eu não vou gastar energia tentando conscientizar quem escolhe não ter consciência. Algumas pessoas só aprendem quando a vida coloca aquilo diante delas e, infelizmente, às vezes da maneira mais cruel possível. Não desejo isso a ninguém. Só acho que certas coisas deveriam ser compreendidas antes que a própria vida obrigue alguém a compreender.
Eu trabalho em um hospital e convivo diariamente com essa realidade. Eu vejo o que uma doença faz com uma pessoa, mas também vejo o que ela faz com uma família inteira.
Porque doença nenhuma atinge apenas quem recebe o diagnóstico.
Ela muda uma casa inteira. Muda a rotina, os planos, os medos, os sonhos. Faz uma família inteira aprender a conviver com uma dor que ninguém pediu para sentir. E mesmo quando chega a cura, nem sempre tudo simplesmente desaparece. Existem feridas que cicatrizam por fora, mas continuam doendo quando uma lembrança toca nelas.
É por isso que eu não consigo olhar para a abertura de Evan e tratá-la como simples curiosidade.
E então vejo algumas pessoas perguntando: “Mas por que só agora?”
Talvez porque agora seja o momento em que ele conseguiu falar.
E isso deveria bastar.
Evan não está simplesmente contando fatos sobre a própria vida. Ele está construindo um álbum a partir dela. Das experiências que viveu. Das lembranças que guardou. Das partes bonitas e, principalmente, das partes que doeram.
Até as memórias mais dolorosas encontraram um lugar nesse álbum.
E é exatamente isso que faz DEATH OF ME ser tão real.
Ele escolheu dividir algumas dessas partes conosco agora. Não porque nos devia explicações. Não porque alguém tinha direito de saber. Mas porque ele quis transformar aquilo que um dia doeu em algo que pudesse ser contado através da música.
Então, antes de perguntar por que ele demorou tanto para falar, talvez algumas pessoas devessem se perguntar:
Será que ele estava pronto antes?
Porque é muito fácil assistir de fora, fazer perguntas, criar teorias e julgar quando a dor não é nossa.
Difícil é imaginar o que foi necessário para alguém revisitar as próprias feridas e transformá-las em arte.
Eu não preciso que todo mundo compreenda Evan.
Mas espero que, pelo menos, consigam respeitar a coragem que existe em alguém escolher falar sobre aquilo que mais doeu.💔
Hi everyone!! If we were to start a donation fundraiser for childhood cancer awareness would you all be willing to donate? We are currently in talks with the fanbases about this!