- Sempre fui fã do Tolkien. Perdi a conta de quantas vezes li os livros e vi os filmes ao longo da vida — com certeza mais de vinte vezes. E toda vez, choro em pelo menos oito cenas.
- Mas tem uma que é imbatível: a chegada dos Rohirrim na Batalha dos Campos de Pelennor. Pra mim, é a melhor cena já feita no cinema, e não é exagero nenhum.
- O último grande reino dos Homens está a um passo do colapso. Minas Tirith resiste praticamente sozinha contra as hordas de Sauron: dezenas de milhares de orcs, trolls, orientais, haradrim e seus mûmakil. O exército do mal é gigantesco, pelo menos 18.000 haradrim só nessa frente, e o total deve chegar fácil a 60.000 ou 90.000. Dentro da cidade, os defensores são poucos milhares, mais uns menos de 3.000 reforços do sul de Gondor.
- Enquanto isso, Rohan corre sem parar por dias, exausto, pra chegar a tempo. A gente sabe que eles vão vir… mas no meio do caos, quando as muralhas racham, os orcs invadem as ruas e as máquinas de guerra destroem tudo, a esperança some. A cidade está prestes a cair. Não tem mais pra onde recuar.
- Aí acontece. Os primeiros talvez os últimos raios de sol aparecem ao leste, depois o som inconfundível dos grandes chifres de Rohan. E surge Théoden no alto da colina, com os seis mil cavaleiros atrás dele. Enquanto as planícies de Pelennor estão cobertas pela sombra antinatural de Sauron — porque os orcs odeiam tudo que é belo —, os últimos raios de sol do entardecer iluminam os Rohirrim por trás, como se a própria luz reconhecesse que ainda resta algo pra defender.
- A chegada de Théoden não é só pra salvar uma cidade: é o último esforço pra salvar a humanidade. São os últimos homens livres dispostos a dar tudo pelo bem, pela beleza, pelo que ainda resta de bom no mundo. Seis mil contra um inimigo que os triplica só com os haradrim. E mesmo assim, enfrentam.
- Théoden faz um dos melhores discursos do gênero, embora, analisando friamente, não seja muito encorajador afirmar que eles vão “para a morte”. Mesmo assim, é impossível ouvir aquilo sabendo o que vem depois e não sentir o nó na garganta, não querer gritar junto, não deixar escapar uma lágrima.
- Não sei se consigo explicar direito, mas essa cena resume por que amo tanto o Tolkien: porque na escuridão mais absoluta, ele sempre acha um jeito de mostrar que a esperança, a coragem e a beleza podem carregar juntas contra o impossível… e vencer. Porque sempre há algo de bom pelo que lutar.
Eu acabei de ver esse filme com o meu pai que é caminhoneiro e tem 52 anos. Em nenhum momento ele reclamou de lacração, ou que era forçado essa guria derrotar o Predador
Sabe por que?
Porque ele não é um ANIMAL que teve o cérebro NECROSADO por PROPAGANDA REACIONÁRIA NA INTERNET
QUE BARRA! André Sorvetão, ex-Paquita, afirma que Xuxa lhe BLOQUEOU após foto com Jair Bolsonaro:
"Quando tudo aconteceu, ela parou de me seguir. Depois, eu postei a foto com o presidente, aí ela me bloqueou do Instagram. Ela não aceitou que eu não sou do mesmo viés político."
To people complaining about the the Yellow Wind Sage in black mith wukong...
You need to undertake a hidden mission, the drunken boar quest.
After that, you will obtain a key item, the “Pillar of Calm”. With this item, you can effectively deal with the boss.