Concordo plenamente que dona Michelle Bolsonaro deveria resolver seus conflitos familiares no âmbito privado. O problema é que essa recomendação só faz sentido enquanto o conflito permanece privado.
Quem leva a briga para a praça pública não pode, depois, exigir que o outro lado permaneça calado em nome da discrição.
Se a humilhação é pública, não há nada de ilegítimo que a resposta também seja. O que não se pode fazer é transformar o silêncio da vítima em virtude e a verborragia dos detratores em mero "assunto de família".
Cisões internas não resolvidas de uma família notoriamente desunida não poderiam ter um resultado diferente.
A decisão da Michelle Bolsonaro em deixar a presidência do PL Mulher reflete exatamente isso: o desgaste deixou de ser um problema privado e passou a produzir efeitos públicos/políticos.
É duro e até lamentável dizer isso, mas se a família Bolsonaro continuar nesse ritmo, muito provavelmente testemunharemos o naufrágio de uma sigla que confundiu família com clã, militância com obediência e liderança com sobrenome.
O trânsito do Recife é insuportável. Mas em dia de jogo do Brasil é simplesmente IMPENSÁVEL.
Hoje eu levei UMA HORA para percorrer 2,3km, bicho. Tá maluco.
O longo desabafo da Michelle Bolsonaro expõe o racha no clã familiar e revela fatos assustadores ocorridos contra ela. Uma bomba no seio do bolsonarismo.
Um relato que será difícil de contornar publicamente.
Uma das atitudes mais assustadoras cometidas por Thiago Brennand no Recife ocorreu por volta de 2022, quando ele enviou um caixão e uma coroa de flores a um primo portador de câncer.
Thiago apelidou Jason Vieira de “Cancinho”, em razão da enfermidade que enfrentava naquele momento.
Em entrevista à jornalista Mônica Bergamo, a advogada Karina Kufa, atualmente noiva de Thiago, condenado por estupro, afirmou que ele é como se fosse o seu “espelho”.
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Muita gente ainda não sabe disso, mas a derrota de Jorge Messias no Senado é atribuída internamente, no PT, a Jaques Wagner por praticamente todas as alas do partido.
Ele é visto como um dos principais responsáveis por dar aval à articulação que resultou na derrota do indicado de Lula ao STF.
Portanto, não impressiona ver a alta cúpula do partido lavar as mãos para a operação da PF que mirou o senador.
A juíza Elizabeth Machado disse que Monique Medeiros foi vítima de um “massacre social” por conta da morte do pequeno Henry Borel.
Ela esperava receber o que da sociedade? Um iPhone? Um voto de aplauso da Assembleia Legislativa?
Que coisa patética.
Nunca vi tanto esquerdista preocupado com bancos como estou vendo desde o momento em que os EUA classificaram o PCC e CV como organizações terroristas.
Curioso.
Lula foi aos EUA entregar terras raras do Brasil.
Flávio foi aos EUA entregar o CV e o PCC.
Um vende o subsolo. O outro escancarou o submundo do crime e buscou solução.
Vão aprovar a redução de jornada sem nenhum estudo de impacto e nenhuma discussão sobre contrapartida do Estado, redução de impostos e afins.
Tudo bem. Só não achem ruim quando o banquete das consequências negativas começar a ser servido. ❤️🙂
Se o Trump designar o PCC e CV como organizações terroristas, será visto como um atendimento ao pedido do Flávio Bolsonaro, que por sua vez, terá iniciado o seu governo antes mesmo das eleições.
Em contrapartida, restará ao Lula e sua diplomacia uma humilhação histórica.
Entendo que o Bolsa Família precisa de reformas para uma melhor efetividade e gerar mais saídas do que entradas de beneficiários.
Mas convenhamos que o sujeito que encheu o bolso de dinheiro do Master não me parece ser o indivíduo mais habilitado para tratar desse tema, né?
Para a Deolane ter contratado o Dr. Aury Lopes Jr., considerado um arauto do Direito Penal brasileiro, é porque ela entendeu que a situação está periclitante para o lado dela.