Há povos que, em determinados momentos de sua história, desenvolvem uma forte aversão à submissão e preferem grandes sacrifícios à perda de sua autonomia. São povos livres, orgulhosos e soberanos, dotados de um forte senso de autodeterminação e grandeza histórica, como os japoneses e os russos.
No entanto, esse espírito não é necessariamente inerente à origem de um povo. A China, por exemplo, atravessou o "século da humilhação" e encontrou nessa experiência o impulso para sua transformação nacional. Mais do que reformas econômicas ou avanços tecnológicos, foi necessário reconstruir a confiança em si mesma, fortalecer sua identidade e recuperar a convicção de que possuía um destino próprio a cumprir.
Confúcio ensinava que a ordem do Estado começa pela formação do caráter. O aperfeiçoamento do indivíduo fortalece a família; famílias fortes sustentam a sociedade; e uma sociedade coesa torna possível a construção de um Estado vigoroso.
Toda grande transformação nacional é, em alguma medida, precedida por uma transformação moral e cultural. A industrialização, a educação, o desenvolvimento científico e a prosperidade material não surgem do nada. Eles dependem de disciplina, responsabilidade, espírito de sacrifício, confiança mútua e disposição para pensar além dos interesses imediatos. Sem essas virtudes, reformas materiais tendem a fracassar ou produzir resultados passageiros.
Sigur Rós é, possivelmente, a banda mais bonita que eu conheço. Toda pessoa deveria ter, ao menos uma vez na vida, a experiência de ouvir ágaetis byrjun em um momento de maior sensibilidade espiritual. Garanto que você n será a mesma pessoa depois de passar por isso