Suécia, 1958. Chile, 1962. México, 1970.
Três continentes. Três décadas diferentes. Três vezes campeão do mundo.
Nenhum jogador na história fez isso antes. Nenhum fez depois.
O futebol já viu gênios. Já viu lendas. Já viu fenômenos.
Mas só conheceu um Rei.
55 anos depois do México, o recorde permanece intocado. Não porque faltaram grandes jogadores. Mas porque a grandeza de Pelé não tem medida de comparação.
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Sweden, 1958. Chile, 1962. Mexico, 1970.
Three continents. Three different decades. Three-time World Champion.
No player in history did it before. None have done it since.
Football has seen geniuses. Legends. Phenomena.
But only one King.
55 years after Mexico, the record stands untouched. Not because great players were lacking. But because Pelé’s greatness has no comparison.
@leme12 Se o Tsunoda fosse um piloto, intermediário, no mínimo ele tiraria alguns pontos do Noris durante o campeonato. Verstapenn ficou a 2 pontos de ser campeão, lutando uma temporada sozinho.
World's first autonomous delivery of a car!
This Tesla drove itself from Gigafactory Texas to its new owner's home ~30min away — crossing parking lots, highways & the city to reach its new owner
I put together this little video with behind the scenes of my latest ISS transit shot.
You can see how it looked live through the telescopes (real time speed is NUTS) vs after the processed image.
These are so rewarding to capture 🤓
Ninguém vai lembrar do placar.
Ninguém vai lembrar se foi 5, 6, 10… tanto faz.
O que o mundo nunca mais vai esquecer…
É a imagem de um homem ajoelhado no meio do gramado.
Olhando pro céu.
Com um sorriso sufocado…
E uma lágrima que não é só de alegria.
O nome dele? Luis Enrique.
Mas hoje… ele não parecia só um técnico.
Parecia um homem que carrega cicatrizes que ninguém vê.
E essa história não começa hoje.
Ela começa num dos dias mais cruéis que a vida pode entregar pra alguém.
Em 2019, no auge da carreira, Luis Enrique largou tudo.
Desapareceu do futebol.
Sem coletiva.
Sem explicação.
Sem despedida.
Porque, naquele momento, o futebol… simplesmente… deixou de importar.
A filha dele, Xana, de apenas 9 anos…
Estava lutando contra um câncer raro.
Raro. Agressivo pacas .
Ele largou tudo pra fazer o que qualquer pai faria.
Estar presente.
Segurar a mão.
Acordar junto na esperança e dormir junto no medo.
Ser pai… até onde Deus permitisse.
Mas… a vida não foi justa.
E, com ela, foi embora um pedaço dele que nunca mais voltou.
Quem perde um filho… nunca mais volta o mesmo.
Muda o jeito de falar.
O jeito de olhar.
O jeito de existir.
E quando ele voltou pro futebol…
Não voltou inteiro.
Porque ninguém volta.
Voltou com o olhar de quem já entendeu que a vida é muito mais sobre amor e muito menos sobre qualquer outra coisa.
E hoje… ele tá lá.
Levantando uma taça.
Com um time cheio de garotos.
Sem Messi.
Sem Neymar.
Sem Mbappé.
Só com meninos que ele transformou em gigantes.
Mas quer saber?
Essa taça não é só futebol.
Não é só título.
Não é só história.
É muito mais.
É sobre dor.
Sobre resiliência.
Sobre amor.
Sobre um homem que teve que viver o maior pesadelo que existe na vida de um pai…
E, mesmo assim, escolheu se levantar.
Seguir.
Ensinar.
Cuidar.
Formar.
Se esse homem foi capaz de transformar dor em título…
Imagina o quanto ele foi capaz de transformar amor em vida.
Xana não tá no campo.
Não tá nas fotos.
Não aparece no pódio.
Mas ela tá ali.
No abraço.
No choro.
No olhar pro céu.
De algum jeito… ela venceu junto.
Porque hoje… o mundo inteiro viu:
Que até do maior luto… pode nascer o maior título.
Às vezes os momentos que não aconteceram são os que mais importam
Esse fantástico anúncio da Volvo (veja até o fim) divulgado em setembro ressurgiu nas redes sociais esta semana. A Volvo está sendo celebrada pela sua propaganda depois que a Jaguar causou nas redes sociais com sua reformulação de marca que os críticos apelidaram de “woke”.
O anúncio de quase quatro minutos do novo SUV totalmente elétrico da Volvo retrata um homem aprendendo que será pai e imaginando o futuro de sua família. Vale a pena assistir até o final.