Esse bosta colonizou a imprensa e o bom gosto, aquilo que era tudo como bom gosto pela classe média assinante da revista da Veja, para vender CDs e apresentações no Canecão inteiro. Nunca devorou nenhum estrangeiro de verdade a ponto de assustar algum colonizador. Pelo contrário, sempre se portou como um palhaço "antropofágico" arremedando os astros estrangeiros. Não sei como é que nunca gravou uma versão da Madonna.
@bentodorio O Morelembaum foi o Sancho Pança dele daquela época. E estou vendo agora que o Pedro Sá está nesse vídeo também, e sendo preparado, ainda Padwan, para brilhar como side kick no lado escuro da força quinza anos depois.
Ele se vendia como antropófago, o que dá uma dimensão de herói nacional, alguém que se opõe à colonização absorvendo o colonizador, mas na real era um vampiro e um colonizador também. Colonizou internamente todos os trouxas que conseguiu convencer que aquilo que ele fazia era música.
@bentodorio Obrigado, @bentodorio Por incrível que pareça eu gosto, como todo detrator dele, um pouco de Caetano. Mas essas caras afetadas das capas dos "CDs" dos noventa e dois mil são demais. Ele foi uma grande bosta brasileira, em estado puro, em diversos momentos da carreira.
@bentodorio Mas não tenho nada contra esse véio, hein? Que fique bem claro. Eu até que gosto de Transa. Só acho ele safado e antimusical: "quando eu me encontrava preso, na cela de uma cadeia"... Apelativo, vulgar e marketeiro.
do pajé doce (busque aí, polêmica Francis, Caetano, e a carinha de nojo do Mick Jagger tendo que ouvir as asneiras do político baiano, que seria igual à carinha de estranhamento do Kurt). Depois do acústico MTV, Caetano teve a coragem de por o pobre Morelembaum para fazer a mesma coisa, só que muito pior, improvisado, num palco da TV Globo.