🚨 URGENTE!
Graças à candidatura fajuta de Anthony Garotinho, o Tribunal Superior Eleitoral acabou de anular 3,17% dos votos do estado do Rio de Janeiro e declarar que Douglas Ruas, o candidato de Flávio Bolsonaro, na verdade venceu as eleições para governador do Rio no 1° turno.
Isso é vergonhoso e não tem precedente algum na nossa história. E o resultado é que um cara investigado por LAVAGEM DE DINHEIRO e integrar uma ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA irá passar por cima dos votos do povo e será colocado como governador do Rio sem ter sido, de fato, eleito no 1° turno.
Que @EduardoPaes acione o STF e denuncie essa evidente infração à nossa Constituição, que protege o direito ao voto e o direito do povo escolher seus representantes em eleições DEMOCRÁTICAS.
O Brasil está vendo golpe atrás de golpe, e só há duas pessoas capazes de impedir o fim da nossa democracia: você e o presidente Lula. Só você, votando em Lula no 2° turno, consegue proteger o nosso país. Vote LULA 13.
Um bando de esquisitões e incels dos EUA está atacando a atriz brasileira Bruna Marquezine por acharem que ela é trans.
E, pela milésima vez, tivemos a prova de que a transfobia não afeta apenas as pessoas trans.
A transfobia pode afetar qualquer pessoa diferente dos padrões estabelecidos em determinada sociedade. Especialmente as mulheres não brancas.
Nos EUA, ao verem a Bruna Marquezine, com traços que o povo de lá enxerga como traços latinos, andando ao lado de Shawn Mendes, um bando de fracassados que passa o dia na internet atacando pessoas trans decidiu que Bruna Marquezine é uma de nós, e que ela deve ser atacada por isso.
E, definitivamente, não é a primeira vez que isso acontece com uma mulher cis.
No ano passado, a brasileira Thais Matsufugi, uma mulher cis com traços japoneses, após estrelar uma campanha publicitária para o jogo Assassin's Creed, causou ira em parte da comunidade gamer mundial por acreditarem que ela era uma mulher trans.
Uma mulher trans no joguinho deles 🤯‼️
E, graças ao terrorismo e às mentiras da direita, isso já acontece no Brasil, especialmente nos banheiros.
Também no ano passado, a personal trainer e fisiculturista Kely Moraes, uma mulher cis e negra, foi impedida de usar o banheiro feminino de uma academia por um casal estridente, desesperado com a possibilidade de uma mulher, que eles achavam ser trans, usar o banheiro em paz.
É isso que a transfobia produz. Nós, pessoas trans, somos apenas algo entre 2 e 4% da população.
Mas somos tratadas, nas narrativas cruéis da extrema-direita, como as maiores ameaças da sociedade, que estamos dominando o mundo e que estaremos em qualquer banheiro que você cogite entrar (como se isso fosse um grande problema).
O resultado disso é uma paranoia, uma caça às bruxas que, na falta de uma mulher trans pra queimar, vai vitimar os alvos mais fáceis: mulheres cis negras, latinas, indígenas, asiáticas, lésbicas, com deficiência, fora do padrão de beleza, fortes demais, altas demais, com voz grossa demais, inférteis demais.
Mulheres que já foram consideradas menos mulheres, ou até mesmo não-humanas, ao longo da nossa história, serão tratadas como inimigas.
Pois a base do discurso transfóbico é a noção de que determinado grupo, com base em suas características corporais e biológicas, deve ter determinado futuro, deve exercer determinada função, deve morrer ou então viver uma vida sem direitos.
Por isso, se você, principalmente mulher cis, apoiar esse discurso, peço que raciocine por um mísero instante.
Se o plano da extrema-direita der certo, e todas nós, mulheres trans, formos exterminadas da face da terra, você acha que está a salvo de ser o próximo alvo?
É devastador saber que mais uma mulher trans teve sua vida arrancada de forma brutal, em plena Savassi, em Belo Horizonte. Alice Martins Alves, de apenas 33 anos.
O relato de seu pai, dizendo que ela estava evitando sair de casa com medo de ser violentada, é um sintoma da barbárie cotidiana a qual somos submetidas fisica e psicologicamente.
O nome de Alice vai ecoar, como o de tantas outras que o Brasil insiste em silenciar. Nenhuma de nós deveria morrer ou ter medo de morrer por existir. Nenhuma.
A violência transfóbica não é um caso isolado, é um projeto de exclusão, de desumanização.
Que a investigação de feminicídio aberta vá até o fim e que os responsáveis sejam punidos. Nós estaremos acompanhando todo esse processo.
O Brasil precisa parar de normalizar o extermínio das pessoas trans. E nós, que conseguimos permanecer vivas, temos a missão de seguir lutando para que nossas vidas, arrancadas com requintes de crueldade, deixem de ser uma estatística .
Vocês estão compartilhando a transfobia como se isso fosse algo benéfico. Não é. A forma de demonstrar apoio está em botar o foco nela! Em sufocar o assunto. Engajar o que é certo, compartilha-la, enobrece-la. Ficar postando atrocidades só faz aumentar a força do fã clube errado.