>Alberto Luiz Freitas Monção
>era presidente do PSOL de Timon, no Maranhão
>também era diretor-adjunto de uma creche
>suspeito de abusar sexualmente das crianças da creche
>todas entre dois e três anos
>ele escolhia crianças autistas não-verbais, pra dificultar as denúncias
>foi preso dia 27 de maio
>e você só ficou sabendo por esse post aqui
Não se envergonhe de ter acreditado no OVNI de Taubaté
Adotaram uma véia gorda acreditando que ela tinha 12 anos
Mas burrice mesmo é votar de novo em quem promete cerveja e pikanha
ABSURDO! A juíza feminista Elizabeth Louro forçou o juri a votar novamente no julgamento de Monique Medeiros até obter o resultado que queria, conforme denúncia dos advogados de acusação do caso da assassina Monique Medeiros!
Advogados de acusação no caso Henry Borel afirmaram que a juíza feminista que anistiou Monique Medeiros anulou a votação do Conselho de Sentença após não concordar com o resultado e ordenou nova votação.
Segundo a denúncia, na primeira votação os jurados condenaram Monique por homicídio doloso — mas a magistrada teria forçado uma situação para que a questão fosse votada novamente, só encerrando o processo quando obteve a desclassificação (para homicídio culposo) que a juiza desejava.
Essas irregularidades apontadas não seriam isoladas. Os advogados apontaram que a magistrada também:
- Concedeu prisão domiciliar a Monique, contrariando decisão do STF;
- Revogou a prisão da ré, agindo contra decisão do STF;
Em razão do que veem como uma postura claramente parcial e enviesada por parte da Juiza em favor da assassina, a acusação igressou com reclamação constitucional para que Monique seja presa novamente.
Além disso, a acusação irá recorrer ao Tribunal de Justiça para anular a decisão e fazer com que Monique seja submetida a um novo Conselho de Sentença sem interferência ou manipulação por parte da juíza acusada.
Se as denúncias forem deferidas, estará provado que a juiza feminista violou a soberania do júri popular — princípio fundamental do Estado Democrático de Direito — para proteger uma assassina, apenas por ela ser mulher.
Essa é a JUÍZA ELIZABETH MACHADO LOURO. Soltou Monique Medeiros, cúmplice no assassinato do menino Henry Borel, de 4 anos, espancado até a morte. Ela recebe mais de R$ 40 mil por mês do dinheiro público para fazer do caixão de uma criança um palanque ideológico.
رجل مهاجر ومشرد يقترب من بائع تاكو في الاكوادور ويمد له يده لكن البائع رفض اخذ المبلغ وحضر له الاكل واعطاه، واكتشف ان الرجل كان بحاجة الى حضن اكثر من الطعام