"Eu sugiro ao Andrei Rodrigues que tente entrar num morro carioca sem pedir licença aos donos. Ele não entra. Então, não é a Soberania Nacional que está ameaçada pelos Estados Unidos, é a soberania dos territórios controlados pelos bandidos", Augusto Nunes
Sou professor de Direito Processual Penal há 40 anos. Fui promotor do tribunal do júri no Rio de Janeiro por cerca de 20 anos.
Nunca havia visto uma barbaridade dessas.
“Misoginia” e “cultura patriarcal”: argumentos usados para perdoar uma mãe que mata o próprio filho.
É a justiça transformada em militância identitária.
Que nojo! 🤢
A estapafúrdia decisão que concedeu perdão judicial à mãe no caso Henry Borel não é fruto de um erro isolado. É reflexo de uma cultura woke que contaminou o Direito e passou a tratar algumas pessoas como mais merecedoras de proteção do que outras.
Não se trata de uma juíza ou de uma orientação específica do CNJ, mas de uma metástase ideológica que relativiza a igualdade constitucional e, em casos extremos como este, trata aqueles considerados dignos de compensação como imunes à responsabilização por atos criminosos.
Nada faz mais mal e prova a idiotice que é a tal perspectiva de genero perpetrada pelo CNJ do que o absurdo, injustificável e realmente pusilanime perdão judicial à co-autora do homicídio de Henry Borel por uma juíza preocupada em ser ativista. Má ativista má, diga-se.
Essa é a JUÍZA ELIZABETH MACHADO LOURO. Soltou Monique Medeiros, cúmplice no assassinato do menino Henry Borel, de 4 anos, espancado até a morte. Ela recebe mais de R$ 40 mil por mês do dinheiro público para fazer do caixão de uma criança um palanque ideológico.
OPINIÃO | FERNANDO SCHÜLER: https://t.co/qJYW2Iivd8
"Cometemos o pecado original que nenhuma República deveria cometer: confundir pessoas com instituições."
Os Estados Unidos não controlam um centímetro sequer do Brasil.
Já as facções controlam o território onde vivem mais de 50 milhões de brasileiros.
Adivinhem quem o PT considera uma "ameaça à soberania"?
Eu não vou pedir desculpas ao Lula por ter colocado ele na cadeia. ISSO FOI JUSTIÇA!
Lula precisa parar de negar os fatos e encarar a realidade: ele foi condenado! E só está solto por que o STF mudou a regra do jogo. Ele não foi considerado inocente.
Ele me chama de monstro. Só por que eu combati a corrupção? Lula foi acusado de praticar corrupção. Eu passei minha vida botando bandido na cadeia. Lula dando pra eles ministério, saidinha e indulto de natal.
Monstro não sou eu. Monstro é quem desviou bilhões de um povo brasileiro ou que chama de mentira o trabalho de quem foi atrás desse dinheiro e devolveu para o povo.
Quem você acha que é o monstro? O policial, o procurador e o juiz ou é o ladrão?
Many people have asked why a federal court in Florida authorized Rumble and Trump Media to serve Brazilian Supreme Court Justice Alexandre de Moraes by email.
The answer is simple.
Justice Moraes sent his secret censorship orders to U.S. platforms like Rumble by email directly from Brazil, bypassing the U.S. government, U.S. courts, and ordinary legal process.
Rumble and Trump Media did the opposite. We first followed the proper international legal process. For many months, we attempted service through the Hague Convention — the formal treaty process for serving a defendant in another country.
Instead of allowing ordinary service to proceed, Brazilian authorities turned the process into a political shield for Moraes. The service request was diverted into extraordinary proceedings. The Brazilian Attorney General’s office (PGR) intervened. The matter was placed under seal to shield it from public scrutiny, and Brazilian authorities ultimately declined to execute routine service of process. In other words, the normal channel became politicized and effectively unavailable.
The irony is obvious. Moraes tried to use email to export secret censorship orders into the United States to quietly silence American users. Now, after Rumble and Trump Media exhausted proper legal channels and Brazilian authorities obstructed them, a U.S. federal judge has authorized email service so Moraes can be called to answer in an American court.
This was entirely foreseeable. For 458 days, Brazilian authorities have had every opportunity to restore Rumble in Brazil and contain Moraes’s unlawful attempt to project Brazilian judicial power onto American soil. They have not done so.
So the case moves forward. Once served, Moraes must appear in U.S. court or risk default.
Estou avisando há algum tempo, como o o STF não pode evitar as delações e o julgamento, a Corte está se armando para anular o caso Master com o mesmo método usado para anular a Lava Jato: preparem-se.
O escândalo do Master escancara o capitalismo de compadrio no governo lulopetista: banqueiro recebendo conselhos de Lula, crédito bilionário, troca de favores entre Master e PT, e a conta sendo empurrada para o povo brasileiro. Lula e PT voltaram à cena do crime para aparelhar o Estado e se perpetuar no poder!
🔗 Leia e compartilhe a 127ª edição (https://t.co/wnadsFEgtV) e as demais (https://t.co/zLxFlBn8Td) do Observatório da Oposição.
Mais uma vergonha para o estado brasileiro, que se recusou, durante meses, a formalizar, pelas vias institucionais próprias (leia-se: Itamaraty, Ministério da Justiça e STF), a notificação de Alexandre. 👇
“A Corte reconheceu que as empresas tentaram, ao longo de meses, realizar a citação formal pelos canais previstos na Convenção da Haia, mas concluiu que o processo no Brasil se tornou "politizado e efetivamente indisponível".”
Eloquente este artigo sobre a transformação dos homens em cidadãos de segunda classe pelo Estado brasileiro. 👇
O homem, esse desconsiderado
Por Thaís Oyama
“O governo achou por bem baixar, com o decreto que regulamenta o Marco Civil da Internet, outro decreto para proteger as mulheres da violência digital. Entre outras medidas, ele estabelece que plataformas como Instagram e YouTube têm o dever de remover qualquer “conteúdo íntimo” divulgado sem autorização em até duas horas, a contar da queixa da vítima. O texto deixa claro que a medida se destina exclusivamente às mulheres.
O Código Penal já pune a divulgação não consentida de nudez ou sexo, e o Marco Civil já prevê a retirada do material após notificadas os atingidos sem distinguir homens e mulheres. O que o novo decreto acrescenta é a obrigação de retirada expressa desse tipo de material. Mas, ao determinar que as plataformas têm de fazer isso apenas no caso do sexo feminino, cria uma assimetria legal. Mulheres são alvos preferenciais desse tipo de crime, mas é certo e sabido que também homens estão sujeitos a ser lotes e vídeos expostos nas redes, por mulheres ou por outros homens. A eles, porém, o governo nada acudiu — nesse decreto em nenhum lugar — o direito de exigir denúncia imediata dos danos. Reparação expressa, nesses casos, passou a ser um direito só da população feminina.
O episódio ilustra a naturalidade com que os homens vêm sendo empurrados à condição de cidadãos de segunda classe — e não só pelos governos.
— Mamãe, todos os homens são maus?
Téo (vamos chamá-lo assim) de 10 anos, voltou chateado para casa depois que, num jogo de futebol com meninas, machucou uma colega sem querer ao cair por cima dela, por isso foi duramente repreendido pela professora. A mãe respondeu que não, nem todos os homens eram maus.
— Você bom, seu pai é bom, seu avô era bom, e muitos homens que conhecemos são bons.
Ultimamente, Téo deu para chamar a mãe de “machista” sempre que ela o impede de fazer algo que ele quer. Está claro que o menino não compreende o significado do termo ainda. Mas sabe que se trata de algo ruim — algo de que, certamente, já foi chamado na escola. Sua mãe diz sentir que, como ela, outras mães de meninos se sentem incomodadas diante da suspeita de que seus filhos recebem tratamento diferente do dispensado às alunas. O constrangimento e o receio de serem vistas, no entanto, fazem com que não reclamem.
A escola em que Téo estuda é frequentada por filhos da classe média alta paulistana, do tipo em que professores e professoras tentam explicar a vida pela lente das relações de classe, propriedade e exploração. Diante da pobreza, do crime ou do fracasso escolar, o reflexo é perguntar que estruturas produziram aquilo. Homens e meninos, porém, são exceção nessa lógica. Nesse caso, suspende-se o catecismo materialista, e a responsabilidade pela própria condição passa a ser deles. Na escola de Téo, aprende-se que os meninos tendem à violência e à agressividade — são praticamente obstáculos à civilização, resíduos inconvenientes da idade das trevas que a pedagogia moderna tem por missão superar. Precisam ser consertados, reeducados e reprogramados.
E, ainda que se esforcem, nada será suficiente.
Todos os dias, na imprensa e nas redes sociais, uma especialista lista dez motivos por que os homens são responsáveis pelo sofrimento das mulheres — físico, afetivo, profissional, existencial. Como o discurso começa a soar gasto, inventam-se novas exigências. Não basta respeitar as mulheres, escutá-las da perspectiva delas, protegê-las das microviolências diárias, é preciso denunciar o semelhante que não faz isso — quem não denuncia está tão desprezível quanto quem é culpado. Em suma, os que não pecam pela ação pecam pela omissão.
Não há absolvição.
Meninos são maus. Homens são tóxicos, e todas as identidades são belas e valorosas, menos a masculina, que agora pode ser rebaixada até pelo Estado sem que ninguém se assuste com isso.
Coitado do Téo.”
Barroso, em evento, disse a jornalistas que “não há nenhuma decisão do STF apoiando o Banco Master”
Barroso, querido, não seja tolo — ou não pense que somos. Vorcaro não buscava decisão judicial na Corte; buscava influência. Sabia que, no STF, há pouco juiz e muito político
Agora falta investigar:
Por quê um banqueiro responsável pela maior fraude da história brasileira contratou a esposa de Moraes com valores extraordinariamente acima de mercado?
Por quê o ministro frequentou a casa e pegou carona no avião do banqueiro?
Por quê o ministro trocava mensagens com o banqueiro e as apagava?
Por quê na véspera de sua prisão o banqueiro perguntou a Moraes “conseguiu bloquear”?
Perfeito... Fosse o indigitado minimamente honesto consigo mesmo e possuísse um átomo de respeito a instituição, renunciava e saia pela porta dos fundos para nunca mais retornar, nem para pegar as luvas que apalpam certos ministros. Mas, não se espera tal conduta.
EDITORIAL | Procura-se um procurador-geral da República – “Pode-se considerar os vídeos de Romeu Zema injustos, agressivos, toscos ou demagógicos. O que não se pode fazer é fingir que um fantoche equivale a uma acusação formal de crime”. Texto completo em https://t.co/NvLDDmjtuC