socióloga, com Especialização em Política Internacional, formada pela UFSC. Mãe,avó, c 68 anos bem vividos, Já vi mta coisa na política nesse Brasil de Deus.
@tekaalves1958@BlogdoNoblat Golpe fake sem armas e c gente descendo de rapel todo de preto,GDias dando água p eles? Tiraram Lula da cadeia por um CEP, foi CONDENADO em Três Instâncias. Nunca foi inocentado,Noblat sabe,procura no Google.
@JanainaDoBrasil@AtalaiaBR9 O problema, é q a gente vive em suspense e n sabe,qdo é a Ruth ou a Raquel quem está falando… Mas lembras qdo estavas c Bolsonaro qts votos tivesses? Ele é o MITO, a LENDA.
@nikolas_dm@deltanmd Perseguição Implacável. Só ex no BBB, qdo o povo vê q um determinado participante está sendo maltratado,perseguido,o q acontece, o povo toma as dores e ele ganha o programa, @juliette Paulinha, @Aguiarthur , essa do alecrim dourado,foi tiro no pé.
👀🤦♂️/ A jornalista argentina Nancy Pazos, conhecida por suas posições feministas e por críticas constantes ao governo de Javier Milei, apareceu em Kansas, nos Estados Unidos, acompanhando o jogo da seleção argentina. A própria comunicadora publicou registros da passagem pela cidade antes da partida. Meses antes, Pazos havia se acorrentado e amordaçado diante do Congresso argentino durante um protesto contra a reforma trabalhista. Na ocasião, afirmou que se preocupava com “a fome dos meus filhos” e atacou duramente o governo Milei. Agora, as imagens da jornalista nos Estados Unidos reacenderam nas redes a frase de que Milei a estaria “matando de fome”. Para muitos internautas, o episódio resume perfeitamente a chamada esquerda caviar: discurso de fome, sofrimento e sacrifício para as câmeras, mas viagens internacionais e grandes eventos quando chega a hora de aproveitar. A incoerência voltou a cobrar seu preço: enquanto Milei é tratado como responsável por todas as dificuldades do país, parte de seus críticos continua desfrutando de um padrão de vida muito distante da miséria que usa como bandeira política.
🗣️ENTREVISTA INTERNACIONAL | Flávio Bolsonaro (@flaviobolsonaro) concedeu entrevista à jornalista Libby Alon, do canal israelense @c14english e levou ao público internacional uma mensagem: o Brasil precisa voltar a se alinhar com democracias, combater o terrorismo, enfrentar o crime organizado e reconstruir sua relação histórica com Israel.
Logo no início, Flávio afirmou que a América Latina vive uma virada à direita após anos de governos de esquerda marcados, segundo ele, por “violência, sofrimento, fome e desesperança”. Citou Javier Milei como símbolo dessa nova onda conservadora e lembrou a recepção calorosa de argentinos a Jair Bolsonaro na posse do presidente argentino.
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Ao ser questionado sobre as pesquisas no Brasil, Flávio disse que já há levantamentos mostrando empate ou vantagem numérica contra Lula. Para ele, a virada no Brasil virá pelo bolso: perda do poder de compra, comida cara, crise econômica e avanço da violência.
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Sobre as primeiras medidas de governo, Flávio defendeu um “tesouraço” nas despesas públicas, inspirado na motosserra de Milei, com corte de gastos, redução de burocracia, revisão de normas e uma nova reforma tributária voltada à redução de impostos. Também colocou o combate aos criminosos como prioridade inicial.
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Ao falar de Jair Bolsonaro, Flávio afirmou que o ex-presidente foi alvo de uma “grande farsa” e de perseguição pessoal por setores do Judiciário. Disse ainda que Bolsonaro segue sendo um “herói nacional” e que espera vê-lo livre e de volta às ruas em breve.
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Sobre o estado de Bolsonaro, Flávio disse que o pai não está 100%, mas segue mentalmente forte, consciente do que acontece no país e continua sendo seu maior conselheiro político.
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Questionado sobre o que faria diferente de Jair Bolsonaro, Flávio apontou a comunicação como ponto central. Segundo ele, a grande mídia atuou fortemente contra Bolsonaro, e melhorar a comunicação será essencial para defender o legado e avançar.
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No campo internacional, Flávio criticou Lula por se aproximar de China, Irã e regimes hostis a Israel. Defendeu que o Brasil dialogue com todos, mas afirmou que os valores brasileiros estão mais próximos do Ocidente, dos Estados Unidos e de Israel.
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Flávio destacou sua atuação nos Estados Unidos para defender a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas. Segundo ele, mais de 50 milhões de brasileiros vivem em áreas dominadas por facções, e Lula teria atuado no sentido contrário. A frase mais forte veio nesse trecho: “Lula defende os bandidos brasileiros, Bolsonaro defende os brasileiros.”
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Ao falar sobre Irã e terrorismo, Flávio criticou a presença de Geraldo Alckmin na posse do então presidente iraniano e afirmou que a postura do governo Lula passa ao mundo uma imagem equivocada do Brasil. Para ele, “não é o Brasil, é o Lula” quem adota essa posição.
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Flávio defendeu o direito de Israel existir, de se defender e de proteger seu povo. Também afirmou que a maioria dos brasileiros se solidariza com Israel diante dos ataques terroristas e que, em um eventual governo seu, a imagem internacional do Brasil mudará.
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Sobre relações diplomáticas, Flávio prometeu não apenas reatar, mas ampliar os laços entre Brasil e Israel. Disse que indicará um embaixador com perfil comercial, diplomático e alinhado aos princípios históricos entre os dois países.
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Flávio também reafirmou o compromisso de dar continuidade ao projeto iniciado por Jair Bolsonaro de aproximar ainda mais o Brasil de Israel, inclusive em cooperação tecnológica, inovação, segurança e desenvolvimento.
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Ao explicar por que seu apoio a Israel é pessoal, Flávio relembrou sua primeira viagem ao país, em 2017, e disse ter se encantado com a capacidade de Israel transformar deserto em desenvolvimento, tecnologia, pesquisa e prosperidade. Citou uma frase de Bolsonaro: “Olhem o que Israel não tem e o que eles são. Olhem o que o Brasil tem e nós não somos.”
00:17:16
No encerramento, Flávio voltou a defender o direito de Israel existir e se defender, lembrou o papel histórico do Brasil no reconhecimento do Estado de Israel em 1948 e afirmou que torce pela paz, mas sem relativizar métodos terroristas.
Milei regaló 100 mil HECTÁREAS de nuestro territorio (4 veces la superficie de Gaza) para que 300 MIL refugiados ISRAELITAS se queden a vivir y reciban ayuda humanitaria, todos nuestros recursos para ellos, pero esto no lo vas a ver en ningún medio
Eduardo Bolsonaro gravou um vídeo em inglês alertando as autoridades internacionais sobre a interferência de Alexandre de Moraes no processo eleitoral. Moraes proibiu Flávio Bolsonaro, que também é advogado — de visitar Jair Bolsonaro.
Eduardo contrasta a decisão com as diversas cartas que Lula escreveu e as visitas que recebeu enquanto estava preso. Ele ainda menciona a visita de Javier Milei ao Brasil, lembrando que o presidente argentino quer encontrar Bolsonaro.E alerta que o mundo não pode virar as costas enquanto o Judiciário brasileiro silencia um movimento político inteiro.
TOMARE QUE ACONTEÇA! Milei desafia restrições de Moraes e anuncia visita a Bolsonaro em julho.
O presidente da Argentina, Javier Milei, confirmou viagem ao Brasil no dia 25 de julho e subiu o tom contra o Judiciário brasileiro ao declarar: "Vou visitar o Bolsonaro e quero ver quem irá me impedir". A fala foi interpretada como um desafio direto à determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que impõe restrições a visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Nos bastidores, o Itamaraty enfrenta uma saia justa e tenta conter uma potencial crise diplomática. Por ser um chefe de Estado, Milei goza de imunidade diplomática, o que impediria qualquer restrição legal à sua circulação, criando um impasse jurídico e político caso o STF tente barrar o encontro. O clima de tensão atrai os holofotes da imprensa global, e veículos da mídia internacional já se mobilizam para cobrir o desdobramento do caso ao vivo.