O governo descobriu a mágica econômica do populismo: gasta como se o dinheiro fosse infinito, aumenta imposto como se o brasileiro fosse caixa eletrônico e depois chama o rombo de política social.
As receitas crescem, mas as despesas disparam. O Estado arrecada mais, torra mais ainda e finge que o problema é falta de amor pelo pobre. Não é. O problema é excesso de amor pelo poder.
O pacote de bondades não cessa porque eleição se compra com promessa, benefício, crédito e propaganda. A conta, como sempre, chega depois. E chega no colo de quem trabalha, produz, paga imposto e não tem padrinho em Brasília.
Enquanto o governo procura “clientes eleitores”, o mercado olha a conta pública e enxerga o óbvio: um país caminhando para o descontrole fiscal, juros altos, dívida pesada e risco de repetir o filme que já terminou em tragédia no Brasil de Dilma.
Responsabilidade fiscal virou palavrão. Superávit virou lenda. Equilíbrio virou peça de museu.
No Brasil de Lula, o governo vende bondade no atacado e entrega a fatura no CPF do cidadão comum.
PENSE NISSO
Nesta eleição decidiremos:
-Se @jairbolsonaro será solto ou cumprirá prisão perpétua sem ter cometido crime
-Se as velhinhas do 8J serão libertadas
-Se as centenas de exilados poderão dar um último abraço em seus familiares
-Se o Brasil prosperará ou seguirá no atual ritmo de gastos governamentais desenfreados e preços no supermercado acima da “inflação oficial”
-Se você trabalhará igual condenado para pagar impostos que sustentam políticos e STF
-Se seguiremos com medo de tomar uma bala na cabeça por conta do seu carro ou celular ou se iniciaremos uma guinada para sermos um país civilizado
Eu não conhecia o Alcides, mas já respeito. Desmontou a versão vitimista e mentirosa da Michelle c fatos e elegância, expôs seu projeto personalista (ela estava disposta a tb se aliar a Ciro), detalhou as articulações comandadas pelo JB (bem anteriores) junto à base do PL no estado e ainda emocionou com sua história de vida e conhecimento sobre o Ceará e seu povo. Não sobrou nada do vídeo de quarta.
O INIMIGO ORGANIZADO
Há um erro que o Brasil insiste em cometer.
Tratar facções criminosas como se fossem apenas grupos de traficantes.
Não são.
São organizações criminosas com estrutura empresarial, inteligência, logística, financiamento, divisão de funções, cadeia de comando, sistema de comunicação, controle territorial e capacidade de substituir o próprio Estado em determinadas regiões.
Quando isso acontece, o problema deixa de ser segurança pública.
Passa a ser soberania nacional.
Uma favela não é escolhida por acaso.
Ela oferece exatamente aquilo que qualquer força irregular procura em um conflito: terreno complexo, acessos limitados, pontos elevados de observação, dificuldade de mobilidade para forças policiais e uma população que vive sob constante coerção.
A geografia vira estratégia.
A pobreza vira instrumento.
O medo vira mecanismo de controle.
Enquanto muita gente enxerga apenas vielas e casas improvisadas, as facções enxergam corredores logísticos, postos de observação, rotas de fuga, áreas de defesa e posições de domínio.
É planejamento militar.
Cada laje funciona como torre de vigilância.
Cada rádio comunica a aproximação da polícia.
Cada barricada aumenta o custo operacional do Estado.
Cada jovem recrutado amplia o efetivo da organização.
O território deixa de ser apenas um lugar para vender drogas.
Ele passa a ser uma fortaleza.
E uma fortaleza gera receita.
O tráfico financia armas.
As armas garantem território.
O território permite cobrar taxas.
As taxas financiam mais armas.
É um ciclo econômico, militar e social.
É exatamente por isso que operações policiais, por maiores que sejam, dificilmente resolvem o problema sozinhas.
Elas combatem a consequência.
Não eliminam a estrutura que produz a consequência.
Enquanto houver bilhões circulando pelo narcotráfico, lavagem de dinheiro, corrupção, contrabando de armas, extorsão de comerciantes, controle de serviços clandestinos e infiltração institucional, novas lideranças surgirão para ocupar o espaço deixado pelas antigas.
Não existe vácuo de poder.
Se o Estado recua, alguém avança.
E o crime organizado compreendeu isso antes da própria República.
Talvez a frase mais dura de toda essa realidade seja também a mais simples:
O problema nunca foi apenas o homem armado na viela.
Ele é o último elo da cadeia.
Muito antes dele existem fornecedores de armas, operadores financeiros, empresas de fachada, agentes corruptos, informantes, advogados do crime, lavadores de dinheiro e uma gigantesca economia clandestina movimentando bilhões.
É por isso que prender um gerente do tráfico pode produzir manchetes.
Mas destruir a estrutura financeira da organização produz resultados.
A verdadeira guerra nunca foi apenas territorial.
Ela é econômica.
Ela é institucional.
Ela é informacional.
E enquanto parte da sociedade discutir segurança pública apenas quando uma operação termina ou quando o número de mortos aparece na televisão, continuará ignorando que o crime organizado venceu sua primeira batalha há muitos anos.
A batalha pela normalização.
Quando uma organização criminosa consegue cobrar aluguel, impor regras, vender gás, controlar internet, expulsar moradores, determinar quem entra e quem sai, decidir quem vive e quem morre e ainda ser tratada apenas como "problema policial", significa que ela já conquistou algo muito maior que território.
Conquistou espaço onde o Estado deixou de exercer plenamente sua autoridade.
E essa talvez seja a maior tragédia brasileira.
Porque recuperar uma rua é difícil.
Recuperar a autoridade do Estado sobre uma sociedade inteira é infinitamente mais complexo.
Enquanto não entendermos que segurança pública não começa no momento em que o primeiro disparo é efetuado, mas muito antes, no combate ao financiamento, à corrupção, ao domínio territorial e à infiltração institucional das organizações criminosas, continuaremos comemorando operações bem-sucedidas e lamentando, pouco tempo depois, que outra facção tenha ocupado exatamente o mesmo lugar.
O inimigo já não é apenas armado.
Ele é organizado.
E organizações não se derrotam apenas com força.
Derrotam-se com estratégia, inteligência, coordenação institucional e a presença permanente do Estado onde hoje impera a lei do fuzil.
A última pérola de Rodrigo Constantino foi proclamar, com a solenidade de quem descobre a roda, que permanece independente, sem partido e sem político de estimação. Pérola, sim, mas de imitação: o que ele quis dizer, e não disse, é que permanece ausente. Ausente, não independente.
Eu também não tenho partido. Jamais me filiei a qualquer legenda e não cultivo fetiches eleitorais. Mas conservo, ainda que contra a maré dos tempos, o senso das proporções. Votarei em Flávio não por devoção, mas por elementar cálculo de sobrevivência: comparado ao resto do cardápio, ele é tábua de salvação. Constantino, esse, não precisa de tábua alguma. Vive nos Estados Unidos como cidadão americano, com o Brasil reduzido a um pano de fundo conveniente: uma legião de leitores fiéis e, suponho, o salário generoso que a grande mídia alguma vez, depositou em sua conta. O resto que se exploda. Que o país afunde ou nade, pouco lhe importa, pois, do contrário, não estaria espalhando seu veneno nas redes sociais.
Do alto de sua montanha americana, ele prossegue dando lições como um Zaratustra de botequim, ditando o certo e o errado com a gravidade de quem se contempla no espelho e se acha sublime. Na verdade, é um Narciso piorado, bem piorado: não se apaixona pela própria imagem, mas pela própria ausência. Constantino é, enfim, o que sempre foi: um tolo requintado que se julga a mais espetacular das criaturas: o super-homem da indiferença, o hipócrita da distância, o moralista que cobra dos outros o que ele próprio se dispensou de viver.
@claudio_dantas_ Dantas, segue o baile. Esse episódio é lastimável mas não temos tempo pra isso. Neste momento, dona Michele não é relevante e nem se fez ser. Tenho muito imposto pra pagar. Só preciso de um país melhor administrado, pelo amor de Deus.
Ponto de inflexão de Michelle.
Para quem é Bolsonarista distraído, tudo pode ter passado despercebido. Para quem é da tal direita Intergaláctica limpinha, nada passou despercebido, e parece até fazer uso desses expedientes para articulações espúrias. Aos atentos, nada estava oculto.
Hoje, em seu vídeo, o @kimpaim traz um excelente "dossiê" sobre as ações, atitudes de Michelle que vêm de há muito tempo; até mesmo durante a campanha de seu marido à reeleição em 2022. Por isso, o vídeo de ontem da ex-primeira dama, muito bem produzido e elaborado, aliás, não é nenhuma novidade. É sim um ápice de suas atitudes sinuosas e sorrateiras, e certamente, ela daqui por diante sentirá o peso de sua deslealdade com seus próprios, e possíveis eleitores.
Esse texto abaixo publicado por ela, já demonstra que ela já sentiu o tamanho da merda que fez, e certamente já sabe que a confiança do Bolsonarismo nela está quase que, ferida de morte. O vídeo foi um golpe oportunista, absurdamente baixo, traiçoeiro, e a cada momento isso fica mais evidente. Certamente os eleitores Bolsonaristas relevarão a seu tempo essa atitude dela, até por respeito pelo sobrenome do marido e dos filhos, mas as confiança nela, jamais será totalmente recuperada. Ao que parece, Michele daqui para a frente será vítima dela mesma, e vai perceber o quanto está sozinha nesse desvario, quando seus amigos fofos e "fiéis" perceberem que estão na berlinda, junto com ela. Será descartada como um guardanapo usado. Tudo muito triste - e necessário - para que tudo venha à tona, e seja devidamente esclarecido. Como já disse @CarlosBolsonaro , a Direita brasileira não está sendo dividida, está sendo definida, e esse episódio só explícita essa constatação. Entendam que isso pode ser positivo, porque, se a hipocrisia rolasse solta nesses casos, essa tal Direita Intergaláctica limpinha, seria a Esquerda, e só não o é, por pouco.
ATENÇÃO: procura-se o deputado Nikolas Ferreira. 🤪
Michelle Bolsonaro já foi naturalmente elegante. Sim, o verbo está no pretérito. A elegância, nela, era quase uma graça inata, algo que não precisava ser fabricado para as câmeras. Perdeu-a, porém, no dia em que decidiu não saber perdoar. Até as pedras o sabem: carrega no peito uma mágoa desmedida, maior do que a própria fidelidade que se espera de uma esposa. Não a conjugal, essa miudeza de alcova, ou um dever natural, mas a fidelidade maior, a adesão sem fissuras à vontade do marido.
Michelle não se curvou à indicação de Jair Bolsonaro. E isso, num universo onde a lealdade é moeda de troca e quase religião, revelou-se fatal. Uma dama verdadeira não desafia o chefe da casa em praça pública; menos ainda quando o chefe foi presidente da República. Lavou, ademais, roupa suja diante do espelho da nação: gesto que a elegância antiga jamais permitiria. Não vi o vídeo que hoje todos comentam, mas soube do excesso: o “galego” repetido até o fastio, como quem precisa, a cada sílaba, certificar-se de que o mundo inteiro tome nota da intimidade.
Usado com parcimônia, o vocativo podia ter um quê de charme brejeiro, pitada de cumplicidade conjugal exposta com leveza. Repetido como mantra, tornou-se brega, quase patético. Tornou-se o bolo excessivo de cerejas que enjoa à segunda garfada. Publicamente, a ex-primeira-dama deveria ter recorrido à forma que a liturgia do poder exige: “meu marido, o ex-presidente”. A frieza formal, nesses casos, carrega mais dignidade e mais força do que a necessidade histérica de exibir intimidade.
Michelle já foi naturalmente elegante e, por extensão, naturalmente importante. Perdeu ambas as qualidades. Sem elegância, restou-lhe a máscara rígida do passado; sem importância, restou-lhe a raiva miúda, a birrenta impaciência de quem vê o próprio mito escapar-lhe entre os dedos. Curiosamente, só o “galego”, por ora mudecido, rarefeito, recolhido à esfera privada, poderá ainda salvá-la. Mas, tal como as coisas se apresentam, nem mesmo Jair Bolsonaro, com todo o seu magnetismo, conseguirá reverter o sentimento que ela deixou no bolsonarismo: um misto de decepção e repúdio surdo, quase irreversível.
A dama dissolveu-se; sobrou a sombra ressentida. E as sombras, como se sabe, não elegem presidentes.
Flavio, eu espero que essa situação seja superada. Entendo que toda a família, desde o dia do atentado, não teve um minuto de paz.
Durante o governo, mais e mais perseguição até o momento atual. A farsa do 8 de Janeiro. A prisão do PR.
É muito sofrimento pra todos e muito desgaste.
Somos um Brasil à beira do comunismo, o brasileiro está endividado e precisa de uma esperança de que teremos dias melhores.
Eu, uma mulher viúva e mãe de um jovem autista, não terei condições de sair do Brasil caso o PT vença essa eleição. Tenho muito medo do futuro pois o Lula está destruindo tudo e os mais vulneráveis serão os mais afetados e perseguidos pelo comunismo.
Então, peço união para que, juntos, possamos vencer essa eleição e reconstruir o Brasil que o Lula destruiu a partir de janeiro de 2027.
Contem comigo da mesma forma que eu ajudei o PR nas duas eleições.
Precisamos deixar um Brasil melhor para os nossos filhos.
@FlavioBolsonaro Meu voto continua firme e forte no nosso amigo Flavio. Sua resposta ao destempero de sua madrasta demonstra equilíbrio e foco em tirar os brasileiros das mãos dessa gang narcoterrorista.