Não dói nem um pouco. O Neymar nasceu com o tipo de talento que 1 pessoa em 1 bilhão nasce, e escolheu desperdiçar isso em whisky, poker e mulher. Nunca se comprometeu com nada, nunca se responsabilizou por nada.
Viveu metade da carreira lesionado porque tem o preparo físico e a resistência de um bebum, fez questão de vender a própria imagem mais por polêmica extracampo que por esforço no campo e, quando percebeu que não conseguiria nada com isso, aparelhou o Santos e a CBF.
Além de tudo é mimado, desrespeitoso e tem 0 fairplay. Um delinquente que sequestrou nossa camisa por mais de 1 década e alimentou uma péssima cultura no nosso futebol. Finalmente acabou.
Chego.
Vou ao show da “The Eras Tour” em Kansas City.
Tento entregar uma pulseira da amizade para Taylor Swift com o meu número.
Vou ao meu podcast e revelo que fui impedido de entregar a pulseira para ela.
A mãe dela fica sabendo disso, liga para Taylor e a convence a me dar uma chance.
E o resto? O resto é história.
tenho a sensação que somente um brasileiro poderia ter escrito “eu sei que a vida devia ser bem melhor - e será! Mas isso não impede que eu repita: é bonita, é bonita, é bonita!”