Nunca esquecer: para o PS não bastaram as dezenas de pessoas a viver num quarto, as centenas a viver nas ruas, as redes de tráfico cada vez mais lucrativas, a exploração, as centenas de milhares de pessoas por regularizar… para reconhecerem o erro.
Bastou antes uma sondagem. Puro eleitoralismo de quem passou meses a acusar o governo de “ir a reboque da extrema-direita” e está agora a perceber que os portugueses não engoliram a treta
Bugalho esteve bem, a meter o jornalista no seu devido lugar. Um dos grandes problemas em Portugal é não haver gente capaz na televisão que desmascare a corja que ocupou as redações e manipule a opinião pública como bem entende 👇
Sobre o André Ventura poder dizer barbaridades e estupidezes, aqui vai a minha posição pela voz do Ricardo Araújo Pereira. Seja sobre turcos, seja sobre quem quer que seja. Eu já sei o que o Ventura é. Não o calem para que outros também possam saber.
Começou agora o debate sobre a abolição das portagem das ex-SCUTs. O PS votou contra durante 8 anos de Governo. Agora, dois meses na oposição depois, é a favor. Seja no IUC, seja nas portagens, o PS é o pináculo da hipocrisia política. Não tem qualquer tipo de coluna vertebral.
Os EUA conseguiram pegar nas melhores universidades do mundo e transformá-las em antros de wokismo parasita em que uma minoria ruidosa se comporta serenamente como se vivesse na Alemanha dos Anos 30. O wokismo é um cancro.
É por isto que as pessoas têm medo de dar uma opinião. São logo insultadas de racistas, fascistas etc etc etc
Ninguém é xenófobo por pedir uma imigração controlada.
📈Precisamos de mais empresas portuguesas a ter lucro e que as empresas que temos tenham muito mais lucro
Ultimamente, temos visto manchetes a relatar lucros diários de 10 e 20 milhões, das grandes empresas nacionais, como se tratasse de números astronómicos ou obscenos. Quando, na realidade, este número nos devia envergonhar. Num país com 10 milhões de habitantes, gerar-se 1€ ou 2€ de lucro por dia, por habitante, é um indicador preocupante e que reflete bem a pobreza do povo português.
Num país desenvolvido, como a Dinamarca, uma só empresa gera três vezes mais lucro que todas as grandes empresas portuguesas juntas.
A empresa é uma das maiores farmacêuticas do mundo, a Novo Nordisk, e, vejam só, os dinamarqueses não a pretendem nacionalizar, bem pelo contrário. Esta empresa já é amplamente detida por cidadãos dinamarqueses, incluindo fundos de pensões que investem significativamente na economia nacional, assegurando assim reformas estáveis e sem a dependência de imigrantes não-qualificados.
Sim, porque todas as empresas na imagem em anexo são PÚBLICAS. Não pertencem ao estado, mas não são privadas, não são detidas exclusivamente por um par de acionistas ou por uma família. São empresas públicas que qualquer um de nós pode adquirir. E, em Portugal, ninguém adquire porquê? Porque dão pouco lucro e têm nenhum ou quase nenhum crescimento. Um português inteligente investe o seu dinheiro em empresas americanas ou europeias, que têm retornos, historicamente, muito melhores.
Relativamente aos trabalhadores, a perspetiva de serem simultaneamente acionistas sofreu um desgaste considerável em Portugal, em grande parte devido às repercussões da crise financeira de 2008. Em contrapartida, em países com economias mais sólidas, a distribuição de ações como parte da remuneração é uma prática recorrente, que se revela vantajosa tanto para a entidade empregadora como para o trabalhador. Este modelo de remuneração é reflexo de uma gestão estratégica que visa alinhar os incentivos dos empregados com os objetivos da empresa, criando uma simbiose onde os sucessos financeiros da organização se traduzem diretamente em benefícios para a sua força de trabalho.
Por último, a noção de que lucros elevados são equivalentes a salários reduzidos e exploração laboral é um mito que se desvanece perante a análise estatística e o raciocínio lógico.
A verdade é que o sucesso financeiro de uma empresa está intrinsecamente ligado à qualidade e ao empenho dos seus trabalhadores, e a excelência tem o seu preço. Talento e qualificações elevadas são ativos valiosos e, como tal, bem remunerados. Existe, de facto, uma relação direta e positiva entre a remuneração dos colaboradores e a lucratividade das empresas. Esta dinâmica é observável no tecido empresarial português, onde entidades como a EDP se destacam por oferecer, por exemplo, um salário mínimo 50% superior ao salário mínimo nacional e um salário médio mais de duas vezes superior ao nacional.
Em suma, é do interesse de todos - sejam acionistas, trabalhadores ou pensionistas - aspirar a um tecido empresarial com empresas mais rentáveis e lucrativas.
A unanimidade dos comentadores a decretar que André Ventura perde todos os debates contra todos os oponentes talvez diga mais sobre o perfil dos comentadores do que sobre os debates.
Montenegro esteve bem na demonstração de humildade ao reconhecer que não tem conseguido afirmar-se como alternativa de governação mas faltou retirar a consequência lógica: o PSD deveria apresentar outro candidato a PM, idealmente Pedro Passos Coelho ou pelo menos Carlos Moedas.