EM DEFESA DA DUBLAGEM VIVA, os dubladores serão ouvidos em Brasília!
Participe desse debate!
Data: 29/09
Horário: 14h
Local: Anexo II, Plenário 10
Câmara dos Deputados
Brasília/DF
Vamos realizar no próximo dia 29 de agosto uma audiência pública para debater a importância da dublagem viva nas produções audiovisuais.
É preciso organizar o uso da Inteligência Artificial no processo produtivo das dublagens. A dublagem é uma expressão artística, preservada pelo direito autoral, e que também ajuda a defender a língua portuguesa.
Inteligência Artificial deve ser aliada e não substituta.
A IA é o futuro, mas precisa ser regulamentada. Por uma IA que não use fontes indiscriminadamente, que não roube imagens, ideias e vozes sem permissão. Nossas ideias, imagens, vozes e corpos são nossos maiores bens. Ninguém pode ter o direito de se passar pela gente. #PL2338SIM
🚨 Atenção!!!! 🚨
Hoje é dia de fazer #PL2338SIM ir parar nos TTs! Amanhã às 10h vai ser votado o projeto de lei que coloca regras justas para o uso de inteligência artificial no Brasil.
Marquem aqui as @ dos deputados e senadores que vocês querem que votem SIM!
#DublagemViva
📅 É HOJE, daqui a pouco, às 9h, o tuitaço em defesa de uma regulação de #IA protetiva de direitos para o Brasil!
❌ Não ao lobby das big techs!
👍Por uma legislação protetiva de IA!
#PL2338SIM#VOTACTIA
@chitan_spider Muitas vezes, a qualidade do som é ultrapassada, por isso redublo. Mas concordo com você: os fãs são soberanos. Nao se deveria redublar nada. É como mudar a voz da própria mãe.
E vai piorar! Mas tem quem goste. E ainda dizem q os q são contra são retrógrados. Então tem cabimento usar robôs para dublagem? É o início do fim. Ok. Sou um jurássico? Está bem. Sem problemas.
O streaming @globoplay acaba de lançar um documentário com dublagem feita por inteligência artificial generativa.
Quer entender por que isso é um retrocesso e como você, que faz parte do público, se prejudica no processo?
A língua portuguesa em sua variante brasileira é fruto do nosso país. Ao se utilizar inteligência artificial generativa para dublar uma obra audiovisual, mesmo usando as vozes originais como base, temos um produto de baixa qualidade, com a melodia e o ritmo de outro idioma. Além disso, o barateamento dos custos de produção dessa dublagem não são repassados para o assinante, que continua pagando uma mensalidade alta para consumir um produto cada vez pior.
Segundo o Globoplay, as pessoas que não aceitaram ter suas vozes remodeladas em outro idioma tiveram suas falas legendadas, o que também traz um problema de acessibilidade para uma parcela considerável do público.
E claro, não existe regulamentação sobre Inteligência Artificial Generativa ainda, o que faz com que nem profissionais especializados no uso dessas novas ferramentas tenham seus direitos garantidos.
Todos perdem quando se escolhe uma dublagem sem vida.
Só neste único projeto, estima-se que aproximadamente 50 profissionais, direta e indiretamente ligados a dublagem, perderam trabalho.
Imaginem só se todas as distribuidoras, serviços de streaming e produtoras decidirem fazer isso a partir de agora?
A IA sem regulamentação não é o futuro, infelizmente ela é o presente.
Um presente que ameaça empregos e, consequentemente, rendas e famílias inteiras de manterem um padrão de vida minimamente digno.
O Dublagem Viva convida todos os seus apoiadores e seguidores a irem na página da @globoplay pedirem a eles, a mesma coisa que estamos pedindo há meses:
Queremos a Dublagem Viva!
#DublagemViva