A Pfizer se defende em tribunal dizendo: "Nunca dissemos que era seguro e eficaz." A Moderna fez a mesma coisa.
De fato, eles nunca disseram que era seguro e eficaz.
Os únicos que disseram que era seguro e eficaz foram o governo e a mídia.
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E tem gente falando em "eleições"...
Que tipo de "eleição" é essa, em que partidos tem MEDO de apoiar um candidato, porque podem sofrer retaliações do Judiciário?
Alguém ainda não entendeu o que está acontecendo no Brasil?
Se você acredita, como eu, que o regime de censura e perseguição política é o maior problema do Brasil hoje, não faz o menor sentido apoiar o Dirceuzinho do MBL.
Porque eles não apenas apoiaram esse regime. Eles participaram da construção dele.
Em 2019, o MBL, através do seu guru à época, Luciano Ayan, produziu dossiês mapeando a direita. Listas, nomes, prints. Esse material foi parar nas mãos de parlamentares que atuavam contra Bolsonaro e virou apresentação na CPI das Fake News. O próprio Ayan admitiu, em entrevista, que suas pesquisas serviam de base para a comissão.
E a CPI das Fake News é o ovo da serpente. É de lá que sai a narrativa da milícia digital, que depois vira inquérito no Supremo, censura em massa, bloqueio de conta e prisão.
Eles ajudaram a construir a arma. Depois, incentivaram o seu uso.
Outubro de 2021. Moraes acabava de decretar a prisão preventiva de Allan dos Santos, contra a manifestação da própria Procuradoria-Geral da República. Até a PGR achou que aquela prisão não devia sair.
O líder do MBL achou pouco.
Gravou um vídeo dizendo que não bastava o Allan. Era preciso prender Olavo de Carvalho junto. Chamou o professor de velho criminoso. Disse que canalhas envelhecem. Incluiu na lista Carlos Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro. E encerrou desejando que aquela fosse a primeira de muitas.
Olavo morreria três meses depois, já acossado pelos inquéritos.
E nada disso era novidade. Em 21 de setembro de 2015, Olavo já tinha escrito que tudo o que o MBL fazia era sugar as energias do movimento popular para reforçar a classe política podre e o sistema. E que a única resposta possível era tolerância zero.
Setembro de 2015. Antes do impeachment de Dilma. Antes de Bolsonaro. Antes do inquérito das fake news.
Olavo os descreveu em 2015. Seis anos depois, eles queriam ele na cadeia.
Em 30 de junho de 2021, o MBL assinou o superpedido de impeachment de Bolsonaro ao lado do PT, do PSOL, do PCdoB, da CUT e do MST. Não é interpretação minha. Está no documento, com o nome deles.
Alguém realmente acredita que eles teriam conseguido criar um partido sem a autorização do establishment?
Eles não têm ideologia. O único norte é o poder pelo poder. E se alcançarem o intento, o nível de repressão contra qualquer opositor será muito maior do o que temos hoje.
Não foi um jantar. Foi articulação política do regime dentro da casa de um ministro do Supremo.
Moraes recebeu Lula e o presidente do Senado para costurar a reaproximação entre os dois, com mediação de Cristiano Zanin, que antes da toga era o advogado pessoal do Descondenado. O vice-presidente da Corte operando como líder de governo no Congresso. O ex-advogado do cliente operando como fiador do acordo.
É a captura completa: a Justiça absorvida pela política, instrumentalizada para perseguir adversários e proteger aliados.
Esse é o mesmo ministro que mantém o líder da oposição incomunicável em prisão domiciliar, acossa a candidatura do filho dele e faz tudo que está ao seu alcance para reconduzir Lula a mais quatro anos no cargo, onde poderá indicar mais quatro ministros e consolidar o controle absoluto sobre o Supremo.
Há quem insista em chamar isso de democracia. Não é. É um regime que já decidiu, antes do voto, quem senta à mesa e quem senta no banco dos réus.
Ué, numa entrevista o sujeito disse que a menina fez um BO falso de estupro porque achou que teria engravidado e se apavorou.
Na outra entrevista, disse que nem houve relação...
O que mais ele está mentindo nessa história?
É a velha inversão da realidade que todo comunista promove: eles destilam o ódio e defendem a perseguição contra opositores, e depois se apresentam como vítimas da reação dos seus alvos.
Andreazza: “Isso não é normal. O problema não é Lula e Alcolumbre se encontrarem, mas o encontro ocorrer na casa de um ministro do STF. Existe uma bancada governista no Supremo, formada por Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Flávio Dino. Há proximidade excessiva entre integrantes da Corte e o governo, o que compromete a percepção de independência do STF.”
Ô Wagner, o que houve cara? Conta aqui pra mim, bicho. Cancelaram o seu passaporte? Congelaram suas contas bancárias? Bloquearam suas redes sociais? Tem processo contra você no STF? Ah não, esse sou eu. Você é aquele com o c* cheio de dinheiro da Rouanet que dá pitaco em tudo.