"A grande imprensa, como real partido da elite do dinheiro, torna visível o assalto menor da política, para possibilitar que o grande roubo, legitimado pela compra da política e da Justiça [pelo grande capital], torne-se invisível e possível." Jessé Souza (2018)
@dudelbem É preciso separar atividade fim da atividade meio no argumento. Mas, é precisamos repensar a função docente nas universidades mesmo. Criar carreiras que motivem ao invés de arrancar o couro dos docentes.
O chefe da Casa Civil do Bolsonaro está envolvido com o caso Master, o ministro da Secom dele está envolvido com o Master, a ministra de Relações Institucionais está envolvida com o Master, o Bolsonaro recebeu doação de campanha do Master, o Tarcísio recebeu doação de campanha do Master, no mínimo isso chama a atenção. #HaddadNoUol
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Vamos analisar a semiótica (ciência que estuda como palavras, imagens, gestos, posições produzem significado além do que está explícito) dessa foto?
Existe um protocolo rígido no Oval Office americano. Chefes de Estado sentam de frente para o presidente. Ministros ficam nas cadeiras laterais. Quem fica de pé atrás é visita protocolar, sem peso político.
Trump não se levantou. O gesto de levantar é reservado para os iguais. Flávio não é um igual. A posição dos corpos fala muito. Trump centralizado, sentado, cotovelos apoiados na mesa mais famosa do mundo. Flávio em pé, deslocado para o canto, mãos postas na frente do corpo.
Em qualquer foto de poder, quem senta manda. Quem fica de pé atrás serve. É a linguagem visual que qualquer curso básico de comunicação política ensina no primeiro semestre. É constrangedor para quem sonha em ser presidente de um país.
O Oval Office é um palco calculado para projetar poder. Cada detalhe ali existe para isso.Flávio aparenta estar nesse palco como elemento decorativo, não como protagonista.
A foto não registrou uma reunião política. Registrou uma visita, que todos sabemos foi articulada às pressas para tentar salvar a candidatura de Flávio.
A imagem conta, com precisão técnica, o que o protocolo confirma: Trump recebeu mais um visitante. Flávio achou que era outra coisa, mas é apenas o fã que conseguiu entrar no camarim do seu ídolo.
A mídia corporativa chamou Dilma Rousseff - superministra, economista, ex-militante contra a ditadura - de “poste” de Lula.
A mídia chamou Fernando Haddad - ministro da educação, professor universitário, advogado - de “poste” de Lula.
Mas a mídia não chama Flávio Bolsonaro - nulidade política, suspeito de crimes, indicado por ser filho - de “poste” de Jair.
Porque a mídia é o “poste” da direita.
@VEJA Eu ainda quero ver uma matéria, uma só, que trate dos benefícios do fim da 6x1 para os trabalhadores, mostrando as possibilidades de lazer com a família etc nesta grande mídia nacional. Só jogam contra o povo o dia todo.
OLHA A CARA DE PAU! Flávio Bolsonaro usa imagens da miséria no governo do pai dele para atacar o governo Lula. As imagens são de Fortaleza, em 18/10/2021, ou seja, no governo Bolsonaro. E aí, @FlavioBolsonaro? Vai se retratar?