Não ia ter sigilo de 100 anos. Teve.
Não ia ter orçamento secreto. Teve.
Não ia ter taxação na blusinha da Shein. Teve.
Não ia ter aumento de gastos no cartão corporativo. Lula gastou mais de R$ 1 bilhão.
E se você reclamar e apontar o óbvio, quem vai tomar hate é você!
Engraçado ver como a esquerda se importa com a Venezuela agora, e não quando estavam passando fome, sendo mortos nos protestos, emigrando em massa e implorando por ajuda internacional.
F you, Lula. Now we all know where you stand!
“Brazil says US crossed 'unacceptable line' on Venezuela as officials track border” https://t.co/Xe26A7to6q
Venezuelano a destruir sem piedade a narrativa da esquerda hipócrita.
“Aqueles que dizem que os Estados Unidos só estão interessados no nosso petróleo, pergunto: o que acham que os russos e os chineses queriam aqui? A receita das arepas?”
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Luana Piovani sobre Trump capturar Maduro:
“O Trump sequestrou o Maduro. Como é que um presidente sequestra o outro? Que filho da p*t4 esse Trump desgr4çado. Eu detesto o Maduro, mas você não vai na casa dos outros e m4ta o dono da casa”.
Por favor, por favor, acho que o senhor presidente está vivendo no filme “A Entrevista”. Não é possível defender um regime como o venezuelano, um regime que faz com que seus próprios cidadãos fujam do país, e não uma viagem para turismo mas sim sobrevivência.
Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.
Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.
A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões.
A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz.
A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.