daqui a pouco aparecem as chatas dizendo que esse foi um dos piores shows, junto com o do brasil, só porque teve fanchat ot7. aceitem, somos os maiores
The 1.5km radius around the venue was packed with crowds!
-A crowd filling the surrounding 1.5-kilometer stretch of road around Allianz Parque gathered as audience members to see ENHYPEN.
As queues began forming about 10 hours in advance, traffic near the venue was paralyzed, and even street vendors, typically seen only during highway traffic jams, appeared.
Park Woong-jin, Head of the Brazil Business Center at the Korea Content Creative Agency (KOCCA), stated, "It is not easy for foreign singers to gain recognition in Brazil, but achieving popularity here is like securing a guarantee of success for the entire Latin American region."
eu queria TANTO que o enhypen abrisse contas individuais no ig. eles têm personalidades tão diferentes, seria incrível acompanhar como cada um se expressa. fico curiosa especialmente pra ver o riki, ainda mais pq ele ama moda e o hoon tb q gosta de fotografia
E sabe o que é mais legal nisso?
Lightstick é algo importante pra eles, e muitos querem o oficial, mas brasileiro não segue padrão de nada. Eles ficaram quase 1h tentando fazer nossas lightsticks sincronizarem, e muitas sincronizaram, mas o show quase inteiro ficou assim :
📰 [ARTIGO] OS VAMPIROS DO K-POP QUE CATIVARAM 40.000 BRASILEIROS… “O SEGREDO ESTÁ EM UMA APRESENTAÇÃO COMO MUSICAL”
“Se você der o seu melhor, até a fantasia se torna realidade.” A turnê mundial do ENHYPEN, “BLOOD SAGA”, realizada no dia 4 (horário local) no Allianz Parque em São Paulo, Brasil, pareceu ser a apresentação que melhor comprovou essa afirmação. O ENHYPEN demonstrou uma determinação que o diferencia de outros grupos masculinos. Desde seu álbum de estreia, “BORDER: DAY ONE”, em novembro de 2020, até seu sétimo mini-álbum, “THE SIN: VANISH”, em janeiro, eles apresentaram consistentemente músicas com uma narrativa “vampírica”. Mesmo com o mercado do K-pop priorizando conceitos intuitivos e melodias cativantes em detrimento de visões de mundo complexas, eles seguiram firmes com a narrativa vampírica, conectados aos seus fãs por um laço de sangue predestinado.
Da primeira música, "Knife", à última, "SHOUT OUT", o repertório de 24 canções do show foi fruto de uma longa dedicação. Que outro grupo coreano conseguiria preencher quase duas horas e meia de apresentação com músicas sobre vampiros? Foram as habilidades excepcionais de atuação e os arranjos dos integrantes que maximizaram a energia ao vivo, ancorando firmemente esse tema ousado — que poderia facilmente soar infantil se abordado minimamente diferente — no palco. Dos adereços de palco decorados como um castelo de vampiros em forma de morcego gigante, aos vídeos exibidos que retratavam o drama de vampiros sendo perseguidos por caçadores, e até mesmo um bis onde "completar um pequeno minigame permitia trazer os membros vampiros de volta ao palco" — cada aspecto da produção, que intensificou a imersão como um musical, revelou o quão meticulosamente eles haviam planejado a performance. Foi por esse motivo que aproximadamente 41.000 "ENGENEs" (nome do fandom do ENHYPEN) brasileiros, vestidos de noivas vampiras, lotaram as arquibancadas e deram início a um coro massivo que fez as cadeiras vibrarem.
Ao encontrarmos os seis integrantes (Jungwon, Jay, Jake, Sunghoon, Sunwoo e Ni-ki) nos bastidores logo após a apresentação daquele dia, eles estavam encharcados de suor, apesar do clima invernal brasileiro de cerca de 13 graus Celsius. Eles sorriram e disseram: “Suamos bastante por causa do calor das luzes, mas depois fomos nos refrescando, então na verdade estava um pouco frio no palco”, acrescentando: “Ficamos energizados pelos gritos dos fãs brasileiros, que estavam mais animados do que esperávamos”. Embora não tenhamos conseguido conversar muito devido à correria da limpeza do palco, soubemos dos detalhes dos bastidores da turnê por meio de uma entrevista escrita adicional posteriormente.
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Começando pelo Brasil, a primeira turnê latino-americana desde a estreia da banda também é uma de suas conquistas. Embora nunca tenham realizado apresentações oficiais na região, eles continuarão com shows em estádios de grande porte em Lima e na Cidade do México após o Brasil. Sunoo disse: "Acho que somos especialmente queridos na América Latina por causa da nossa direção musical diferenciada". Jay acrescentou: "Um dos principais destaques da turnê latina é 'Stealer'. É uma música que se destaca pelo ritmo e pela melodia elegante característicos do gênero latino, então estamos ansiosos por uma reação positiva dos fãs locais".
Apesar da agenda lotada, eles anunciaram o lançamento de seu oitavo mini-álbum, ‘THE SIN : BLISS’, para 21 de agosto. Como um álbum que dá continuidade à narrativa de seu sétimo mini-álbum, eles apresentarão mais uma vez seu conceito vampírico. A nova música, que teve um pequeno trecho lançado em seu show em São Paulo com a frase “Welcome to Bloody Paradise” (Bem-vindos ao Paraíso Sangrento), apresenta um ritmo intenso de funk brasileiro. Sunwoo insinuou: “Vocês poderão ver como o conceito vampírico único do ENHYPEN se conecta com nossa direção musical mais aprofundada”.
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