LEMBRETE! Lourival Sant'Anna lembra que o Brasil pratica tarifas exorbitantes contra produtos importados dos EUA, que oscilam entre 20% e 35% em boa parte dos casos.
PCC is now a top-tier Latin American criminal power, comparable in strategic importance to the major Mexican and Colombian organizations, though with a different model: prison governance plus global cocaine logistics.
Comando Vermelho is a major regional armed-criminal power, dominant in parts of Rio and expanding through Amazonian and South American routes.
Together, they represent Brazil’s version of the cartel-state challenge: not simply crime, but criminal governance with transnational reach.
There is no official map saying “PCC controls X square kilometers” or “CV controls Y square kilometers.” That is not how these groups operate. Their control is nodal and networked: prisons, ports, favelas, trafficking corridors, border towns, river routes, logistics hubs, retail drug markets, and corrupt state interfaces.
PCC is Brazil’s most internationally connected criminal organization, with roughly 40,000 members and at least 2,000 operating across 28 countries. Its international expansion is tied to cocaine logistics, alliances with the Italian ’Ndrangheta and Balkan criminal groups, and routes into Europe, Africa, and Asia.
Comando Vermelho remains deeply territorial in Rio de Janeiro, where it has exercised control in favelas for decades. Americas Quarterly describes CV as Brazil’s oldest major criminal faction, with long-standing territorial control in Rio’s favelas. El País reported that CV has about 30,000 members and that it has expanded in the last decade through alliances with regional groups and has reconquered neighborhoods in Rio through violence since 2022.
The CV governs territory in the classic criminal insurgency sense with armed presence, checkpoints/barricades, retail drug markets, informal rules, intimidation, services, transport control, extortion, and violent exclusion of state authority. A 2025 Small Wars Journal analysis even noted CV’s development of a ride-sharing app as evidence of how it is integrating digital tools into illicit economies and territorial control in Rio.
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
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🚨URGENTE - Ministério Público de SP pede para que a Ação Civil Pública movida contra Monark por nazismo seja arquivada
MP reconheceu que as falas de Monark foram proferidas no contexto de um debate sobre os limites do estado e não como defesa da ideologia nazista
A decisão do plenário do STF de barrar a prorrogação da CPMI do INSS no Congresso Nacional acabou impedindo que a comissão tivesse acesso aos voos de ministros da Corte em aviões de uma empresa do banqueiro Daniel Vorcaro.
A CPMI chegou a aprovar um requerimento solicitando dados de passageiros à Prime Aviation, empresa usada pelo dono do Banco Master para gerir suas aeronaves. A companhia, porém, alegou que não teria tempo para entregar as informações.
Em pelo menos duas ocasiões, a empresa solicitou prazo maior para conseguir reunir os dados. A primeira foi no dia 19 de março, quando alegou não ter recebido o pedido inicial para informar, entre outras informações, voos e passageiros desde 2015.
ELIANE CASTANHÊDE | Ou o ministro Alexandre de Moraes admite que gastou R$ 1 milhão com aluguel de jatinhos, o que, convenhamos, não é trivial, ou vai ter de assumir sua proximidade, até intimidade, com o então banqueiro Daniel Vorcaro, o que é menos trivial ainda, em se tratando de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) — justamente o que capitaneou a resistência a um golpe de Estado. Leia mais: https://t.co/0iDVYgqKQr
Comecei a ler a tese do Doutorado de Jorge Messias. Não me surpreendi: uma mixórdia. Redação de defesa do governo Lula maquiada de trabalho científico.
Há muitos anos que a economia brasileira anda de lado, e não é só em comparação à Turquia. Desse grupo de 15 países, o Brasil era a 4ª economia mais rica em 1990; hoje, somos a mais pobre entre eles.
Documentos indicam que Alexandre de Moraes e a mulher usaram aviões de empresa de Daniel Vorcaro, dono do Master.
Confira a reportagem completa: https://t.co/u3HFim2rp7 #JN
Rebeca Ramagem:
“Há uma semana, desembarquei com minhas filhas nos EUA com um único propósito: proteger a minha família!
A proteção das nossas filhas é e sempre será a nossa prioridade.
Hoje, infelizmente, não encontramos no país a garantia de uma justiça imparcial. Somos vítimas de lawfare e temos enfrentado uma perseguição política desumana.
Ainda assim, seguimos firmes. Somos fortes, capazes e prontos para ressignificar nossa história. Iniciamos agora uma nova jornada — e, como sempre, seguiremos UNIDOS!
Mantemos a esperança de um dia voltar a um Brasil onde a escolha político-ideológica não seja tratada como crime, e onde a liberdade de pensar e expressar ideias não se torne motivo de condenação.
De onde estivermos, seguiremos firmes na luta em defesa dos nossos valores e do que acreditamos ser o melhor para Brasil e para todos os brasileiros. Continuamos acreditando na possibilidade de construir um Rio de Janeiro “bom pra quem é de bem”.
Que Deus abençoe a todos nós, e nunca se esqueçam: Jesus é o caminho, a verdade e a vida.”
The political persecutions by sanctioned human rights abuser Alexandre de Moraes continue, as he and others on Brazil's supreme court have unjustly ruled to imprison former President Jair Bolsonaro.
The United States will respond accordingly to this witch hunt.
The United States condemns the use of the law as a political weapon. As a lawyer, a diplomat, and a friend of Brazil 🇧🇷, it pains me to see Justice Moraes laying waste to the rule of law there and driving relations between our two great nations to their darkest point in two centuries. As long as Brazil leaves the fate of our relationship in Justice Moraes’ hands, I see no resolution to this crisis.