@joaocibelli A barba mais cheia, o novo corte de cabelo, o ganho de massa muscular e o próprio envelhecimento também ajudaram muito, mas de plásticas e injetáveis, acho que ele mexeu só nas orelhas, na mandíbula e no queixo mesmo
@mauroluis Concordo. É uma expressão um pouco brega e bastante batida, apesar de não ser propriamente errada.
Agora uma expressão não somente brega e batida, como também errada é “resta comprovado”. “Restar” não é verbo de ligação.
Ambas as formas estão gramaticalmente corretas, de modo que a preferência por uma ou por outra é apenas questão de estilística.
“Devia” consiste no pretérito imperfeito do indicativo do verbo dever, e “deveria”, no futuro do pretérito do indicativo. O primeiro soa mais coloquial; o segundo, mais formal. Ambos, porém, exprimem corretamente a ideia de obrigação e expectativa.
No mais, não interpretei que a moça desincentivou a evolução alheia, mas apenas apontou um desafio real. Alguns encaram o desafio como algo a ser sobrepujado; outros, como algo a ser evitado.
@ViniWmp Sim! Sou possuída por um ódio mortal quando leio um “vejamos”.
Em uma peça processual, advogados falam em nome de um ou mais terceiros; logo, por coerência enunciativa, a peça deve ser redigida inteiramente em terceira pessoa.
Ontem eu fiz a prova do TJPE. Não me sentia burra assim desde quando fazia provas de química no ensino médio. Achei uma sandice o fato de a reaplicação ter sido 1000x mais difícil do que a primeira prova e não vou estranhar se, em algum dos polos, não tiver nenhum aprovado.