Um torcedor do Remo foi atropelado antes do jogo do acesso e mesmo assim ficou na arquibancada. Falei com ele. Everson aguentou a dor por causa do filho. Era presente de aniversário do garoto.
Amor pelo Remo e pelo filho.
De tempos em tempos, o futebol decide relembrar ao mundo que ainda é capaz de contar histórias mágicas.
Desta vez, o cenário não foi uma metrópole pulsante nem um estádio monumental. Foi Hällevik, uma pequena vila de pescadores no sul da Suécia, onde o vento frio do Mar Báltico sopra entre barcos ancorados e redes estendidas. Um lugar que respira silêncio — até o clube local transformar esse silêncio em grito.
Nesta segunda-feira, o Mjällby AIF venceu o tradicional IFK Gotemburgo por 2 a 0, fora de casa, e selou um feito inimaginável: o primeiro título sueco da história do clube, com três rodadas de antecedência.
Com um orçamento diminuto diante dos gigantes do país — Malmö, AIK, Djurgården, Hammarby —, o Mjällby apostou em ciência e sensatez. O clube construiu sua revolução em planilhas, dados e olhares atentos: um scout preciso, uma metodologia moderna, uma convicção quase obstinada.
À frente dessa jornada está o técnico Anders Torstensson, em sua terceira passagem pelo clube e parte essencial desse projeto. Desde 2023, ele ajudou a moldar a equipe que agora entra para a eternidade do futebol sueco.
Graças a essa façanha, o Mjällby está classificado para a segunda fase qualificatória da Champions League 2026/27 — e pela primeira vez em sua história, jogará na Europa.
Um feito épico, nascido do nada e guiado pela teimosia de sonhar.
E, como contou ao The Guardian o diretor técnico Hasse Larsson, talvez seja impossível entender a dimensão do Mjällby sem antes percorrer o caminho até ele:
“Quando as equipes vêm aqui de ônibus, elas dirigem e dirigem — pelos campos, passando pelos portos de pesca. Continuam dirigindo e então, quando não podem ir mais adiante, encontram o nosso estádio.”
E foi exatamente ali, no fim da estrada, onde o mapa termina e o mar começa, que o futebol encontrou mais uma de suas histórias encantadas.
@remocabano Time não tá jogando porra nenhuma. Uma completa merda. Dentro de casa e o adversário ainda teve mais chances de matar o jogo. Vazio de ideias total.
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O Napoli me presenteou com duas camisas, e eu resolvi sortear uma para celebrar a passagem do Adm pelo Brasil! 🇧🇷🇮🇹🙌
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Não foi a primeira vez, nem a segunda e nem a terceira. O racismo é o normal na La Liga. A competição acha normal, a Federação também e os adversários incentivam. Lamento muito. O campeonato que já foi de Ronaldinho, Ronaldo, Cristiano e Messi hoje é dos racistas. Uma nação linda, que me acolheu e que amo, mas que aceitou exportar a imagem para o mundo de um país racista. Lamento pelos espanhois que não concordam, mas hoje, no Brasil, a Espanha é conhecida como um país de racistas. E, infelizmente, por tudo o que acontece a cada semana, não tenho como defender. Eu concordo. Mas eu sou forte e vou até o fim contra os racistas. Mesmo que longe daqui.
Bom gente, eu não ia explanar, mas tá aqui : copiou meu material e o material dos colegas vendendo! Inclusive a cópia deve vir do nome da página tb, não parece @historizandotat ?