Era uma carta de $uicídi0.
Aos 27 anos, após a morte da esposa, ele tinha decidido acabar com tudo.
No almoço, um colega falou: “Bora comer com a gente?”
Só isso. Um convite banal.
Aquilo tirou ele do transe e salvou sua vida.
Ele olhou pra sala lotada e disse:
“Vocês nunca vão saber quantas pessoas estão vivas hoje só porque alguém foi gentil por acidente.”
Marmanjos chorando. RH em choque.
Desde então não paro de pensar: quantas vezes alguém só precisava de um café?
Às vezes a gente acha que precisa de um gesto gigante.
Mas muitas vidas são salvas por coisas minúsculas que quem fez nem lembra.
Me diz uma coisa: quantas vezes a gente já viu alguém “quietinho” no trabalho e simplesmente ignorou? Acha que a gente é culpado quando não nota esses sinais, ou é impossível salvar todo mundo?