Gente, depois que acabar a eleição e a gente derrotar Flávio Bolsonaro, podemos e devemos fazer um amplo debate sobre Luide, Soberana, Ian Neves, comunicação digital e organização popular e revolucionária.
Vai ser fundamental um amplo balanço sobre os últimos quatro anos e a eleição de 2026 e como construir o FUTURO: um movimento comunista de massas colocando a Revolução Brasileira no centro da estratégia política do povo trabalhador!
Mas bora ter foco! E Luide, é bom lembrar, não é militante, dirigente político ou partidário e nem se propõe a ser um intelectual que formula sobre os rumos da esquerda brasileira.
Acalme o coração!
Um comunicador popular de esquerda não tem o direito de dar uma declaração dessa.
O ódio ao PT é grande mesmo. Eles são um dos grandes culpados pela ascenção do bolsonarismo. Sem dúvidas.
Mas pra fazer política não da pra agir igual um moleque mimado não Tamir.
Vergonhoso.
Não, não e não. Fiz críticas ao programa neoliberal do governo, críticas que se mostraram corretas, basta ver a baixa popularidade do governo. Essas críticas não significam que dá no mesmo um governo neoliberal progressista e um governo fascista. Do mesmo jeito que em 2022, estou fazendo campanha para Lula contra a extrema direita. E depois que ganharmos a eleição, se vocês continuarem entregando o comando da economia para gente como Fernando Haddad, aí o fascismo toma o país com tudo.
Assim acho que quem cobra o Felipe neto não deve tá ciente do que esse homem fez na última eleição e durante todo governo Bolsonaro. Ele teve que tirar a mãe do país, andava com segurança, recebia ameaça de morte direto. Felipe neto fez MUITO mais que muitos artistas
Há mais de uma década, a Balaclava Records nasceu do desejo de movimentar a cena musical independente e criar conexões entre artistas, trabalhadores da cultura e público.
Tudo o que construímos até aqui, desde a primeira música lançada como selo até o último show do Balaclava Fest mais recente, depende diretamente de um ecossistema cultural vivo, forte, seguro, diverso e democrático. Um ecossistema formado por músicos, técnicos, produtores, roadies e equipes de bastidores que necessitam de políticas públicas sólidas, incentivos à cultura e garantias de direitos. Todo esse cenário está sob risco real no próximo dia 25, no segundo turno das eleições.
O histórico da família Bolsonaro não poderia ser mais tenebroso, e o que vem pela frente, principalmente em relação a direitos de minorias e políticas culturais, ameaça ser ainda mais perverso e destruidor. Compareça às urnas e mobilize sua comunidade da forma que conseguir. Todo voto fará diferença na busca por um país cada vez mais democrático e que valorize sua cultura.
Pela preservação e evolução do ecossistema cultural brasileiro e apoio crescente a artistas e movimentos independentes e diversos, nós da Balaclava Records apoiamos Lula e votamos 13 no dia 25 de outubro.
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