🇩🇪 Hoje visitei a antiga prisão da Gestapo em Colônia, na Alemanha.
Ao caminhar por aquelas celas, fica claro que o nazismo não começou com campos de concentração ou execuções em massa.
Primeiro censuraram.
Depois prenderam.
Depois torturaram.
E só então passaram a justificar tudo em nome de uma suposta causa maior.
A liberdade raramente é retirada de uma só vez. Ela desaparece aos poucos, enquanto muitos acreditam que nada está acontecendo.
A história não deve ser esquecida. Ela deve servir de alerta.
Temos o dever de defender a liberdade, a democracia e o futuro do nosso país. 🇧🇷
"O aspecto mais curioso das notícias envolvendo o entorno de Jaques Wagner não é a investigação em si. É a surpresa de quem ainda se surpreende.
Para uma parcela expressiva da sociedade brasileira, o problema não é um episódio isolado. O problema é um histórico de décadas. Desde os escândalos que marcaram os governos petistas até as sucessivas operações, CPIs, delações e denúncias que ocuparam o noticiário nacional ao longo dos últimos 30 anos, consolidou-se na mente de milhões de brasileiros a associação entre o PT e os maiores escândalos de corrupção da história do país.
Por isso, quando surge mais um capítulo envolvendo figuras próximas ao núcleo de poder do partido, a reação popular não é espanto. É exaustão.
A narrativa de que determinados casos seriam desvios individuais encontra resistência justamente porque muitos eleitores enxergam um padrão recorrente. Na visão desses brasileiros, não se trata de um problema de uma pessoa, mas de uma cultura política que teria transformado o Estado em instrumento de ocupação partidária, distribuição de influência e proteção de aliados.
O maior dano talvez não seja apenas financeiro. É institucional. A cada novo escândalo, cresce a sensação de impunidade, de seletividade e de descrença nas instituições. O cidadão que paga impostos, trabalha e cumpre as regras observa sucessivas investigações envolvendo personagens poderosos e pergunta: quem será efetivamente responsabilizado?
A indignação não nasce apenas do valor eventualmente desviado. Nasce da percepção de que o Brasil poderia ser muito mais próspero se a energia da política estivesse concentrada em crescimento econômico, educação, segurança e geração de oportunidades, e não em escândalos que se repetem década após década.
Independentemente da posição ideológica de cada um, existe uma pergunta que permanece sem resposta para milhões de brasileiros: quantas vezes um partido pode aparecer no centro de controvérsias antes que a sociedade decida exigir padrões mais elevados de ética, transparência e responsabilidade pública?"
Jonas Federighi
Para conseguir dinheiro, imóvel e ingressos, existe um caminho legal, mas duro:
Trabalhar.
Na política, vagabundos deslumbrados, especializados em enganar as massas,
buscam vida de luxo levando vantagens de empresários favorecidos por sua atuação.
Essa gente tem de ser presa.
Trapalhada e mentira
Após a desastrosa participação como um convidado bem trapalhão do G7, Lula (PT) retornou ao Brasil como a mesma fama de mentiroso que deixou na França, após afirmar lorotas como “nunca fui esquerdista”.
Soberania sua linda !
‘Moradores de Rio das Pedras, no Rio de Janeiro, RJ, são obrigados a pagar taxa mensal de 50 reais por cada caixa d'água instalada nas lajes. Cobrança criminosa é investigada pela polícia.’
Já faz anos que os ministros do STF se dizem embaixo de uma chuva de críticas, já disseram e fizeram de tudo pra se defender, e o que chama atenção é que nós nunca ouvimos deles uma certa frase, que seria a defesa mais óbvia: “Nós só estamos aplicando o que a Constituição diz.”
🚨 IRÃ: “NÃO IMPLEMENTAREMOS O ACORDO”
IRÃ ENDURECE O TOM CONTRA WASHINGTON
Mohammad Marandi, assessor da equipe negociadora iraniana, afirmou que Teerã não pretende implementar o memorando de entendimento nas condições atuais.
Segundo ele, a administração Trump não estaria cumprindo os termos acordados, enquanto o Irã mantém sua posição de resistência diante das pressões americanas.
Marandi também declarou que a economia dos Estados Unidos é vulnerável e que Israel continuará enfrentando as consequências do confronto regional.
A declaração aumenta a tensão em um momento delicado das negociações e levanta dúvidas sobre a viabilidade de qualquer acordo duradouro entre Washington e Teerã.
NUNCA SE NEGOCIA COM TERRORISTAS
📜 Maioridade penal é cláusula pétrea?
A resposta costuma ser dada como se fosse óbvia. Mas será que o texto da Constituição realmente diz isso?
Em nova Nota Técnica, a Lexum analisa a PEC que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos e examina uma questão frequentemente tratada como consenso: a alegação de que a mudança seria constitucionalmente impossível por violar cláusula pétrea.
A nota demonstra que o art. 228 da Constituição não foi expressamente protegido pelo art. 60, § 4º, IV, e sustenta que ampliar o conceito de “direitos e garantias individuais” para alcançar toda e qualquer norma protetiva significa substituir o texto constitucional por uma interpretação que ele não contém.
O debate sobre a conveniência ou não da redução da maioridade penal pertence à esfera política. Já a discussão sobre o que a Constituição efetivamente permite exige fidelidade ao texto.
Porque a primeira tarefa de quem interpreta a Constituição não é dizer o que ela deveria ser, mas compreender o que ela diz.
📖 Leia a Nota Técnica completa da Lexum.
#Lexum #Constituição #MaioridadePenal #DireitoConstitucional #CláusulaPétrea #EstadoDeDireito #SegurançaJurídica
O fato do governo estar destruindo propriedades rurais e confiscando o gado de produtores no Pará deveria incendiar o Brasil inteiro. Sabe por quê?
Porque se o governo está fazendo isso, ele está perdendo todo o pudor de tomar a sua propriedade privada.
Como atacar por enquadramento, no maior jornal do Brasil, o prêmio de Westminster de Coragem na Defesa da Liberdade de Expressão, dado ontem pela Civilization Works ao David Ágape, a mim e ao Marcel Van Hattem:
1) Foque completamente no Van Hattem, para insinuar por indireta que o prêmio é de direita, mais que um prêmio sobre liberdade de expressão.
2) Para realçar esse efeito de leitura polarizada do prêmio, coloque uma foto velha do Van Hattem com Bolsonaro do lado.
3) Nem mencione os dois jornalistas que receberam o prêmio. Se fossem mencionados, seriam meros "blogueiros", como outros blogueiros que andaram ganhando asilo político mundo afora por serem perseguidos peo mesmo juiz.
4) Siga sua vida alegremente, mais uma vez mantendo distância do fato de que os dois jornalistas foram premiados por terem revelado que brasileiros foram mantidos presos por opinião política postada nas redes sociais. Afinal, quem se importa com liberdade de expressão. Marcar pontos para a tribo política "do bem" vale mais.
Só estou apontando, mais uma vez, como é que gente que fala da boca pra fora que não gosta de polarização a alimenta ativamente, fingindo que não está fazendo isso.
Não preciso de aprovação dessa turma. Tenho aprovação de uma comunidade de gente séria e comprometida com a causa, de jornalistas não pagos por governos a advogados que atuaram em casos concretos em países onde ainda existe o império da lei. Gente que está longe da bolha financiada por Soros e Ford e que nunca caiu na lorota woke, aquela onda autoritária, porém perfumada, que fez um monte de estrago e, agora, seus antigos apoiadores se fazem de loucos, fingindo que o problema do mundo é só Trump.
Melhor que isso: gente com massa cinzenta suficiente para saber o tamanho da besteira que é a ideia de criminalizar (ainda mais) "discurso de ódio" e "desinformação", pretextos conspícuos para censurar.
A vulgarização do português coloquial é extremamente perceptível depois da popularização das redes sociais, e talvez seja uma das variáveis mais importantes para se compreender a queda dos índices educacionais.
Comecem a notar os trejeitos, gírias, abreviações e regionalismos que tomaram proporções no português coloquial: “seloko”, “pae”, “é nóis”, “fita”, “rolê” etc., de modo que as pessoas os falam normalmente e, amiúde, nem conseguem mais se livrar deles sem um esforço consciente. Não estou julgando que quem fala assim é melhor ou pior ou qualquer coisa do tipo, é apenas uma constatação cujos efeitos são óbvios.
A linguagem é o meio pelo qual não apenas compreendemos e nos expressamos, mas também é o linguajar do nosso "diálogo interno", de nossas reflexões e pensamentos. Quanto mais capaz de processar um vocabulário rico e complexo, mais capaz o sujeito se torna de perceber variáveis abstratas do mundo social e natural e, efetivamente, mais capaz de ligá-las em novas percepções. Pensar bem exige um domínio considerável da língua, tanto em complexidade quanto em flexibilidade, porque apenas pensamos através da linguagem. Para se expressar bem, precisa-se pensar bem, e para pensar bem, precisa-se ler bem, e para ler bem, precisa-se ter um domínio significativo da língua.
Celebrar e defender esse novo linguajar coloquial como expressão sociológica ou política de alguma luta “antissistema” ou “contra o capitalismo” é condenar as pessoas mais vulneráveis a uma vida de incapacidade mental e, consequentemente, servidão ao ambiente malogrado das classes baixas. Existe meio mais eficaz de escravizar as pessoas sem que elas percebam senão atrofiar suas capacidades cognitivas e de percepção do mundo?
E temo que não haja montante multibilionário de verba pública capaz de compensar a vulgarização do português; é uma batalha perdida, do ponto de vista da educação pública.
Lula diz que nunca foi esquerdista? Lembrou aquela do Tim Maia, que dizia que tinha parado de beber, de fumar e de cheirar, mas mentia um pouquinho. Lula sempre foi esquerdista, ultra-intervencionista da cabeça aos pés. Defende expansão do Estado, mais regulação, mais redistribuição, mais empresas estatais e a visão do criminoso como vítima do sistema. As despesas primárias saltaram de R$ 2 trilhões em 2023 para R$ 2,4 trilhões em 2025, e ele segue em campanha doentia para censurar as redes e sufocar as big techs.
Além de esquerdista, Lula é malandro com faro político e sabe dizer o que o interlocutor quer ouvir. A frase, que parece ter sido propositalmente vazada, é a mentira que ele precisa contar para o eleitor independente, que vai decidir a eleição.
As concessões ao Centrão nunca foram ideológicas, nem por afinidade social-democrata. Foram apenas fome de poder.
Brazil’s War on Parents
In the latest masterclass of judicial absurdity, a Brazilian judge has sentenced parents to prison for the crime of… educating their own children.
Yes, really.
While violent criminals, corrupt politicians and organised gangs continue to plague large parts of Brazil, the full force of the justice system has apparently been unleashed against a mother and father who chose to homeschool their daughters.
Their offence? What authorities described as “intellectual neglect.”
One has to admire the creativity. We have reached the point where parents actively teaching their children can now be accused of neglecting their education.
George Orwell would probably ask for royalties.
This marks the first criminal prosecution of homeschooling parents in Brazil and sends a chilling message to families across the country: your children may be yours biologically, but the state increasingly believes they belong to it ideologically.
The real question is not whether homeschooling is right for every family. It isn’t.
The question is why a government that struggles to provide safe streets, functioning public services and quality state education believes imprisoning parents should be a national priority.
Authoritarian systems always begin with the same assumption: that bureaucrats know better than mothers and fathers.
The state decides.
The experts decide.
The judges decide.
Parents obey.
Brazil’s ruling class frequently lectures the world about democracy and freedom. Yet what kind of free society sends parents to prison for taking responsibility for their own children’s education?
A genuinely confident government would compete with homeschooling by offering better schools.
An insecure government criminalises the competition.
The most alarming part is not the prison sentence itself. It is the principle behind it.
Once the state claims the authority to punish parents for choosing a different educational path, there is no obvious limit to where that logic ends.
For a country already facing growing concerns over judicial overreach and government power, this ruling feels less like a legal decision and more like another step toward state control dressed up as child welfare.
After all, nothing says “freedom” quite like sending parents to jail for teaching their children.