LULA É UM NEO LIBERAL DO CARALHO!!!!!!!!!!!!!!!
30 bilhões pra CARRO DE APLICATIVO? isso não vai ajudar a porra do trabalhador precarizado, e sim fazer com que os aplicativos de transporte tenham mais mão de obra pra trabalhar 10 horas por dia QUE PORRA É ESSA
TEM QUE INVESTIR EM TRANSPORTE PÚBLICO DE QUALIDADE
TEM QUE INVESTIR EM MALHA FERROVIÁRIA PQP Q PORRA É ESSAAAAAA
Esse cara foi de usar camiseta “master é do Lula” para “não conheço esse cara e nunca me encontrei com ele” para “esse áudio da minha voz não é verdadeiro” para “tudo isso é mentira” para “talvez eu tenha conversado com ele sim” para “sim eu conversei com ele” para “olha podem sair mais áudios e vídeos meus com ele, então estejam prontos” para “ele financiou 90% do filme sobre o meu pai” em poucos dias, mas ainda tem gente que cogita eleger um bosta mentiroso desse.
@Gremistao1903 Tem uma lost mídia muito boa que é o Funk do Mercenario traidor pro ronaldinho, ouvia direto na época do acontecimento, alguém mais lembra?
@whozxxu@duna99258113 @ExpositaTT @choquei Não é possível que existe alguém que defenda um famoso nesse nível na internet KKKKKKKKKKKKKKKKKK Cadê a lei felca?
Alguns textos dizem muito mais sobre quem escreve do que sobre o assunto que tentam comentar. O artigo recente de Fabrício Carpinejar é um exemplo claro disso.
Ao tratar do clássico Gre-Nal, o cronista opta por uma narrativa carregada de termos quase bélicos e de confronto absoluto, como se o futebol gaúcho estivesse diante de uma guerra contra “sistema”, “mundo” e “arbitragens”. Esse tipo de abordagem não contribui para o debate esportivo. Pelo contrário: transforma um clássico histórico em um discurso de ressentimento.
É curioso observar que a indignação seletiva ignora completamente episódios conhecidos do próprio futebol gaúcho. O Internacional, que hoje aparece como vítima em sua narrativa, também teve momentos amplamente discutidos de favorecimento ao longo da história. No clássico Gre-Nal, há registros lembrados até hoje pela torcida de lances controversos que acabaram beneficiando o lado colorado.
Fora do clássico, o futebol sul-americano também guarda episódios marcantes. Um deles ocorreu na campanha da Copa Libertadores da América 2006, quando o Internacional enfrentou o Nacional e avançou após um erro de arbitragem amplamente debatido à época. O futebol tem essas imperfeições; e elas atingem todos os lados.
Também chama atenção o silêncio sobre episódios recentes de comportamento pouco esportivo. Após eliminações ou derrotas, não foram raras as ocasiões em que dirigentes, jogadores e até torcedores do Internacional demonstraram enorme dificuldade em aceitar o resultado. Houve recusas simbólicas de medalhas de segundo lugar e cenas lamentáveis de hostilidade após a eliminação para o SER Caxias no Campeonato Gaúcho, quando jogadores e torcedores partiram para confrontos.
O futebol gaúcho é grande justamente por causa da rivalidade intensa entre Grêmio e Internacional. Mas rivalidade não precisa ser construída sobre distorções ou narrativas inflamadas. Um clássico como o Gre-Nal exige análise, memória histórica e responsabilidade nas palavras.
Quando um cronista experiente abandona esse equilíbrio e escolhe transformar frustração esportiva em discurso de confronto, o texto perde força; e revela mais sobre a fase do autor do que sobre o próprio jogo.