A Globo News repercutindo que o Flávio não sabe nem sequer o nome da menina assassinada pelo homem que defendeu.
FOI FEIO MESMO! Anna Clara é o nome dela e o da mãe é Cristiane. Quando ele referiu a garota, a mãe gritou que ela MORREU! 💔
Amigos… importante curtir, compartilhar e repostar isso:
Journalists, civil society, and UN experts must express their full concern about what is happening in Brazil’s elections. A dangerous precedent for democracy is set when an electoral court acts with bias. Any restrictions on freedom of expression and political participation must be established by law and be proportionate. It is essential to protect both the integrity of elections and fundamental freedoms, including in digital spaces.
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Bispos alertam para 'política de devastação'. Religiosos apontam 'cenário muito grave' e citam 'mudança profunda na nação'.
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Fala arrogante e preconceituosa, definitivamente Flávio Bolsonaro não conhece Belém! Pesquisem quem fez mais por Belém em 4 anos, o último governo Lula ou Flávio e seu pai. Pesquise e Compare.
Apenas dois deputados votaram contra a abertura da CPI das Milícias no RJ: Domingos Brazão, condenado e preso por ser mandante do assassinato de Marielle Franco. O outro foi Flávio Bolsonaro. É miliciano, sim!
Raquel Genofre e Ana Clara
O que eles têm em comum?
Foram assassinadas e Flávio Bolsonaro foi defender os assassinos, contra as mães e crianças assassinadas.
Flávio Bolsonaro odeia mulheres e crianças! Ele defende assassinos de mulheres e crianças, e usa seu poder de Senador para defender assassinos de crianças.
Dia 25, vote Lula, vote 13!!
O assassino de Ana Clara, Bruno Dias Delaroli, foi preso em flagrante. A perícia só encontrou capsulas do fuzil dele em toda a região da cena do crime, não houve confronto, não houve tiroteiro. Flávio teve a coragem, num debate presidencial, a mentir para defender o assassino.
#DebatenaGlobo #LulanaGlobo #LulaVaiVirar
Flávio disse que quer falar com a Ana Clara? Avisa pra ele que ela morreu, assasinada por quem ele se ofereceu pra defender de graça e livrou da cadeia!
Lula falando e o brilho do Flávio sumindo:
“Eu fico pensando no povo assistindo vendo esse rapaz falar. Todo mundo sabe a relação dele com muita coisa ruim aqui no Rio de Janeiro. [...] A mãe da Ana Clara sabe disso. A mãe da Marielle sabe disso.”
No domingo iremos, pela terceira vez consecutiva, decidir entre o petismo e o bolsonarismo. A minha sensação como cidadão é de frustração e preocupação.
Frustração pela nossa apatia em relação à política, em especial da nossa elite. Fomos incapazes de construir, nos últimos anos, uma alternativa decente e competitiva que nos tirasse dessa armadilha das últimas 3 eleições presidenciais.
Vamos, mais uma vez, para um pleito a ser definido pela rejeição e não pela escolha.
A discussão de propostas, de um plano para o País e o debate de ideias foram substituídos pelos ataques baixos e pessoais ao oponente. Fica evidente a incapacidade de ambos os lados de construírem uma nação próspera.
O PT inaugurou o nós contra eles, dividindo os brasileiros, e o bolsonarismo, que nasceu já dentro dessa lógica, levou-a a um outro patamar.
A urna, que deveria ser o momento para definirmos o futuro da nação, tornou-se, para muitos, um momento de expressão de raiva.
Lula errou do início ao fim do seu mandato.
Não promoveu o diálogo com quem pensa diferente, indicou amigos para o STF, insistiu na polarização, cercou-se de um núcleo duro despreparado, foi irresponsável com as contas públicas e adotou medidas eleitoreiras de mais gasto público.
E, depois de todas essas ações, com baixa aprovação e com as limitações da idade, cometeu o maior erro: resolveu ser candidato pela 4ª vez.
Flávio, por sua vez, não tem absolutamente nada que o credencie a governar o País. Falta postura, credibilidade e competência. Foi um senador sem qualquer iniciativa produtiva na área econômica, na segurança ou na educação. É conhecido apenas pelo sobrenome e pelo envolvimento em inúmeros casos suspeitos: rachadinha, lavagem de dinheiro, proximidade com membros da milícia e com golpistas. Está cercado de conhecidos oportunistas e seu objetivo maior é conceder o indulto ao pai, condenado por tentativa de golpe.
O quadro político definido após o primeiro turno torna o meu sentimento de preocupação ainda maior do que o de frustração.
Lula, se eleito, fará seu último mandato, sem nenhum sucessor definido, tem um vice-presidente com comprovada experiência na gestão pública e, apesar de ter a oportunidade de indicar membros do STF, encontrará forte oposição no Senado.
Flávio, diferentemente, poderá se candidatar à reeleição, tem um vice-presidente desconhecido, terá uma Câmara e um Senado extremamente favoráveis e aliados comandando os principais estados brasileiros.
São alternativas totalmente distintas para quem anseia por renovação em 2030 e teme a perpetuação de uma família no poder.
Em 2018 e 2022, declarei o meu voto no segundo turno. Não foram decisões fáceis e sem ônus pessoais, pelo contrário. Nesse ano será ainda mais difícil. Entretanto, não expressar o que penso seria aceitar a ideia de que vivemos em um país onde as pessoas não são livres para emitirem a sua opinião pelo receio de serem agredidas. Não é essa nação que desejo.
Serei oposição a qualquer um dos dois que vier a ser eleito, mas, entre a irritação com um novo governo Lula e o risco que representa um governo Bolsonaro, fico com a primeira opção.