A família Bolsonaro quer destruir o Brasil!
Em carta, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, agradece o apoio de Flávio Bolsonaro à classificação de organizações terroristas e ao tarifaço econômico contra o Brasil.
Além disso, Flávio ainda promete criar uma equipe de transição de governo em conjunto com o governo Trump, caso seja eleito.
Descaradamente, querem vender a soberania brasileira de todas as formas possíveis.
São golpistas picaretas que querem acabar com o país!
Vamos falar um pouco disso aqui. Flavio está com novo marqueteiro e ele obviamente está usando uma antiga tática do marketing. Já trabalhei em campanha política. Explico:
Há um movimento nas competições de barco a vela, que inspira esse movimento. A manobra é cobrir (ou “dar cobertura”), o barco da frente se posiciona entre o adversário e o vento para roubar/sujar o vento dele e impedir que ultrapasse. O termo técnico para a posição é dar vento sujo (dirty air/bad air).
Mas o conceito de marketing/estratégia que descrevo, copiar os movimentos do concorrente, repetir o que ele diz, tomar suas bandeiras e ainda acrescentar as próprias, costuma ser chamado de “cover and extend” ou estratégia de cobertura competitiva. A metáfora vem exatamente da vela: você cobre o adversário (neutraliza a vantagem dele copiando seus movimentos) e “estende” adicionando algo seu.
Em política e publicidade o fenômeno também aparece com outros nomes, dependendo da nuance:
Triangulação (triangulation): adotar bandeiras do adversário para esvaziá-las, posicionando-se “acima” da disputa. Termo associado a Dick Morris/Bill Clinton.
Roubar as bandeiras / stealing your opponent’s clothes: expressão clássica para apropriar-se das ideias do rival.
Me-too marketing: quando uma marca simplesmente imita o que a líder faz.
Já tem duas semanas que Flávio faz isso. Não vi uma mísera reação da equipe de comunicação do candidato Lula e/ou do PT.
Nem mesmo para orientar a militância, dando a linha para esmiuçar ataques e contra-ataques onde sobram motivos, contra os Bolsonaro, confrontando a rede deles no Brasil e no exterior.
Isso quem tem feito é a turma que não vota em Bolsonaro. Espontaneamente. A equipe de comunicação está no deserto das ideias e ações. Lá, não tem barco a vela. Devem estar sendo pagos para trabalhar, não?
É preciso avisar de antemão, porque a depender do que acontece, a imprensa brasileira vai cair numa narrativa:
O que estes caras estão pedindo é que a Justiça americana reconheça que Alexandre de Moraes não tem jurisdição sobre americanos nos EUA.
Isso é o ÓBVIO ULULANTE. Ele não tem e nunca disse que tinha.
Então, se a justiça americana disser isso, seria o óbvio. É diferente de “condenar” Alexandre numa ação cível, por causa de decisões que tomou. A Justiça americana não é corte revisora da justiça de nenhum país. Atenção para a tênue nuance entre as duas coisas.
Votei em Lula da primeira vez dele e minha, 1989. Votei nele na primeira vez que ele venceu. Em todas as outras eleições, inclusive quando ele venceu ou o PT sem ele, anulei.
Voltei a votar nele quando tudo parecia ter ido para o brejo, como realmente foi .E foram 4 anos terríveis.
Se for necessario, voto de novo nele.
Sem grandes emoções. Só não quero ver o derretimento de nossos exportadores como vi naqueles 4 anos do governo daquela familia.
Um dia, se Deus quiser, já não vou precisar mais votar para excluir da minha vida o medo.
Quando for só uma questão de nomes, volto a anular.
Jamais esquecer. Acho que parte da imprensa e dos eleitores esqueceram desse terror. Seria um retrocesso imenso se um Bolsonaro voltasse a governar o país. Essa gente jamais pode voltar.
@rogeriosmarinho@BolsonaroSP Em outubro iremos varrer sua corja.
Vocês pensam que são espertos, mais a conta chega e a consciência não deixaram Vocês terem paz.
Olha como seu mito está depois de anos destilando ódio.
Davi Alcolumbre, o presidente do Senado que se recusa a votar o fim da escala 6x1, anunciou que os senadores trabalharão remotamente essa semana.
Um deles, o Romário, está na Copa do Mundo fazendo bico de comentarista.
Para o povo, a escala 6x1.
Para os políticos, a escala 0x7, o avião com influencers, o camarote da Copa do Mundo e as “festinhas” no exterior em dia de semana.