Estaria Lula estudando usufruir sua “aposentadoria” a partir de 2027 em algum país sem tratado de extradição com os EUA?
Essa foi a solução adotada pelo companheiro de Foro de SP, Rafael Correa, condenado no Equador e atualmente residindo na Bélgica.
As manifestações feministas da juíza Elizabeth Machado Louro sobre a mãe de Henry Borel, no final das contas, acabaram servindo para que a sociedade atentasse para os resultados nefastos que uma justiça ideologizada é capaz de produzir.
Dr Wong, um dos maiores infectogistas do Brasil, senão o maior, estava errado?
Ele avisou!!!
E agora com tantas mortes suspeitas e sequelas?
Quem vai se responsabilizar?
🇺🇸🇧🇷 A ARMADILHA DE TRUMP QUE ENCURRALOU LULA
O desmonte do financiamento criminoso latino-americano e a contagem regressiva em Brasília.
Relatório especial, GRATUITO, com a leitura dos últimos acontecimentos no continente que, sem mirar, atingiu em cheio Lula, através do Foro de São Paulo.
Este material irá lhe ajudar a ter uma leitura sóbria do embate geopolítico e diplomático que o Brasil está como uma peça central em ano eleitoral.
⚠️⚠️ O link para download está nos comentários abaixo.
Estou ao vivo no YouTube para a nossa live semanal.
Vamos analisar a designação de PCC e CV como organizações terroristas pelos Estados Unidos: o contexto da decisão, os principais argumentos contra, as refutações e o alcance real dessas facções no Brasil e no exterior.
Assista agora:
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🚨🇧🇷🇨🇳🇺🇸
A Câmara dos EUA publicou um relatório classificando o Brasil como peça de uma rede global de espionagem militar chinesa. O governo Lula fez silêncio. Você precisa saber o que está em jogo.
O documento se chama Pulling Latin America into China's Orbit e foi produzido pelo Comitê Especial da Câmara dos Representantes dos EUA sobre o Partido Comunista Chinês. Data: 26 de fevereiro de 2026. Não é especulação. É um relatório oficial do Congresso americano, com fontes primárias, imagens de satélite e documentos governamentais chineses.
A tese central é esta: a China construiu, ao longo de décadas, uma rede de 11 instalações espaciais na América Latina — apresentadas como projetos científicos ou comerciais — que formam, na prática, uma infraestrutura militar de duplo uso integrada ao Exército de Libertação Popular (PLA). O Brasil aparece nominalmente como hospedeiro de duas dessas instalações.
Por que a América Latina?
Porque a China tem um problema geométrico. Estações terrestres só se comunicam com satélites quando estes estão na linha de visão direta. Sem bases no hemisfério ocidental, o PLA teria pontos cegos enormes nas órbitas de seus satélites militares — incluindo os de reconhecimento e os de guia terminal para mísseis hipersônicos e ICBMs. A América Latina resolve esse problema. O Brasil, especificamente, resolve o ponto cego equatorial.
O que está no Brasil
Duas instalações são detalhadas no relatório:
A primeira é a Tucano Ground Station, na Bahia — fruto de um acordo de 2020 entre a startup brasileira Ayla Nanosatellites e a chinesa Beijing Tianlian Space Technology, empresa vinculada à China Academy of Space Technology e à China Aerospace Science and Technology Corporation, ambas com ligações diretas ao PLA. O acordo prevê armazenamento e troca de dados operacionais entre as redes de antenas das duas empresas. O relatório aponta que esse arranjo pode, na prática, aprimorar precisão de rastreamento, consciência situacional espacial e resiliência de comando em ativos civis e militares.
O detalhe que mais deveria incomodar qualquer brasileiro: a Ayla assinou também um memorando com o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da Força Aérea Brasileira, incluindo treinamento de militares em simulação orbital e uso de antenas da FAB como estrutura de backup da estaç��o de Tucano. O comitê americano conclui que esse arranjo fornece à China um canal para observar e influenciar a doutrina espacial militar brasileira — enquanto estabelece presença permanente numa região que os EUA consideram vital para sua segurança nacional.
A segunda instalação é o China-Brazil Joint Laboratory for Radio Astronomy Technology, na Serra do Urubu, na Paraíba — formalizado em 2025 entre o CESTNCRI (20º Instituto de Pesquisa do CETC, profundamente integrado à base industrial de defesa da China) e as universidades federais da Paraíba e de Campina Grande. O projeto ancora-se no telescópio BINGO, atualmente em construção em São Paulo. O relatório aponta que os algoritmos de filtragem de interferência de radiofrequência do sistema — usados pelos astrônomos para "limpar" o sinal do cosmos — poderiam ser capazes de interceptar, classificar e isolar pulsos de radar militares, telemetria de satélites e atividade de guerra eletrônica com extrema sensibilidade.
O que o relatório revela sobre a doutrina chinesa
A China opera sob Military-Civil Fusion (MCF): empresas aeroespaciais são legalmente obrigadas a incluir estruturas do PCCh com autoridade de supervisão. A distinção civil/militar simplesmente não existe no direito chinês da forma que existe no ocidental. Toda cooperação espacial com entidades chinesas é, por definição legal, potencialmente acessível ao PLA.
O objetivo estratégico é a Space Domain Awareness (SDA): detectar, rastrear e caracterizar todos os objetos em órbita — satélites adversários, detritos, sistemas de armas — para alimentar o que o PLA chama de "guerra informacionalizada". O órgão que centraliza esses dados é a PLA Base 37, que recebe informações de toda a rede global, inclusive da América Latina.
O que outros países fizeram
Argentina encerrou o projeto CART de radiotelescópio chinês em 2025, sob pressão da administração Trump e do governo Milei. Chile cancelou o data center sino-chileno no Atacama após o embaixador americano levantar formalmente o tema. Suécia encerrou contratos de compartilhamento de antenas com a China em 2020, após sua agência de defesa concluir que o acesso poderia ser usado para inteligência militar.
O Brasil não fez nada.
O silêncio que fala
O relatório foi publicado em fevereiro. A imprensa brasileira só o repercutiu em junho — e de forma fragmentada. O governo Lula não emitiu nota. A FAB não se pronunciou. O Itamaraty ficou em silêncio.
Enquanto isso, o mesmo Congresso americano cita decisões do ministro Toffoli como justificativa para tarifar o Brasil. A percepção em Washington não é a de um aliado confiável — é a de um país cuja soberania foi progressivamente alugada a Pequim, com ou sem o conhecimento de suas próprias instituições militares.
A pergunta que ninguém no governo quer responder é simples: a FAB sabia que as antenas que cedeu à Ayla podiam servir de nó de uma rede de espionagem militar chinesa? E se sabia, quem autorizou?
Soberania não se proclama em discurso. Ela se defende — ou se perde em silêncio.
Leia o relatório no link: (https://t.co/1jVtegWLqq)
Lourival Sant'Anna lembra que o Brasil pratica tarifas exorbitantes contra produtos importados dos EUA, que oscilam entre 20% e 35% em boa parte dos casos.
🇺🇸 Trump sofre uma rara derrota na Câmara enquanto votação bipartidária avança para retirar tropas do conflito iraniano.
Os legisladores votaram 215 a 208, sendo favoráveis a limitar os poderes de guerra da presidência, o que pode fazer com que as forças alocadas no Irã, sem autorização do Congresso, retornem para casa.
Agora a votação segue para o Senado, onde não deve ser aprovada. Caso aprovado, iria para a mesa do próprio Trump, que tem o poder de veto.
A grande questão aqui não é a derrota, mas os representantes (deputados federais) utilizando a votação para mandar um recado ao presidente Trump: a base eleitoral está nos cobrando, isso poderá prejudicar as eleições de meio de mandato.
Os legisladores votaram 215 a 208 para retirar as tropas do Irã sem autorização do Congresso. Agora a votação segue para o Senado, onde não deve ser aprovada. Caso aprovado, iria para a mesa do próprio Trump, que tem o poder de veto.
It's not the State that creates wealth, but the market. When you get the parasitic State out of the way, wealth creators lift people out of poverty.
LONG LIVE FREEDOM, DAMN IT...!!!