@mikeesposa VERDAD, yo soy mexa y puse tal cual ese ejemplo, Ash elogió al público de Arg y lo que entendieron fue "odio a México" cuando desde el comunicado de cancelación afirmaron que absolutamente regresarán, entienden lo que quieren
@alejoduenas_ SLSP, YB y Teeth son imposibles de jubilar por cuestiones de números, pero si fuera por mí, sí jubilo Youngblood, Amnesia, SKH, GOY, More, Easier y Teeth las amo pero igual y un par de tours que las dejen para dar espacio a otras menos valoradas
Vou falar uma coisa que parece exagero até você entender o que a Rockstar está fazendo:
GTA VI não é o jogo da década.
GTA VI é a MÍDIA da década.
E o marketing deles está deixando isso cada vez mais óbvio.
A Rockstar já ganhou o gamer.
Acabou.
Ela não precisa convencer quem acompanha videogame de que GTA VI é importante.
Esse cara já vai assistir trailer.
Já vai ver gameplay.
Já sabe quem são Jason e Lucia.
Já discute mapa, carro, física, rádio, NPC e provavelmente sabe até quantos coqueiros apareceram no trailer.
Continuar gastando toda a campanha falando apenas com gamer seria dinheiro jogado fora.
Então olha a sequência.
Antes da Netflix, eles foram pra Dazed.
Não IGN.
Não GameSpot.
Não um veículo tradicional de games.
Dazed.
Moda.
Arte.
Música.
Cultura.
Jason e Lucia tratados como “New Idols”, praticamente como editorial de moda.
Isso não é aleatório.
É posicionamento.
A Rockstar basicamente falou:
“não queremos que GTA VI ocupe apenas games. Queremos ocupar cultura.”
No dia seguinte?
Netflix.
Um Extended Look de GTA VI estreando primeiro dentro da maior plataforma de streaming do planeta, antes de ir para o YouTube da própria Rockstar.
Percebe a escalada?
Primeiro moda/cultura.
Depois entretenimento mainstream.
Agora música.
Travis Scott.
Future.
Metro Boomin.
Yung Lean.
Morgan Wallen.
Rauw Alejandro.
Keith Richards.
PinkPantheress.
Vários públicos COMPLETAMENTE diferentes recebendo peças da mesma campanha através dos próprios artistas.
Isso é muito mais inteligente do que postar:
“CONFIRA A TRILHA SONORA DE GTA VI.”
Porque agora a Rockstar não tem UMA audiência.
Ela tem várias.
O fã de Travis encontra GTA.
O fã de country encontra GTA.
O fã de música latina encontra GTA.
O fã de rock encontra GTA.
O cara que acompanha moda encontra GTA.
Quem assina Netflix encontra GTA.
E no centro de tudo está a mesma marca.
Eles não estão comprando alcance.
Estão invadindo ecossistemas culturais.
Isso é o que muita gente não entende sobre marketing.
Depois de certo tamanho, você não cresce falando cada vez mais com quem já gosta de você.
Você cresce ocupando audiências adjacentes.
A Rockstar conquistou games há décadas.
Agora está usando GTA VI para conquistar todo o resto.
E tem uma sacada ainda mais filha da puta:
eles não explicam tudo.
Cada artista solta uma imagem.
Um carro.
Uma piscina.
Um salto.
Uma placa de Leonida.
Uma estética que você reconhece em meio segundo.
E a internet faz o resto.
“É rádio?”
“É música inédita?”
“Vai aparecer no jogo?”
“Quem mais está participando?”
Twitter investiga.
Reddit junta as imagens.
TikTok teoriza.
YouTube faz vídeo.
Site de música publica matéria.
Site de games republica.
A Rockstar lança algumas peças e transforma milhões de pessoas em departamento de mídia gratuito.
Isso é earned media no nível absurdo.
E você consegue aplicar EXATAMENTE a mesma lógica num canal pequeno.
Não na escala da Rockstar, obviamente, porque infelizmente você não tem Travis Scott esperando sua DM.
Mas o princípio é idêntico.
Se você tem um canal de futebol:
pare de distribuir conteúdo APENAS para público de futebol.
Faça futebol + negócios.
Futebol + moda.
Futebol + história.
Futebol + geopolítica.
Futebol + arquitetura.
Futebol + games.
Agora cada vídeo consegue entrar por uma audiência diferente.
Canal de tecnologia?
Tecnologia + crime.
Tecnologia + empresas.
Tecnologia + guerra.
Tecnologia + dinheiro.
Tecnologia + cultura.
Canal de música?
Música + negócios.
Música + moda.
Música + psicologia.
Música + história.
Música + internet.
Seu nicho é o seu centro.
Mas seu crescimento muitas vezes está nas BORDAS dele.
E tem mais.
Pare de pensar que um vídeo precisa existir uma única vez.
Transforme cada vídeo em um pequeno evento.
Publique o vídeo.
Crie cortes.
Crie uma discussão no Twitter.
Leve um dado pro Reddit.
Faça colaboração com alguém de um nicho adjacente.
Pegue uma parte do assunto e transforme em Short.
Faça outro vídeo continuando uma pergunta que surgiu.
Use outras comunidades para distribuir ÂNGULOS diferentes do mesmo conteúdo.
Não saia desesperadamente jogando link.
Dê para cada comunidade um motivo próprio para se importar.
É exatamente isso que a Rockstar está fazendo.
Ela não chega na Dazed falando:
“somos um videogame.”
Ela chega falando cultura e moda.
Não chega na Netflix como:
“olha nosso trailer no YouTube.”
Transforma aquilo em estreia de entretenimento.
Não coloca todos os artistas numa imagem.
Deixa cada artista funcionar como mídia.
Essa é a aula.
Não adapte a audiência ao seu conteúdo.
Adapte a PORTA DE ENTRADA do conteúdo para cada audiência.
E é por isso que eu falo tanto sobre distribuição.
Você pode fazer um vídeo excelente e deixar ele morrer dentro do próprio nicho.
Ou pode construir várias maneiras diferentes das pessoas descobrirem aquilo.
A Rockstar já ganhou o gamer.
Agora quer ganhar a pessoa que nem se considera gamer.
E é exatamente assim que GTA VI deixa de ser simplesmente um videogame.
Vira música.
Vira moda.
Vira streaming.
Vira meme.
Vira notícia.
Vira assunto.
Vira cultura.
Vira mídia.
No meu grupo privado do Discord eu ensino bastante essa parte também:
como encontrar audiências adjacentes, criar ângulos, transformar um vídeo em vários ativos, distribuir conteúdo e fazer um canal parar de depender exclusivamente do algoritmo decidir ser bonzinho naquele dia.
Quem quiser entrar, chama na DM.
@5soshumbe yo quise End Up Here, estaba de opción en CDMX y ganó justo Start Over, en GDL ganó Try Hard (que ya me había tocado pero no me quejo) y en MTY aparte de que ni show hubo ni en las opciones estaba
@rkivaal si venían con The Show a GDL y CDMX capáz y había bronca porque era un show diferente ya que en PN fue el mismo del TMHTour pero recortado y lxs de MTY hubieran exigido (con justa razón) su show completo de ese tour
@5soshumbe amiga, venía siguiendo tu odisea desde ayer porque yo tmb fui al show de GDL y me lancé a MTY aunque sí llegué antes, ánimo a la próxima nos compensan ese show🥲🫶🏻
@LECLRCLFTV aparte de que era en el dado y no parte fija del set (junto a English Love Affair) así que solo 6 o 7 veced las cantaron cada una en ese tour
@loverinng para cuando vinieron por primera vez a latam Try Hard ya la tenían bien peluseada y olvidada, para muchxs es la chance de oirla por primera vez
en todo caso si el tour es para oir del album nuevo, que metan Start Over al set principal y saquen Amnesia o More
@madylvslh al presentar She's Kinda Hot, Ashton da el speech de "darle a la gente lo que quiere", sé más o menos lo que dice porque fui a otros shows y no exagero, en este no se le escucho NADA de lo fuerte que era el público, y por eso tmb recien me doy cuenta que el intro traía mariachi
@esnydies y de que no viene el escenario completo, válida la molestia tmb pero eso sí se sabía desde la venta de boletos, no nos engañaron ni nos vendieron algo falso, ahí sí era a criterio de cada uno, hasta la mitad de la etapa USA no tuvo tampoco ese escenario ni lo tendrán en Asia
@esnydies yo concuerdo en que es MUY válido estar enojadx por el recorte del set, pero está feo el montón de malas vibras de "no va a haber caminata ni premio, nos van a quitar todo, el show dura 40 min", lit no hay nada que fundamente eso, el único cambio es que quitaron los soloSOS
@scorpxiosadness que yo tmb jubilaría Amnesia , Ghost Of You y otras más, no son 109% esenciales (como SLSP y Youngblood), si van a meter nostalgia que ya le cambien por otras menos comunes
@caramlhaze convengamos que, tratándose de 5SOS los covers pesan casi tanto como sus canciones originales, no justifica el darle importancia exagerada a la nostalgia pero con 5sos un cover no es solo "una canción de otro artista", fueron en sus inicios parte muy importante