Augusto Cury disse na maior TRANQUILIDADE, para MILHÕES de pessoas na Band, que quem recebe Bolsa Família “perde a coragem de lutar pelo seu sonho”
Isso só prova duas coisas: Ele não irá governar tendo o povo pobre como prioridade, segundo, que não entende ABSOLUTAMENTE NADA sobre programas sociais. Só em 2025 91% das vagas criadas no mercado de trabalho foram OCUPADAS por beneficiários do Bolsa Família.
Não existe quem tenha mais CORAGEM DE LUTAR do que o povo pobre brasileiro. Coragem pra acordar 4 da madrugada, pra trabalhar em três empregos, pra sustentar família inteira com pouco. Coragem pra SONHAR mesmo quando a sociedade inteira conspira pra que você FRACASSE.
Augusto Cury não entende nada disso. Ele fala de um lugar de tanto PRIVILÉGIO que acha que necessidade tira “falta de coragem”.
Augusto Cury é o típico candidato lançado pra fisgar o voto da galera que anseia por um salvador da pátria e que ainda se impressiona com qualquer zé roela que consiga articular decentemente três sentenças consecutivas.
Na real, é a mesma merda da extrema-direita, só que com perfume. Tanto que o próprio Cury já disse que admira Paulo Guedes, que pretende transformar Tarcísio de Freitas em seu "primeiro ministro" (sic) e colocar Ronaldo Caiado como "xerife" (sic).
O eleitor tem que aprender a analisar se o projeto político em que ele está pensando em votar o beneficia. E toda a estratégia da direita é montada basicamente para impedi-lo de realizar essa tarefa, criando distrações, cortinas de fumaça e apelando pra pânico moral, por um motivo simples: ninguém na direita defende o povo.
Globo foi pro ataque. Tomou o contragolpe com a Lava Jato e o power point da Sadi e o Tralli, prontamente, meteu um "vamos seguir com a entrevista"! 🤣 Pimenta, no dos outros, é refresco, meus amigos...
Jornal Nacional visivelmente obcecado para tentar associar corrupção ao governo Lula - um vício da mídia contra líderes populares.
Há um nervosismo visível no semblante dos entrevistadores para arrancar uma fala ou deslize capaz de confirmar ilações vazias.
É exatamente o mesmo método jornalístico fraudulento usado no mensalão e na Lava Jato para interditar o petista.
Lula está calejado desse expediente doentio para favorecer a direita e o mercado e fala com naturalidade sobre as acusações falsas.
Fez a Globo se desculpar ao vivo pelo powerpoint criminoso e culpou a imprensa por criar o “monstro” Moro e Dallagnol.
A mídia, nada mudou. Lula está impecável.
🚨URGENTE: Já se passaram 21 minutos desde o início sabatina do Jornal Nacional com o Presidente Lula (PT-SP), o que corresponde a metade do tempo da entrevista. Até agora, o tema ÚNICO da entrevista é corrupção. A direção de jornalismo desse ESGOTO que se chama Rede Globo não disfarça mais o seu lado DIREITISTA!🇧🇷👍😎
Globo meteu o "Lulinha" logo de cara. Tralli insistiu várias vezes, de forma exaustiva. Vejamos se amanhã, com o Flávio, a primeira pergunta será sobre o Vorcaro e a abordagem será incisiva nesse mesmo nível.
Criaram a fantasia de que “bandido é petista” porque a esquerda defende direitos humanos e é contra a tortura e a execução sumária de pessoas.
Só que o MUNDO REAL atrapalha essa propaganda da direita.
No Rio, ABSOLUTAMENTE TODOS os deputados presos por envolvimento com o crime organizado eram de direita. Guilherme de Pádua era bolsonarista. Os irmãos Cravinhos apoiam a extrema direita. Eu poderia citar vários outros que cometeram crimes atrozes e odeiam a esquerda.
A realidade é que muita liderança da direita se esconde atrás do discurso de “combate ao crime” e da defesa da violência policial enquanto comete seus próprios crimes à vontade.
Renan Santos e a turma do MBL/Missão vivem numa realidade paralela onde todo trabalhador é PJ, trabalha de notebook e negocia salário olhando no olho do patrão.
Aí férias, 13º, FGTS e hora extra viram “super direitos”.
Só tem um pequeno problema:
o Brasil real não é um coworking.
Tem chão de fábrica, supermercado, obra, cozinha, hospital e comércio.
E quem nunca precisou bater ponto acha muito fácil explicar para quem bate que proteção trabalhista é “privilégio”.
A utopia liberal é maravilhosa.
Principalmente para quem nunca precisou sobreviver nela.
A GIGANTESCA TORCIDA DO VASCO E A FRAUDULENTA PESQUISA DATAFOLHA
A torcida do Vasco foi a maior do país nos anos de 1920, 30, 40, 50 e início de 1960. Os dados estão expostos na pesquisa que materializou o livro "Vasco: o clube do povo - uma polêmica com o flamenguismo (1923-1958)". Já o Flamengo, embora a narrativa oficial, criada por Mario Filho, afirme que a popularidade veio quando este clube aceitou negros no time em 1936, é certo que a partir da segunda metade dos anos 60, o clube da Gávea, sob forte auxílio da imprensa escrita (desde a década de 1930) e depois televisionada (a partir de 1965), além dos dois tricampeonatos (décadas de 40 e 50), passou para dianteira como maior torcida do Brasil e seguiu hegemonizando até o tempo presente.
Paralelamente, o estado de São Paulo cresceu de modo exponencial sua população, tendo a migração de nordestinos como uma de suas principais características. Neste então, os clubes paulistas passaram a ampliar seu alcance, contando também em seu favor com grandes equipes, como Santos do Pelé e a academia do Palmeiras, com Ademir da Guia. Outro fator que contou favorável para os clubes paulistas foram as transmissões de jogos pela TV, que nitidamente, a Bandeirantes tinha como base a transmissão de jogos de São Paulo, enquanto a Globo primava pelo Rio de Janeiro como regra. Nesse período, cresceram as torcidas de Flamengo e Corinthians.
Por isso, é compreensível a mudança de lugares das maiores torcidas do país entre a primeira metade da década de 60 e a início dos anos 80. O livro "Democracia corintiana" afirma com todas as letras que até 1982, o Corinthians Paulista, era um clube de expressão regional. Portanto, coube ao Marketing corintiano, encabeçado por Washington Olivetto, com apoio da Folha de S. Paulo, da redação da revista Playboy e do Boni, chefe das novelas da Globo, para transformar aquela experiência fabulosa particular, com o momento histórico da queda da ditadura no Brasil. Esse foi o elemento que saltou o Corinthians de um clube de expressão regional para nacional.
Portanto, como balanço do século XX, o Vasco era o clube que ocupava esse lugar, depois de ter perdido a hegemonia de maior torcida para o Flamengo entre 1963/4. O que quero dizer, que nada mais natural e justificado com longevidade histórica, que, primeiro, Vasco e Flamengo aparecem como clubes do “povão” (os mais pobres) e que o Corinthians esteja nesse marco histórico, abaixo de Vasco e Flamengo, como apontou a pesquisa OGlobo/IPOS-IPEC (31/07/2025). Todavia, há diferenças entre os três clubes nas trajetórias, que obviamente não são os títulos, mas é que para o Flamengo, o apoio da mídia foi e segue central. Do contrário não haveria um início e um meio antes do fim. O Corinthians, mesmo de modo tardio, soube convergir, com o apoio de uma parte da mídia, com uma experiência original. O Vasco, por sua vez, só teve a mídia hegemônica como algoz. De tal modo, seu desenvolvimento contou exclusivamente com suas próprias forças, isto é: de seus associados, torcedores, da conquista de títulos e triunfos para além do desporto como a Resposta Histórica.
Quer dizer, o Vasco mantinha seu peso na virada do século XX para XXI. Não à toa, em 2001, a USP divulgou uma pesquisa que o Vasco da Gama conservava a 3a maior torcida do país com 16,5 milhões de torcedores (Terra, 04/06/2001). Esse dado ganha ainda mais holofotes quando é espelhado com o último período de ouro do clube (1997-2001). Ou seja, o CRVG estava em ascensão e é pouco provável que até o rebaixamento de 2008, a torcida tenha desidratado, até porque, segundo pesquisas nesse século, tanto o São Paulo FC (tricampeão brasileiro em 2006, 2007 e 2008), quanto o Palmeiras (rebaixado em 2002 e 2012), ultrapassaram o Vasco em número de torcedores na primeira década do século. Mas, como podemos observar, o crescimento das torcidas não se enquadra exclusivamente, embora seja relevante, no fator da conquista de títulos. Por isso, é de se questionar como o Vasco perdeu uma gama massiva de seus torcedores e, que, ao mesmo tempo, clubes regionais, como Cruzeiro e Grêmio, passaram configurar no ranking das maiores torcidas do país, ou na frente do Vasco da Gama ou empatados.
Isto posto, há duas hipóteses que podem ser examinadas nesse contexto, estando combinadas ou não, que são: a fase ruim, com a baixa de títulos, os quatro rebaixamentos e a crise institucional; que pode baixado substancialmente a taxa de natalidade de novos vascaínos, na mesma mão inversa, do aumento da mortalidade de torcedores do CRVG.
Contudo, como se explica alguns fatores objetivos, como o maior movimento espontâneo de associação de torcedores, no qual o Vasco se tornou o clube com o maior número de sócios-torcedores do Brasil - mais de 180 mil entre novembro e dezembro de 2019 - e o quarto do mundo. Ou a campanha da construção do Centro de Treinamento Moacyr Barbosa. Ou, segundo pesquisa OGlobo/IPOS-IPEC (2025), o CRVG está no topo da tabela de público visitante, mesmo na pior fase de sua história. Ou a venda recorde de camisas e produtos do clube. Sem contar com o incontáveis recepções de massas nos aeroportos no país afora com um histórico de cinco Série B em 15anos e uma crise de liquidação do clube sem precedentes.
Como explicar? Ademais, por que nenhuma torcida nessas pesquisas realizaram tais feitos sob essas condições ou de qualquer outro tipo? Essas são perguntas que podem ser feitas, sem nenhuma cerimônia, as chefias da pesquisa Datafolha publicana no jornal Folha de S. Paulo (01/08/2026) que coloca o Cruzeiro com 4% da torcida nacional, o Vasco com 3% empatado com o Grêmio. Porém, o que chama atenção é que a amostragem da pesquisa teve como universo 2004 pessoas em 113 municípios entre sudeste, sul, centro-oeste/norte. Só para darmos um dado comparativo, a USP na pesquisa de 2001, entrevistou 17 mil pessoas, nos 100 maiores municípios e utilizou pesquisas em jornais e revistas. Isto é: da problematização pode-se tirar conclusão? Nesse caso, creio que sim.
Por isso, vascaínas e vascaínos, ignorem esse tipo de pesquisa.
Eu acho incrível o que a beleza da informação fez com o @podcast3irmaos
Os caras realmente evoluíram e não ficaram parados. Foram atrás de fontes dos dois lados, e agora complica quando recebem alguém que tenta falar abobrinha porque eles rebatem na lata.
Arthur Xexeu — como a grande maioria dos comentadores da Globo News — só estão onde estão pela capacidade camaleoa de dizer o que agrada a Família Marinho.
Djavan desnudou a ignorância dessa gente de modo magistral nesse vídeo.
Se você ainda não viu, vai ver agora!
O Ex-jogador Wagner com passagens por #Fluminense e #Vasco disse isso:
"O Vasco é tão GRANDE que eu joguei 4 anos no Fluminense e beleza... as pessoas me conheciam, oi bacana sou tricolor, pó de arroz. Cara, eu fechei com o Vasco, cheguei no aeroporto, cara, vinha gente. Cheguei no mesmo condomínio que eu morava os policiais, segurança e todo mundo que não dava nem bom dia, todo mundo veio tirar foto me abraçando. O que é isso? Nós somos Vascão cara!
Você veio pro Vascão. Que isso velho! eu moro aqui já há dois anos, nunca vi isso".
Obs: Não me xingue, tricolores! Eu só estou postando o que saiu da boca do próprio atleta. 😂
O Video Completo dessa entrevista está no yourube do Charla Podcast.
O recorte do vídeo está no instagram do Midia Vascaína.
A análise pode até parecer um pouco forçada, mas quem viveu a década de 90 (antes do crescimento dos pentecostais) lembra de um país realmente mais diversos e que não queria transformar toda manifestação cultural em uma versão gospel. Os crentes querem "higienizar" tudo com sua visão.
O Roberto Dinamite e o Zico não ganharam uma Copa do Mundo por causa da Ditadura Argentina. Os torcedores de Vasco e Flamengo que conhecem essa história e ainda sim decidem apoiar a Argentina, não desrespeitam só o Brasil, mas também os maiores ídolos dos seus clubes, homens que dedicaram a vida às camisas que dizemos amar.
Aquilo que o neopentecostalismo mais destruiu na minha vida foi a minha família. Já fomos uma família alegre, de se reunir e fazer samba, churrasco. De torcer pra escola de samba do coração, de contar histórias de entidades, conhecer simpatias diversas