Ah, Eduardo, que prazer ver você se expondo mais uma vez! Vamos aos fatos, sem confetes, como você gosta. Primeiro, quantos brasileiros na residência de Trump? Poucos, claro, é clube VIP para quem pode pagar o ingresso com lobby e conexões. Mas e aí, quantos benefícios reais pro Brasil? Fotos no Instagram e um ego inflado não contam como "jogar o jogo pelas próprias regras".
Você diz que desde março de 2025 não recebe dinheiro público. Verdade: sua licença da Câmara e o bloqueio do salário pelo STF confirmam isso.
Mas e os R$ 2 milhões que seu pai mandou pra bancar sua "missão" nos EUA? Dinheiro suspeito de lavagem, segundo a PF, vindo de um ex-presidente investigado por tudo, de joias sauditas a Pix misteriosos.
Suor? Parece mais suor alheio dos brasileiros que pagam impostos pra sustentar essa novela familiar. E os "resultados"? Contribuir pra sanção Magnitsky contra Moraes? Sim, histórica, primeira vez em autoridade brasileira, aplicada em julho de 2025.
Mas revogada em dezembro, depois de Bolsonaro ser condenado e preso.
E o custo? Você celebrou as tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, a "Tarifa Moraes", que Trump impôs "devido aos ataques insidiosos do Brasil às eleições livres".
Lobismo pra punir o próprio país? Isso é "princípios" ou vingança pessoal que ferra a economia brasileira? Levar "experiências desenvolvidas" pro Brasil? Tipo interferência estrangeira em soberania nacional, que você tanto critica nos outros?
Não tô preocupado com seu "suor", tô com os brasileiros que arcam com as consequências das suas aventuras em Palm Beach.
No fim, seu "trabalho invisível" é visível demais: você joga o jogo das regras deles, contra os interesses do Brasil. Mediocridade é achar que ser "despachante de luxo" em Palm Beach é trabalhar pela pátria.
Seguimos adiante... rumo ao Portal da Transparência.
Realmente, um trabalho exaustivo! Deve ser muito difícil articular o 'futuro do Brasil' entre uma taça de champanhe e um buffet de luxo em Palm Beach enquanto o pai segue na Papudinha. O resultado a gente já viu: fotos ótimas pro Instagram e mais uma conta de viagem paga com o 'suor' do contribuinte. Seguimos adiante... para o próximo resort!
Imagens da assustadora ilha em que Epstein fazia as suas festas com os poderosos do mundo todo. A entrada era restrita. O seu avião, apelidado de "lolita express", levava todos até as proximidades da ilha. Depois, os convidados eram levados de helicóptero.
Documento do caso Epstein aponta que um juiz mexicano, que tentou investigar o tráfico de crianças, foi morto. Sete agentes do FBI também foram baleados. Isso mostra o tamanho da influência dessa gente.
@betioldebochado Jeffrey Epstein e Peter Thiel, da Palantir, estavam discutindo um plano para desestabilizar o Iraque, Irã, Líbia, Síria, Palestina, Líbano e Egito. Pra essa gente demoníaca, quanto mais mortes melhor. Inclusive, é mais dinheiro no bolso deles.