O Brasil 200 é composto de gente que resolveu tomar o lado do Brasil e não se omitir da construção de uma agenda política que ponha a nação em primeiro lugar.
O problema do Brasil é segurança pública, não “misoginia”.
A lei de feminicídio não protege mulher NENHUMA e os verdadeiros bandidos sempre terminam impunes na bandidolatria.
O Brasil precisa vir em primeiro lugar. 🇧🇷
Escândalos envolvendo crédito público, bancos e conexões políticas mostram um problema antigo, quando o Estado vira ferramenta de grupos de poder, quem paga a conta é o povo brasileiro.
Quando o medo substitui a lei, até o mercado perde o rumo.
Empresários estão assistindo à escalada de censura, perseguições políticas e prisões que enfraquecem a liberdade, inclusive a econômica.
Estamos com quem defende a liberdade, inclusive a de produzir, crescer e discordar
Os brasileiros já pagaram R$ 2 trilhões em impostos em 2025.
E não, sua vida não melhorou.
O valor inclui impostos, taxas, multas e correções destinadas a União, estados e municípios — mas o cidadão comum segue arcando com uma m��quina pública ineficiente.
Um alerta que não podemos ignorar: A Violência no Brasil
Só em 2023, foram registrados cerca de 43 mil homicídios! Esse número é o mesmo que a soma dos homicídios de 52 países juntos.
O que você pensa sobre a banalização da violência no Brasil?
A MP do Haddad vem com o mesmo recado de sempre: quem quiser poupar, investir ou empreender sem passar pelos grandes bancos — vai pagar mais caro.
O que antes era isento ou tinha algum estímulo, agora passa a ser tributado.
O que permitia financiar direto o agro, o imóvel ou o negócio, vira alvo.
Na prática, o governo está desmontando, aos poucos, os instrumentos de desintermediação bancária. Ou seja: está dificultando o acesso direto ao crédito e ao investimento fora do circuito bancário tradicional.
No discurso, é ajuste fiscal. Na prática, é reconcentração financeira. E adivinha quem sai ganhando com isso? Sempre eles.
Pior que não é só Lula que deixou o povo na mão.
Principais lideranças do legislativo e judiciário estão fechando os olhos para esse escândalo!
Pobre Brasil!
Descontos ilegais em aposentadorias. Bilhões arrancados dos mais frágeis. E onde está Lula? Fora do país.
O caso já é muito maior que o do Pix.
Não é descuido. É prioridade.
Parece que, para esse governo, o aposentado não é gente — é só uma estatística.
O que está acontecendo com o INSS não é só bagunça ou erro. É um sistema feito pra tirar, todo mês, um pedaço do dinheiro dos aposentados e pensionistas — e mandar esse valor direto para entidades e bancos. Isso é empobrecimento programado: a pessoa recebe o benefício, mas já vem com desconto por algo que ela nunca pediu.
Na prática, muitos aposentados foram colocados em dívidas sem saber, com empréstimos que nunca contrataram e parcelas que pagam sem entender o motivo — nem pra quem. É uma transferência de renda para cima: os mais frágeis perdem parte do que têm, enquanto entidades e bancos engordam os cofres. E o Lula faz de conta que não percebe. Afinal, ele não está preocupado com quem perde 20, 30, 40 reais por mês — mas está sempre pronto pra sentar e conversar com um banqueiro.
Estou requerendo, na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, a realização de audiência pública para discutir o acordo firmado entre o Ministério dos Povos Indígenas e a multinacional AMBIPAR, que permitirá à empresa atuar em quase 14% do território brasileiro.
É preciso jogar luz sobre os reais interesses por trás dessa “parceria verde”. Que papel terão a FUNAI e o IBAMA? Estarão subordinados à iniciativa privada? Vamos debater se essa concessão territorial não é, na prática, uma terceirização da soberania nacional — entregue de bandeja a quem tem selo ESG e crachá de Davos.