🎙️ Lédio Carmona cobra isonomia no Brasileirão:
“Flamengo e Fluminense jogam 21 jogos em casa. 17 clubes jogam 19. Sabe quantos jogos o Vasco joga em casa? 17! Mas isso ninguém fala.”
🗞️ SporTV
📸 Reprodução | Lucas Merçon/Fluminense
@delaurentiis_br Só quem sofreu com o Flamengo endividado sabe a importância de ter um clube saneado e bom pagador. Nunca mais o Flamengo pode ser um clube devedor, mesmo que isso custe um ano ou outro o rendimento em campo. Lutar pelo que é certo é o dever do Flamengo.
@mendoncajraf@vava07@rs_simoes@Parmalattos Vc é um asno né cara, o Flamengo foi campeão da COPA BETANO do BRASIL na casa do galo, onde o atlético era patrocinado por eles, em 2025 ganhamos a libertadores onde o patrocinador era o do Palmeiras, sportingbet, isso não é exclusividade do Flamengo.
@vava07@rs_simoes@Parmalattos Até pq existe Flamengo enfrentando a Betano no campeonato brasileiro.
E o Palmeiras enfrenta a sportingbet na libertadores.
Felipe (anos no clube)
Léo Moura (anos no clube)
Wallace (sem custos vindo do Corinthians)
Chicão (sem custos vindo do Corinthians)
André Santos (sem custos vindo do Arsenal)
Amaral (comprado do Nova Iguaçu)
Elias (emprestado pelo Sporting)
Luiz Antônio (base do clube)
Carlos Eduardo (emprestado pelo Rubin Kazan)
Paulinho (emprestado pelo XV Piracicaba)
Hernane (emprestado pelo Mogi Mirim)
Você é MENTIROSO COMPULSIVO. Mitomaníaco claramente. Flamengo não gastou praticamente nada pra montar esse time aí, só luvas e salário, que por sinal deixava o Flamengo lá embaixo na lista dos maiores salários do ano
E detalhe: O teu lixo Botafogo com Seedorf (esse sim não era barato pros parâmetros nacionais) tomou 4x0 e foi humilhado no Maracanã
falar pra vocês
com 4 finais nos últimos anos eu tiro as oitavas de letra
só passo a ficar nervoso pra caralho mesmo das quartas pra frente e olhe lá ainda
to calejado com a Libertadores
É impressionante como a arbitragem aqui tem o poder de destruir um jogo de futebol, o vermelho que o lixo do Daronco aplicou hoje é mais uma das expulsões esdrúxulas que só acontecem por aqui.
NOTA OFICIAL
Após o retorno da Copa do Mundo, o debate sobre arbitragem voltou a ocupar o centro do futebol brasileiro. E isso não acontece por acaso.
Nos últimos anos, consolidou-se entre torcedores, profissionais do futebol e parte significativa da opinião pública a percepção de que um determinado clube vem sendo reiteradamente beneficiado por decisões de arbitragem. Essa percepção não nasce apenas da rivalidade esportiva. Também encontra respaldo em números.
Levantamento do Espião Estatístico, do ge, mostra que, desde a implantação do ranking do VAR, em 2020, até o Campeonato Brasileiro de 2026, o Palmeiras acumula o maior número de decisões alteradas a seu favor (65), o menor número de decisões contrárias entre os principais clubes do país (47) e o maior saldo positivo do futebol brasileiro (+18). Também lidera o número total de intervenções do VAR.
Os números desta edição do Brasileirão seguem na mesma direção. O Palmeiras é a 5ª equipe que mais precisa cometer faltas para receber um cartão amarelo (6,72 faltas por advertência), enquanto seus adversários figuram entre os que mais recebem cartões amarelos e vermelhos ao enfrentá-lo.
Nenhum dado, isoladamente, comprova favorecimento. Mas estatísticas acumuladas ao longo de sete temporadas ajudam a explicar por que esse debate não acaba e segue sendo pauta de todos os envolvidos com o futebol.
Também merece reflexão o comportamento adotado dentro e fora de campo. Tornou-se frequente assistir a jogadores e comissões técnicas cercando árbitros, reclamando de forma ostensiva e se colocando na condição de vítimas mesmo após faltas evidentes ou até mesmo um simples lateral. Uma ação estudada e coordenada.
É importante reconhecer os investimentos realizados pela CBF e os avanços promovidos pela Comissão de Arbitragem, com treinamentos, divulgação dos áudios do VAR e implementação de novas tecnologias. No entanto, não são elas que executam as regras que, eventualmente, acabam decidindo jogos. Na partida entre Vitória e Palmeiras, por exemplo, as decisões foram tomadas por Alex Gomes Stefano, em campo, e Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira, no VAR.
São os árbitros que interpretam os lances, aplicam as regras e tomam decisões capazes de alterar tabelas, influenciar disputas por títulos, vagas e rebaixamentos. Por isso, também precisam ser responsabilizados quando cometem erros graves, quando são passivos em relação à pressão até mesmo em cobranças de lateral, e quando não coíbem o mau comportamento sistemático, como determinam as regras. A Copa do Mundo, recentemente, mostrou o caminho; árbitros e atletas que lá estiveram, muitos deles jogando no Brasil, lá, atuaram de acordo com a regra do “jogo limpo”, e deveriam fazer o mesmo aqui.
O futebol brasileiro precisa voltar a discutir mais o jogo do que a arbitragem. Isso só será possível quando os árbitros adotarem critérios claros e deixarem de premiar equipes que utilizem a pressão durante todo o jogo como estratégia. As regras devem ser cumpridas, por todos, inclusive pelos árbitros.
O futebol é paixão e um grande negócio. Por isso, precisa de confiabilidade por quem é incumbido de cumprir as regras do jogo.