Oi @BruuhAlbino
Ja que vc apagou meu comentario vou esclarecer para vc assim esse comentario e armado.
Vindo de uma conta forjada que nunca seguiu a Ana provavelmente uma cortina de fumaça criada pela propria equipe, então não adianta exaltar nada que foi armado para os burros acreditarem.
Denunciem essa conta urgente além de serem racista utilizam a imagem da sobrinha da @tiamilenabbb filha da @milemoreiraof .
Vamos temos que derrubar a conta.
JUNTOS SOMOS MAIS FORTE.
https://t.co/egZA4EuKcK
@ingrid372828 Responder a uma conta usada unicamente para esse tipo de resposta não e se posicionar apaga que esta feio e trazendo so mais comentarios ruins para Ana ja descobriram que esse comentario foi armação
@iPauleteh
Obrigado por dizer o óbvio, algo que, para alguns, parece muito difícil de compreender. O BBB acabou e a vida seguiu. O problema é que alguns fanáticos insistem em usar a imagem dela para destilar ódio, alimentar perseguições e, em alguns casos, praticar condutas que podem configurar crimes. Diante desse cenário, um posicionamento é, no mínimo, esperado de alguém que se apresenta como ativista. Não se trata de tomar partido em rivalidade de fandom, mas de condenar de forma clara e pública ataques que vêm sendo praticados por pessoas que dizem agir em seu nome. Quem realmente combate o preconceito não pode permanecer em silêncio quando ele acontece diante dos próprios olhos.
Não existe memória curta. O que também não existe é ingenuidade. A Ana Paula defendeu a Milena, sim, mas isso aconteceu dentro de um jogo de R$ 5,7 milhões, em que ela também estava sendo chamada de “patroa” e seus aliados de “cabeças de lata”, numa narrativa de que ela manipulava o grupo. Defender a Milena também significava responder a uma situação que tinha impacto direto na imagem e no jogo dela. Nao estou dizendo que ela se posicionou naquele momento unicamente por jogo, uma coisa não anula a outra.
E ninguém está discutindo o BBB hoje. O assunto é o que está acontecendo agora, aqui fora, com pessoas que usam o nome dela para atacar e reproduzir discursos problemáticos. Se ela demonstrou responsabilidade racial dentro do programa, ótimo. Então essa mesma responsabilidade precisa existir fora dele, quando não há prêmio em jogo, nem câmeras, nem votação. É sobre ser coerente e dar a devida importância ao caso.
Então, pfvr, não reduza esse debate ao velho discurso do branco salvador. A discussão é sobre responsabilidade e coerência no presente, n sobre apagar o que aconteceu no programa.
@iPauleteh Obrigado por dizer o óbvio, algo que, para alguns, parece muito difícil de compreender.
O BBB acabou e a vida seguiu. O problema é que alguns fanáticos insistem em usar a imagem dela para destilar ódio, alimentar perseguições e, em alguns casos, praticar condutas que podem configurar crimes.
Diante desse cenário, um posicionamento é, no mínimo, esperado de alguém que se apresenta como ativista. Não se trata de tomar partido em rivalidade de fandom, mas de condenar de forma clara e pública ataques que vêm sendo praticados por pessoas que dizem agir em seu nome.
Quem realmente combate o preconceito não pode permanecer em silêncio quando ele acontece diante dos próprios olhos.
@BabiTwittaa@luana0fbr@Babiellen3 , @brachobela@Naitwitando@Neijarita@renaultnist@renaultverso
Vou esclarecer mais uma vez, porque parece que vocês ainda não entenderam.
A Milena denunciou ataques racistas que, vêm acontecendo há cerca de sete meses. Em nenhum momento a denúncia foi direcionada à Ana Paula. Então por que tanta preocupação em associar imediatamente o nome dela ao caso?
Talvez porque muitos perfis passaram meses utilizando a imagem e o nome dela para alimentar ataques, rivalidades e discursos de ódio. Quem realmente se preocupa com a imagem de alguém não a transforma em instrumento para justificar comportamentos criminosos.
Vale lembrar que o uso da imagem de uma pessoa sem autorização pode gerar responsabilidade civil, conforme os arts. 20 e 21 do Código Civil, além das garantias previstas no art. 5º, X, da Constituição Federal, quando houver violação da honra, imagem ou privacidade.
Outra questão: participar da organização de campanhas de perseguição ou incentivar ataques contra alguém pode gerar responsabilização nas esferas cível e criminal, dependendo da conduta praticada. Da mesma forma, curtir, compartilhar ou incentivar publicações de conteúdo racista não torna esse comportamento inofensivo. Racismo é crime e deve ser tratado com a seriedade que a lei exige.
A cobrança que a Ana Paula recebe hoje é consequência da postura de pessoas que, dizendo agir em nome dela, passaram meses disseminando ódio e tratando a internet como se fosse terra sem lei. Foram vocês que chamaram tudo isso de "circo" enquanto incentivavam esse ambiente.
A única pessoa que pode decidir quando denunciar é a vítima. A Milena tem o direito de procurar a Justiça quando se sentir preparada e amparada. Não cabe a ninguém definir o tempo ou a forma como uma vítima deve agir.
E, para quem insiste em dizer que os prints são antigos: existem registros mais recentes, que já foram encaminhados às pessoas responsáveis pela apuração. Inclusive há gravações de Spaces e outros materiais preservados. Em um desses Spaces, chegou-se a dizer que "era melhor ela estar morta". Isso ultrapassa qualquer limite de uma discussão entre fandoms.
Está mais do que na hora de fazerem uma reflexão. Ataques, perseguição e racismo não são entretenimento. São condutas que podem gerar consequências jurídicas. Respeitem a Milena e deixem que a Justiça faça o seu trabalho.