Em meio aos debates sobre a crise social provocada pela seca no Nordeste, um político de São Paulo apresenta uma proposta que deixa todos os participantes perplexos: transformar a dura realidade enfrentada pelos flagelados e retirantes da região em atração turística. Mais ainda: ao invés de gastar dinheiro em obras de irrigação e combate à seca, realocar os recursos para financiar esse “safári da miséria”.
De tão absurda, a história poderia ser um esquete de um programa humorístico ironizando a classe política. Mas o fato narrado acima realmente ocorreu. Em 30 de junho em 1987, durante um encontro com empresários e autoridades do Ceará, João Doria, então presidente da Embratur, propôs cortar as verbas empregadas no combate à seca e utilizar o dinheiro fomentar um “turismo do flagelo”, levando visitantes do Centro-Sul para conhecer “in loco” o drama vivido na região.
O "turismo da seca" de João Doria é o tema do artigo de hoje para o @operamundi. Confira o texto no link:
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Tô faltando simplesmente 0.01% pra resgatar esse Patinhas Premiadas depois de muita luta e acho que não vai dá tempo… shein você me paga
Quem tiver jogando tbm clica aqui pfvr, eu clico de volta no seu 🥹 vamos se ajudar:
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'Chora com vontade, senão vou te dar um tiro'
A psicóloga Shaiane Costa resolveu colocar um gravador na mochila do filho de 3 anos depois de reparar uma série de comportamentos diferentes nele, inclusive que a criança passou a chorar todos os dias no caminho para a escola.
Há 33 anos, em 27 de junho de 1993, a artista iraquiana Layla Al-Attar era assassinada em Bagdá. Sua casa foi explodida por dois mísseis disparados pelos Estados Unidos. O ataque teria sido uma retaliação após Layla produzir um famoso mosaico chamando Bush de "criminoso".
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