Clinicamente essa descontinuidade se dá na escuta do sujeito do desejo como fundamento da ético no lugar da simples adaptação, a continuação da situação
Pensando no sujeito como de-cisão, desconexão da lei da situação, que não é desconexão da lei pq é fidelidade a lei do evento, à verdade
É um jogo interessante de continuidade e diferença a verdade
Estava relendo o Função e campo da fala e percebi q talvez o meu texto mais importante seja o sobre o tempo em Badiou, afinal o trabalho da psicanálise é precisamente a reorientação do sujeito na sua história, nessa relação entre passado, presente e futuro
Aiai Badiou Badiou
A necessidade do corpo de ser libidinisado não se encerra na infância... Quando somos propriamente adultos ainda temos que investir nesse pedaço de carnepalavra
Ja falei isso mas repito, o corpo não é só carne, é palavra e é libido.
O capitalismo é uma economia do gozo onde ninguem enjoy It, mas se goza de não deixar os outros enjoy
As vezes muitas vezes o sujeito nem está no Grande Jogo, em cargo de poder, é sofrente igual todo mundo, mas se nega a deixar outros entrarem no jogo just for the sake of it
Em síntese, se aprende a nadar nadando
Se é saudável tbm se arriscando a ser sujeito ativo na mais forte concepção da palavra, e ser sujeito é ir de encontro com certas estruturas necrosantes que buscam de manter morto-vivo trabalhante
Ser sujeito é risco, ser saudável é risco
Tem o título de um artigo que é muito interessante que é Saúde é colocar-se em risco
Evidentemente o risco não é risco qualquer, mas faz muito sentido, ele discute o conceito de saúde em Canguilhem que tem haver com normatividade vital, essa capacidade de tornar-se sujeito
que tem haver com rebelião, com evento propriamente dito
Falando dialeticamente, é abrir se tambem a pulsão de não identidade, se arriscar
E com Lacan, a pressa tem papel fundante no ato, não se age qnd se sabe td, mas se age e no momento se constrói o saber, mentefatura