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@louzadamd@GIROTTO viaturas policiais, veículos de emergências e combate a incêndio, "AINDA QUE NÃO IDENTIFICADO OSTENSIVAMENTE". Ou seja, nem multa o órgão de trânsito deve lavrar mais. Era só uma burocracia desnecessária.
@louzadamd@GIROTTO Não é verdade. Antes de 2023, o órgão de trânsito responsável lavrava a multa e encaminhava ao órgão do veiculo/viatura e era feita a justificativa. Em 2023 houve uma alteração no CTB que diz, resumidamente, não há infração em relação à circulação, parada e estacionamento para>>
O dossiê que despiu toda a direita.
A briga entre Kim Paim e Jeffrey Chiquini tem cara de treta de internet, dessas que morrem em três dias. Mas ela expõe o momento da direita brasileira inteira. E existe um lado certo e um lado errado nessa história, por mais que o isentão de plantão jure que não.
Para entender o caso, é preciso voltar um pouco. Durante muito tempo, a direita teve um único assunto: o PT. Vamos supor que existissem cinco milhões de views de direita circulando na internet. MBL, bolsonaristas, lavajatistas, antipetistas de ocasião, todo mundo pescava no mesmo lago, falando contra as mesmas pessoas. Nesse arranjo, todo mundo ganhava junto.
Aí a direita chegou ao poder e a conta mudou. Os interesses se dividiram, o público se dividiu junto, e começou uma briga por relevância que ninguém quis anunciar em voz alta.
Os primeiros rachas pegaram o público de surpresa. Caso Bivar, caso Santos Cruz, caso Joice Hasselmann. Em cada um deles, parte da militância demorou um ano para entender quem estava certo. O pessoal de perfil mais militar, por exemplo, levou tempo para perceber o que o Santos Cruz representava interesses globalistas da ONU dentro do governo Bolsonaro.
Foi assim que a direita descobriu, meio na marra, que ter lado não bastava. Era preciso vigiar o próprio lado também.
Nesse processo, pessoas que só conheciam elogio descobriu a crítica. E não gostou. Imagine uma parlamentar acostumada apenas receber elogios como reagi a começarem as críticas? Rebatizando as críticas de “ataque”.
Foi a reação da Ana Campagnolo quando foi cobrada pelo trabalho de bastidor contra o Carlos Bolsonaro. O truque é velho: quando chama de ataque, ela se dispensa de responder o mérito. E o eleitor que cobrou vira automaticamente um inimigo do projeto, um infiltrado, fanático, um traidor.
Jornalismo não é assessoria de imprensa
É aí que entra o Kim Paim.
Ele é um player único. E digo isso sem ser audiência fiel dele: de trinta vídeos que ele lança num mês, assisto um ou dois, porque o formato me cansa. Mas eu sei o que ele está fazendo.
A esquerda não tem um Kim Paim. O papel que ele se deu foi o de desnudar. Pegar o que o político faz longe dos holofotes e mostrar pro público. Ele não inventa atitude, não fabrica curtida, não cria print do nada. Ele junta o material que a própria pessoa produziu e coloca na mesa.
Foi exatamente isso que o Allan dos Santos fez no caso da Michelle Bolsonaro. Pegou a carta em que Bolsonaro indicava Flávio como candidato, pegou as atitudes públicas dela e colocou uma coisa ao lado da outra, mostrou a contradição. Ou a orientação mudou e ninguém escreveu carta nova, ou Michelle está ignorando o que o marido pediu. Não tem terceira leitura.
Incomoda? Incomoda.
Mas, no dia em que o político escolhe o que o jornalista pode mostrar, o jornalista virou assessor de imprensa. A Michelle e seu entourage quer assessoria.
O público quer saber que diabos está acontecendo em Brasília.
Quem quiser derrubar o Kim Paim tem o caminho na mesa. São anos de vídeo, milhares de horas gravadas. Basta pegar os programas dele e prova que ele mentiu. Que os prints, são falsos, que as declarações e notícias da pauta são mentirosas e pronto o Kim está acabado.
O Rodrigo Constantino teve essa chance quando foi exposto fazendo campanha velada por outro candidato, com recorte de tela e curtida documentada. Tinha duas saídas honestas: provar que era mentira ou assumir e mandar quem não gostou reclamar com o bispo. Escolheu a terceira: colar rótulo no mensageiro. Ladrão, bandido, dugnista o repertório completo.
Nenhum rótulo respondeu se a curtida existia ou não.
Chegamos então ao Jeffrey Chiquini.
Ele começou bem-posicionado, advogado do nosso querido Filipe Martins, fez um trabalho notário e midiático, ganhou a atenção e a boa vontade dos bolsonaristas de primeira, mas cometeu o erro clássico de quem chega querendo sentar na janelinha sem saber quem é quem no ônibus.
A primeira providência foi dar uma de galo pra cima do Paulo Figueiredo, um sujeito anos-luz à frente dele em lastro político, enfrentamento online e inteligência. Levou uma bordoado no meio e saiu tonteado e com a imagem comprometida. Antes o bom moço advogado agora brigando com bolsonaristas?
Com o Kim Paim, tentou a tabelinha eleitoral: se aproximar do jornalista para ficar bem com o público dele e colher voto. O Kim não se prestou ao papel e disse, em resumo: “tu fala mal de mim, não vem com essa história”.
A partir dali, na cabeça do Chiquini, sobrou uma equação só: ou o Kim Paim vira aliado, ou o Kim Paim precisa desaparecer.
Nasceu o dossiê.
E o que tinha dentro da bomba prometida?
Até eu prudente, mas não sofisticado, resolvi esperar vir a bomba para me manifestar.
Que o Kim Paim é financiado por um bilionário.
Qual bilionário? George Soros? Algum russo proxi de Putin? Não, apenas o dono do Quinto Elemento, veículo onde ele trabalha publicamente, com participação semanal, coisa que qualquer espectador sabe faz anos.
A revelação equivale a denunciar que jornalista da Globo recebe salário dos Marinho. Todo jornalista do Brasil trabalha para gente rica, porque gente rica é quem é dona de veículo. Vale para Jovem Pan, pra Oeste, pra Globo, para todos.
E tem um detalhe que enterra a tese de vez: o Kim Paim existia na internet antes de o Quinto Elemento existir, fazendo o mesmíssimo trabalho e com o mesmo sucesso de hoje.
O resto do material segue a mesma lógica.
Processo na Justiça? Todo mundo tem. Os Marinho colecionam. E, num país onde ativismo judicial é realidade admitida até por quem finge não ver, processo não serve de atestado automático de caráter.
Declaração antiga contra Bolsonaro? Praticamente todo brasileiro tem uma, inclusive bolsonarista que hoje ocupa cargo. O Constantino tem as dele. Quem apoia Bolsonaro desde 2013, como eu, é estatística de um por cento.
O critério honesto sempre foi o que a pessoa faz hoje.
É a mesma premissa de quem quer cancelar o Olavo porque ele estudou astrologia na década de 1980, em vez de pegar os livros do cara e desmontar por dentro.
Ninguém fez.
O que entrega a malícia é o passo seguinte.
Chiquini acusa Kim Paim e o grupo dele de trabalharem contra a candidatura do Flávio, e chega a incluir Eduardo Bolsonaro na conspiração. Eduardo, justamente o responsável direto por essa candidatura existir.
Na sequência, coroa como “verdadeiros apoiadores” justamente quem o Kim expôs por não apoiar Flávio até hoje.
Inverteu a realidade inteira e apresentou de cara limpa.
O padrão se repete no mercado de trabalho da direita. Repare quem ganha emprego em certos veículos: os céticos da candidatura e o pessoal alinhado à Michelle. Depois esses nomes são apresentados como a reserva moral do bolsonarismo, enquanto o verdadeiro bolsonarista passa a ser quem acha que Michelle está certa contra o candidato que o próprio Bolsonaro indicou.
Não faz sentido nenhum, mas cumpre função.
Por que Chiquini aposta numa narrativa tão furada? Porque a matemática dele é de sobrevivência política. Todo mundo que o Kim Paim já expôs vai aplaudir o dossiê e repostar com gosto.
Como ele sabe que está queimado com o público que assiste Kim Paim, acompanha Paulo Figueiredo e vota no Flávio, resolveu pescar no aquário antibolsonarista.
E aí mora o alerta para o eleitor do Paraná: um candidato que puxa tapete de bolsonarista antes de se eleger vai fazer o quê depois de eleito?
Vai se juntar ao outro lado no primeiro dia útil.
Ele só não faz isso agora porque se opor ao Flávio hoje é perder eleição.
Quem domestica quem?
Os políticos querem nos domesticar e nós queremos domesticar os políticos. A briga toda é essa.
O eleitor comum trabalha o dia inteiro e não tem como vigiar mandato, bastidor e curtida de madrugada. Então terceiriza a parte chata. O Kim Paim faz esse serviço e é bem pago por ele, com audiência e Super Chat. Ele passa o dia de olho no que os caras fazem. A gente banca.
O problema é que os nossos políticos não querem ser vigiados. Querem aplauso.
Michelle quer aplauso vinte e quatro horas enquanto faz suas jogadas. Damares quer validação mesmo jogando contra nós. Chiquini, que nem mandato tem, quer ser aceito e exaltado e uma cadeira de senador de um dia para o outro, por ter advogado para Felipe Martins e ter feito críticas ao supremos picaretas. Até a Bia Kicis, que é um quadro excelente e que estamos colocando no Senado, entrou na vibe do “não me critiquem, só me elogiem”.
Não é assim que funciona, Bia.
Tu trabalhas para nós. Nós não trabalhamos para ti.
Errou, pede desculpa. Saiu do caminho, a gente cobra até voltar para o rumo certo. E quem não gostou do arranjo tem a porta da rua à disposição.
Acabou a surdina. Acabou os acordinhos de bastidor.
O que se faz em Brasília vai ser feito na frente do público, com registro e timestamp e eternização no Atlas Brasileiro. Uma hora aparece político que goste de trabalhar assim.
Quem quiser derrubar o Kim Paim que refute o Kim Paim.
Até lá, ele segue clipando. E nós retuitando.
@omachoalpha@joaopedro Se fosse discriminado no contracheque, já mudaria muito a percepção dos desavisados. Imagina a revolta quando ele ver o seu rendimento bruto ser o dobro do seu líquido, com todos os descontos informados?
@otimistaoficial Pior que baixei os resultados e fui conferir......que estranho. Os 2 concursos aparecem vencedor do RS....seria o mesmo sortudo? Ou erro na planilha de resultados?
“Faça as pessoas discutirem o que não faz diferença nenhuma e elas nunca perceberão o que realmente está acontecendo.” — Livro “1984” - George Orwell
Olha o Brasil real enquanto todo mundo discute o comercial da Havaianas.
• R$ 226 bilhões arrecadados em impostos em um único mês.
• Mais de R$ 2,6 trilhões tirados do bolso do contribuinte no ano.
• 27 aumentos de impostos desde 2023.
• 30 mil presos soltos de uma vez por “saídinha”.
• Déficit nominal no pior nível desde o Plano Real.
Soma isso com:
• Escândalos em bancos.
• Rombo no INSS.
• Corrupção que nunca acaba.
• Supremo Tribunal Federal decidindo o que deveria ser debatido no Congresso.
Mas o grande debate nacional é:
👉 a sandália.
Não é que a polêmica da Havaianas não importe.
Ela importa porque mostra lado numa guerra cultural antiga.
O truque é achar que isso é o centro do problema.
Enquanto a gente briga por símbolo,
os números — esses sim — seguem avançando.
Orwell não previu o futuro.
Ele só descreveu o método.
Agora me diz:
você está olhando pro barulho ou pros números?
CARTA AOS BRASILEIROS
Ao longo da minha vida tenho enfrentado duras batalhas, pagando um preço alto, com minha saúde e família, para defender aquilo que acredito ser o melhor para o nosso Brasil.
Diante desse cenário de injustiça, e com o compromisso de não permitir que a vontade popular seja silenciada, tomo a decisão de indicar o Flávio Bolsonaro como pré-candidato à Presidência da República em 2026.
Entrego o que há de mais importante na vida de um pai: o próprio filho para a missão de resgatar o nosso Brasil. Trata-se de uma decisão consciente, legítima e amparada no desejo de preservar a representação daqueles que confiaram em mim.
Ele é a continuidade do caminho da prosperidade que iniciei bem antes de ser Presidente, pois acredito que precisamos retomar a responsabilidade de conduzir o Brasil com justiça, firmeza e lealdade aos anseios do povo brasileiro.
Que Deus o abençoe e o capacite na liderança dessa corrente de milhões de brasileiros que honram a Deus, a Pátria, a Família e a Liberdade.
Brasília, 25 de dezembro de 2025.
JAIR MESSIAS BOLSONARO
⚠️REFLEXÃO: Por que Bolsonaro indicou o filho.
Muita gente está perguntando “por que Bolsonaro indicou o próprio filho para disputar a Presidência?”
E a resposta não está na superfície. É mais profunda.
Bolsonaro não está apenas “passando o bastão”.
Ele está tentando preservar um projeto político que, para milhões, representa:
•enfrentamento ao sistema,
•defesa de valores conservadores,
•resistência contra estruturas que sempre dominaram a política nacional.
E aqui está o ponto central:
Quando um líder é impedido de concorrer, ele precisa escolher alguém de confiança absoluta não por sangue, mas por lealdade ao propósito.
Nos bastidores, Bolsonaro viu:
✔️ aliados que recuaram,
✔️ políticos que mudaram de postura,
✔️ nomes que poderiam ceder à pressão do sistema.
Nesse cenário, a pergunta ficou inevitável:
Quem defenderia o projeto do Bolsonarismo sem negociar princípios?
Quem enfrentaria o sistema sem se dobrar?
A resposta dele foi clara:
alguém que viveu a luta por dentro,
sentiu cada ataque,
e sabe exatamente o que está em jogo.
Por isso, antes de criticar, vale lembrar:
Às vezes, a decisão mais controversa é justamente a que mantém um movimento vivo.
Porque, na política, nem sempre se escolhe o “nome perfeito”.
Muitas vezes, se escolhe quem não trai a causa.
Acreditem em nosso CAPITÃO @jairbolsonaro !
Não sou judeu, mas faço minhas as palavras do Alex Pipkin. 👇👏
A Vergonha de um Presidente — e o Orgulho de Ser Judeu
Alex Pipkin, PhD
Antes de qualquer rótulo político ou ideológico, sou judeu. E isso basta para me revoltar diante da perversidade normalizada que voltou a assombrar o mundo. Em 2025, o antissemitismo — que nunca morreu — saiu definitivamente do armário. Ele desfila com cinismo por universidades, fóruns multilaterais, redes sociais e — no caso brasileiro — pelos corredores do Itamaraty, sob a tutela de Lula e seu assessor, o diplomata Celso Amorim.
É preciso nomear as coisas pelo nome. O presidente condenado por corrupção, reincidente na demagogia e no populismo de esquina, protagonizou mais uma infâmia diplomática: retirou o Brasil do quadro de países signatários da IHRA, a Aliança Internacional em Memória do Holocausto. O gesto não é simbólico. É ideológico. É profundamente antissemita.
Jean-Paul Sartre, ainda que um coletivista, foi lúcido ao identificar que o antissemitismo não nasce da ignorância, mas da má-fé — e, sobretudo, da inveja. O judeu, minoria entre as minorias, destaca-se onde a excelência é exigida: na ciência, literatura, medicina, economia, filosofia. Não por privilégio, mas por esforço milenar de sobrevivência, estudo e autonomia. O antissemitismo, então, é o grito ressentido de quem odeia o mérito, odeia a diferença, odeia a liberdade que o judeu encarna.
É revelador que boa parte da esquerda contemporânea, herdeira do marxismo, compartilhe essa raiz antissemita. Marx, em seu panfleto Sobre a Questão Judaica, despeja desprezo contra o judeu “mercantilista”, numa generalização torpe, repulsiva e intelectualmente desonesta. De Marx a Lula, há uma linha contínua de intolerância travestida de justiça social. O povo judeu, que não se curva à coletivização de almas, incomoda porque persiste.
Lula não age apenas por ignorância. Age por convicção. Sua política externa, guiada por ditaduras, por terroristas e por inimigos da liberdade, expõe sua natureza perversa. Sua diplomacia, conduzida por gente que relativiza o Holocausto e glorifica o Hamas, rebaixa o Brasil a um país que perdeu não apenas o senso estratégico, mas a dignidade moral.
O Brasil merecia mais. Merecia líderes que homenageassem as vítimas do Holocausto e repudiassem o terrorismo. Merecia governantes que compreendessem o valor da memória, da história e da civilização. Mas hoje temos um falastrão, irresponsável e perigosamente antissemita no comando da nação. E isso não pode ser silenciado.
Não é preciso ser judeu para se indignar com o antissemitismo. Basta ser humano. Basta respeitar a dignidade humana.
Mas eu sou judeu. E o judeu, que resistiu a faraós, inquisidores, czares, nazistas e aiatolás, resistirá também a Lula e seus comparsas. Não por ódio. Mas por fidelidade à vida.
Sou judeu, e não perdoo perversos.
Não perdoo Lula da Silva, perverso reincidente, mentiroso contumaz, que mancha a memória dos mortos e a dignidade dos vivos.”
@Ichinoki_Sasuke@odanielscott Bom, na postagem não fala em tamanho de presídios, mas em quantidade. E sim, verticalização e INDICATIVO de valorização econômica. O preço de um prédio "estar ali", em detrimento de um imóvel térreo, é justificado por questões econômicas.
@brasilparalelo Pessoal está precedendo militante esquerdista, não lê e já vai dando chiliques. Vejam no final do texto: "Fonte: Vatican News". Ou seja, não foi o BP quem escreveu, foi o Vatican News!!!
@PauloPenldo@ivanildoiii Sem se ater aos dados fielmente mensurados pela perícia do local, tomando como sendo a velocidade do carro a 120km/h(33,34m/s) e considerando que o atropelamento se deu passados +- 4,5s após as vítimas iniciarem a travessia, tem-se: