Alexandre de Moraes está desde o dia 9 de dezembro sem explicar o contrato de R$ 129 milhões entre o escritório de advocacia de sua mulher, Viviane Barci, e o banqueiro corrupto Daniel Vorcaro. São 193 dias
Urgente - André Mendonça e Luiz Edson Fachin se reúnem para falar sobre o celular de Daniel Vorcaro. Mensagens apontam Dino 15 Bi, Moraes e Toffoli. Há tensão no STF, a toga não protege mais.
URGENTE: Namorada do diretor-geral da PF Andrei Rodrígues recebeu valores milionários de empresa ligada a Vorcaro. Trata-se da bela e recatada @renatavarandas
Nas enchentes, propus o perdão da dívida do Rio Grande do Sul. Não faz sentido que o gaúcho continue pagando bilhões para Brasília. O PT e o PSol votaram contra.
🚨Uma reportagem exclusiva do jornalista Oswaldo Eustáquio, publicada na Gazeta do Paraná, afirma que a jornalista Renata Varandas, apresentadora do programa Poder em Foco no SBT News e namorada do diretor-geral da Polícia Federal Andrei Rodrigues, teria recebido valores milionários da Ambipar.
Varandas é sócia do escritório Figueiredo & Velloso Advogados Associados, em Brasília, na área de comunicação e relações governamentais. Segundo a matéria, o vínculo contratual dela com a Ambipar seria a origem desses valores.
A Ambipar, multinacional de serviços ambientais e logística, está sendo investigada pela CVM por suposta manipulação de mercado. Fundos ligados ao Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro, teriam comprado cerca de R$ 754 milhões em ações da empresa entre junho e agosto de 2024, fazendo o preço das ações subir 863% nesse período.
A empresa também possui contratos milionários com o governo “Lula”: R$ 480,9 milhões no total em 2024, incluindo R$ 269,7 milhões apenas com a Funai. A reportagem levanta dúvidas sobre possível conflito de interesses.
Vale registrar que o diretor-geral da PF foi afastado das investigações do Caso Master pelo ministro André Mendonça.
Tudo ainda está em fase de apuração. Não há confirmação de valores exatos pagos individualmente nem qualquer condenação até o momento.
O tempo passou, as manchetes mudaram e o assunto saiu do foco.
Enquanto isso, o General Braga Netto e centenas de condenados pelos atos de 8 de janeiro seguem presos, cada vez mais esquecidos pela sociedade.
O líder de Lula, Jaques Wagner, ganhou um apartamento avaliado em R$ 2 milhões e levava propina direto do Vorcaro, de acordo com Malu Gaspar.
Isso é o “novo normal” petista? Rouba, ganha presente milionário, lava o dinheiro e continua mandando no Senado como se nada tivesse acontecido. O circo está armado para proteger o núcleo duro do PT.
Cuidado com as quedas, Malu.
TEM QUE AGILIZAR O IMPEACHMENT DESSE BATORÉ OUTRO COM O RABO PRESO NO STF CORRUPTO TAMBÉM
OLHEM ISSO AQUI PATRIOTAS:
Patrimônio Familiar: Histórico de reportagens (como as publicadas pelo Congresso em Foco e pela revista piauí) indicam que o patrimônio de pessoas ligadas à sua família e ao seu clã inclui um vasto conglomerado de empresas (postos de combust��veis, agropecuárias, veículos de comunicação e imóveis) no Amapá. TUDO COM O NOSSO DINHEIRO.
🚨URGENTE - André Mendonça acaba de revelar que determinou a quebra de sigilo do iCloud do sicário e diz que vamos ver o que vem de lá
“Essa semana eu determinei a quebra desses dados. Vamos ver o que virá de lá, o que deixou a irmã do Sicário passando mal. Eu não sei.”
Dois ministros, duas formas opostas de exercer a jurisdição penal. Um violador de direitos humanos produto do sistema. O outro, escolhido por Bolsonaro para defender o ordenamento jurídico, o Brasil e os brasileiros.
Os casos conduzidos por André Mendonça (Banco Master) e Alexandre de Moraes (farsa do golpe, com delação de Mauro Cid) ilustram, lado a lado, essas duas posturas. Legalidade versus abuso de poder no STF.
No inquérito do Banco Master, Mendonça atua como se espera de um julgador: submeteu rapidamente suas decisões à Segunda Turma, garantindo colegialidade e blindagem contra nulidades. Fundamentou cada ato em requerimentos da PF e PGR, manteve a prisão preventiva de Daniel Vorcaro com base nos pressupostos do art. 312 do CPP.
Diante da proposta de delação, não negociou: condicionou qualquer avanço à análise da PF e da PGR, que a rejeitaram por falta de fatos novos. Não pressionou, não ameaçou, não conduziu o investigado, apenas presidiu com sigilo, devido processo e proporcionalidade.
Já na delação de Mauro Cid, o quadro é o inverso. Em audiência no STF, Moraes repreendeu o colaborador ao vivo, advertindo sobre prisão preventiva, rescisão do acordo e o desprezível absurdo de responsabilização do pai, da esposa e da filha.
Trata-se de coação explícita, em que o relator conduziu, advertiu, pressionou e coagiu diretamente o depoente.
De um lado, legalidade. Do outro, pressão pessoal. A diferença entre julgar a prova e fabricar a prova.
O Brasil só retomará seu rumo correto no dia em que Alexandre de Moraes for extirpado do STF.