A FÁBULA DO ESCORPIÃO: SIMONE TEBET NA RETA FINAL TRAI LULA, HADDAD E MARINA
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No meio do caminho, o escorpião acaba por ferroar o sapo, condenando ambos à morte.
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É esse o meu combustível para seguir lutando pelo Brasil!
Bora que temos uma eleição para ganhar e um Brasil para resgatar!
Vote 22 🇧🇷 💚 💛 💙
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#flaviobolsonaro#bolsonaro#familia#foraPT
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Imagina lula podendo escolher mais 4 Flávio Dinos?
Vamos afundar o 22 nas urnas💚💛
Zema , Caiado , Cury e Renan
Se vocês desistirem das suas
• candidturas este ano, em prol do único candidato com chances reais de ganhar, os quatro terão nova chance na eleição de 2030.
A seis dias das eleições, Ricardo Salles desistiu da candidatura ao Senado por São Paulo e anunciou apoio a Guilherme Derrite e André do Prado, para concentrar os votos da direita nas duas vagas em disputa.
Não foi uma saída imposta pela Justiça, pois sua candidatura estava deferida, mas uma decisão política. Salles passou meses defendendo seu nome e confrontou André do Prado. Em julho, sustentou que era Prado quem deveria desistir; agora, é Salles quem abre mão da própria candidatura e passa a apoiá-lo, além de Derrite.
Pesquisas colocavam Derrite, Marina Silva, Simone Tebet e André do Prado à frente. No Paraná Pesquisas de 22 de setembro, registrava 10,6%, e sua permanência significava manter três candidaturas disputando parcelas do mesmo eleitorado de direita.
Salles participa da construção da direita brasileira desde antes da força eleitoral atual desse campo; foi um dos fundadores do Movimento Endireita Brasil, ministro do Meio Ambiente de Jair Bolsonaro e construiu sua carreira mantendo uma linha ideológica definida.
É fácil falar em projeto coletivo quando ele coincide com a própria candidatura; difícil é sustentá-lo quando significa retirar o próprio nome da urna. Salles poderia insistir até o fim, mas preferiu sair e pedir votos para um adversário da campanha.
Num ambiente político em que tantos transformam partidos, ideologias e alianças em instrumentos de projetos pessoais, Ricardo Salles tomou uma decisão que lhe custou muito e que, por isso, merece respeito.
A decisão abre um debate sobre outros nomes ao Senado e, sobretudo, sobre as candidaturas presidenciais de Zema, Caiado, Cury e Renan Santos. A esta altura, não existe terceira via - insistir nessa tese significa fragmentar o mesmo campo político e reduzir a possibilidade de Flávio Bolsonaro concentrar votos suficientes para buscar uma vitória já no primeiro turno.
Salles mostrou que é possível abrir mão de um projeto pessoal quando acredita que há algo maior em jogo; a mesma coerência passa a ser cobrada dos demais. Isso não significa cheque em branco; quem for eleito pela direita e não fizer o dever de casa será duramente criticado.
Editorial extra do Estadão: Dino atua para reeleger Lula.
Em decisão monocrática, suspendeu ordem de Mendonça que derrubava a fake news de Nossa Senhora Aparecida.
O jornal chama o gesto de atropelo da Justiça Eleitoral e militância escancarada. Lembra a perseguição a jornalista no Maranhão e o silêncio sobre Moraes.
FUX SUSPENDE decisão de Dino e RESTABELECE ordem do TSE sobre posts envolvendo Nossa Senhora Aparecida.
As plataformas terão 24 horas para voltar a cumprir as determinações da Justiça Eleitoral.
🫱Marcel van Hattem comemora a decisão de Fux de suspender a ordem de Dino no caso das fake news contra Flávio Bolsonaro envolvendo Nossa Senhora Aparecida:
“Felizmente, uma decisão correta”. Agora, a ordem do TSE volta a valer e o caso segue para o plenário.
📌A decisão de Flávio Dino que derrubou a ordem de André Mendonça no TSE já provoca reação dentro do próprio Supremo.
Segundo o SBT News, Edson Fachin deve se reunir nesta segunda-feira, 28 de setembro, às 10h30, com integrantes do TSE, tendo como principal tema justamente a decisão de Dino.
Nos bastidores, uma ala do STF questiona possível usurpação da competência da Justiça Eleitoral e um magistrado teria manifestado “perplexidade”.
A decisão de Dino conseguiu o que parecia impossível - ou previsível- ; criar uma crise entre STF e TSE às vésperas da eleição.
🇧🇷⚠️⚠️ O ABSURDO DOS ABSURDOS ‼️
Jeffrey Chiquini acabou de receber uma ordem da Justiça Eleitoral que o proíbe de usar as redes sociais para falar que Deltan Dallagnol é candidato ao Senado pelo Paraná, número 300.
Fachin se reunirá com ministros do TSE nesta segunda após Dino atropelar Mendonça.
Se a Justiça Eleitoral precisa de reunião de emergência depois da interferência de um ministro do STF, quem está conduzindo a eleição?
INESPERADAMENTE, ESTADÃO DETONA: "DINO ATUA PARA REELEGER LULA"
O jornal O Estado de S.Paulo soltou o verbo em forte editora intulado:
Dino atua para reeleger Lula
O Estadão afirma com todas as letras que "com sua decisão política de confrontar o TSE e restabelecer fake news contra Flávio Bolsonaro, o ministro deixa claro que não há limites para ajudar a campanha do chefão petista".
Foi exclusivamente política a decisão que o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), tomou ao derrubar uma ordem do ministro André Mendonça, na condição de vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para remover publicações em redes sociais que prejudicavam o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro.
Dino atropelou competências de maneira monocrática e atuou de forma escancarada como militante da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT. Nada surpreendente, diante da baderna judicial à qual infelizmente o País já começa a ficar habituado, graças à irresponsabilidade de uma parte dos ministros do Supremo.
Na sexta-feira passada, o ministro André Mendonça mandou tirar do ar 1.125 publicações segundo as quais Flávio Bolsonaro, na condição de senador, havia apoiado um projeto de lei para tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de "padroeira do Brasil". A informação, inverídica, foi criada e difundida por perfis de esquerdistas.
Pode-se até discutir se o TSE deveria ter derrubado as publicações, à luz da garantia constitucional da liberdade de expressão e também à luz da autonomia do eleitor, mas o que é indiscutível é a competência da Justiça Eleitoral para fazê-lo – e de modo célere, se entender que as publicações podem desequilibrar a disputa eleitoral.
O ministro Flávio Dino, recorde-se, é o mesmo que ignorou as garantias constitucionais do sigilo da fonte e da liberdade de imprensa ao usar seu poder para perseguir um jornalista do Maranhão, seu reduto político, por ter publicado notícias das quais ele não gostou. Recorde-se também que o ministro Flávio Dino jamais disse uma única palavra contra as inúmeras decisões arbitrárias de seu colega Alexandre de Moraes contra bolsonaristas suspeitos de "golpismo", incluindo censura e suspensão de perfis em redes sociais. Logo, sua súbita conversão em paladino da defesa da liberdade de expressão é apenas cínica.
Nada disso pode ser lido fora do contexto da sangrenta rinha de galo em que o Supremo mergulhou, opondo lulistas e bolsonaristas. Flávio Dino, ex-ministro da Justiça de Lula e fidelíssimo escudeiro do presidente, foi colocado no STF porque, nas palavras do petista, tem "cabeça política". E ele não vem decepcionando: está na linha de frente na defesa dos interesses de Lula no tribunal, sobretudo quando se trata de confrontar os ministros indicados por Jair Bolsonaro – André Mendonça e Kassio Nunes Marques.
O resultado disso é que, de uns tempos para cá, quase todas as decisões importantes emanadas da Corte são entendidas como resultado de confronto político, e não jurídico. A Constituição é mera figurante nessa confusão. Nos votos dos ministros, a hermenêutica é exclusivamente política, e o que resta aos cidadãos é procurar entender quem ganha e quem perde com esta ou aquela sentença. Às favas a jurisprudência.
É evidente que isso desmoraliza ainda mais o Judiciário, já bastante desacreditado, como indicam claramente inúmeras pesquisas de opinião. Ministros que só se preocupam com o horizonte eleitoral colaboram de modo decisivo para arruinar a necessária imagem de imparcialidade e prudência que o Supremo, mais do que qualquer outro tribunal, deveria ter. Hoje, já é possível dizer que o Supremo, tal como desenhado na Constituição, está definitivamente arruinado.
Para piorar, mais uma vez o País está perdendo tempo e energia com temas absolutamente inúteis para o futuro, empobrecendo ainda mais uma campanha eleitoral que já não despertava grande interesse por sua absoluta indigência. Na prática, a consequência desse irrelevante caso de fake news contra Flávio Bolsonaro será a confirmação, de resto desnecessária, de que os agentes de Lula no Supremo não medirão esforços para eleger o chefão petista – uma clara aposta na manutenção do atual estado de coisas e na nomeação de mais ministros que tornem o bloco lulopetista no Supremo imbatível. O problema é que se trata de algo tão escandalosamente claro para todos que o tiro pode acabar saindo pela culatra.
Matéria do Jornal da Cidade Online
Andreza Matais tentou despistar o Kim Paim?
Kim Paim desmonta a nota “do André Shalders” e aponta o óbvio: o texto tem cara, jeito e cheiro de Andreza Matais.
No recorte, Kim Paim compara duas notícias. A primeira, do Leandro Magalhães, ele trata como verossímil: após decisão de Flávio Dino, Fachin se reuniria com ministros do TSE — Mendonça, Kassio e Toffoli — para analisar o impacto da crise no Supremo sobre a Justiça Eleitoral. Faz sentido no contexto da briga entre alas do STF.
A segunda nota, assinada como André Shalders, ele considera estranha. O texto fala que Fachin vai ouvir o “incômodo” de Mendonça com Dino, alerta para “falta de governança” no TSE às vésperas da eleição e sugere que, se o conflito escalar e Mendonça e Kassio forem afastados, os substitutos seriam Gilmar Mendes, Zanin e Dino — exatamente o que, segundo Kim, interessa a uma das alas.
É aí que ele crava:
“Não acredito que André Shalders tenha escrito aquilo.” Diz que a nota tem “cabelo de Andreza Matais, braço de Andreza Matais, olho, nariz, boca, perna, unha” e “o cheiro do perfume de Gilmar Mendes”. André, para ele, é jornalista investigativo, não o tipo que produz essa “notinha de fofoca” com interlocutores próximos, linguagem de bastidor e narrativa pronta.
Esse tipo de texto, na coluna do Metrópoles, costuma ser da Andreza.
Kim lembra que, na semana anterior, quando começaram a apontar o padrão de vazamentos que favorecem a linha de Gilmar Mendes, Andreza saiu reivindicando: “foi a minha coluna”. Só que quem postava era o André Shalders. A leitura dele é clara: ela pediu para o colega assinar/publicar para o nome dela não aparecer na frente.
Ele fecha pedindo que Andreza “bote a mão na consciência” e olhe o que está fazendo com o país — e insiste que, mesmo que André se ajoelhe e diga que foi ele, o ritmo da escrita e o conteúdo não batem com o estilo do repórter.
O recorte junta a notícia plausível do Leandro com essa segunda peça para mostrar o contraste: uma informa o movimento institucional; a outra, no entendimento de Kim Paim, tenta moldar a narrativa da crise no STF/TSE atribuindo a autoria a quem não tem o “DNA” daquele texto.
@kimpaim