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estou procurando pessoas que frequentavam o Beira-Rio (no Coreia, por exemplo) e o Olímpico nas décadas entre 70 e 90, quando os ingressos tinham preços extremamente acessíveis, e que hoje não conseguem mais ir aos jogos por conta dos valores (+)
@joanaberwanger Posso te dar alguns relatos...nasci em Canoas em 1965, fui a praticamente todos os lugares do Beira-rio entre 1975 e 1981....por conta de um vizinho. Hoje sou sócio e moro em Santa Catarina desde 2001. Um abraço e boa sorte no projeto.
Vamos lá....
Lugar de criança é na escola. Qualquer colocação diferente disso não é uma visão ideológica diferente, mas apenas uma violação jurídica inaceitável. Estamos falando de um direito fundamental, não de uma escolha política ou cultural.
Não é favor. É direito. A Constituição de1988e o Estatuto da Criança e do Adolescenteestabelecem, de forma inequívoca, a proteção integral à infância, com prioridade absoluta à educação, ao desenvolvimento e à dignidade.
Se há um caminho – ainda que muito difícil – para uma mudança social, ele começa a partir de uma educação pública integral e de qualidade.
Não é pelo trabalho precoce.
Dados do IBGE desmontam discursos que se apoiam em exceções. Eles mostram que o trabalho infantil no Brasil tem endereço certo: crianças pobres, majoritariamente negras, inseridas precocemente em atividades precárias e, muitas vezes, perigosas. Algumas análogas à escravidão. E estamos falando de quase um milhão de criancas.
Isso, mesmo sendo ilegal para menores de 14 anos!
Enquanto isso, filhos das classes privilegiadas seguem outro caminho, escola, proteção, oportunidades e conhecimento. Ou seja, não se trata de escolha individual, mas de desigualdade estrutural reproduzida.
E é por isso que esses números derrubam qualquer tentativa de romantização. Trabalho infantil não é formação. Não é aprendizado. É violação de direitos fundamentais.
Quando o Estado - ou suas lideranças - relativiza isso, o que se faz é legitimar um sistema que empurra sempre os mesmos para a base da pirâmide.
E alimenta o sofisma da meritocracia.
No fundo, o que se vende é a tirania do mérito: a ideia de que o esforço individual basta, quando, na prática, o ponto de partida já define o destino (a exceção só justifica a regra).
Um sofisma travestido de oportunidade, que apenas perpetua privilégios sob o discurso da meritocracia.
Porto Alegre: ligar rádio na Pampa e escutar o apresentador falar positivamente de mulher submissa a homem provedor, citando a Bíblia, chega a enjoar. É a treva num estado onde já se acumulam 28 feminicídios.
POBRE, LEÃO...
Arrascaeta dá carrinho sem noção no tornozelo do adversário: Daronco nada, VAR (Thiago Duarte Peixoto (SP)) em silêncio....
Saul dá COTOVELADA sem dó: Daronco nada, VAR (Thiago Duarte Peixoto (SP)) em silêncio...
PC Oliveira: “Tem gatilho. Pega o rosto do Caíque, e é uma ação para cartão vermelho. Daronco, inclusive, inverteu a falta.”
Renata Ruel: “Se a regra fosse aplicada, o Flamengo teria 3 expulsos. E o VAR não chamou em nenhum dos lances.”