É impressionante como todo e qualquer debate no Brasil se torna raso. Argumento sem embasamento.
Houve uma REGULAMENTAÇÃO NO ANO PASSADO. Inúmeros contratos foram feitos em cima dessas regras. Contratos de clubes, jogadores, federações, de futebol, de esportes olímpicos, de eventos culturais, de veículos de comunicação entre tantos outros.
No momento que você decide apenas dar uma canetada, você está apenas puxando um cobertor curto, fingindo tapar um problema e criando outro.
O fato da quebradeira do futebol está justamente ligada a isso. Inúmeros contratos foram feitos em cima desse processo. Premiações de competições foram definidas, investimentos, folhas de pagamentos de profissionais.
Então não tem absolutamente nada a ver com o futebol entre outras coisas existirem desde antes, tem a ver com os compromissos adquiridos baseados dentro de uma regulamentação e, principalmente, dos prejuízos que uma medida desesperada vai causar.
Eu já vi esse vídeo mais de mil vezes e, em todas, me emociono e me arrepio da mesma forma.
Bora entrar nesse clima bom de Libertadores, porque já já tem Flamengo.
“Mas a comissão técnica que decidiu”
Se na França mandarem o Rabiot bater um pênalti o Mbappé tira da mão dele e manda o técnico tomar no olho do cú. Titular do real Madrid, gols em 2 finais de Champions, artilheiro do Brasil na copa. Faltou fome de ser protagonista. Fim.
Desde o inicio da Copa do Mundo eu tive o prazer de ver todos os jogos, até os do Brasil na Cazé TV.
No final das contas eu só precisei de abrir o YouTube e clicar em assistir o jogo. Por escolha coloquei em 4K, tanto no meu celular quanto na TV da sala ou no notebook.
Na segunda tela do trabalho, no celular de um monte de gente no ônibus a caminho do lar, nos bares a caminho de casa.
Lá em 2022 a LiveMode viu uma brecha e aproveitou disso.
Hoje se você tiver acesso a eletricidade, internet e a 1 celular você pode assistir a todos os jogos da Copa do Mundo, coisa que até 2022 você ia precisar de umas assinaturas a mais, além do básico.
Graças a Copa do Mundo de 2026, a partir agora em diante, aqui no Brasil, será um caminho sem volta.