Juliano Cazarré.
Um ator monocromático.
Todos os papéis são meio imbecilizados ou tem uma agressividade primária que ele ilustra mais com sua cara hexagonal de Homo Erectus do que com suas interpretações pretensiosas metidas a minimalistas e interiorizadas.
Juliano Cazarré se reproduz sem controle nenhum porque é Deus quem dirá quando ele terá o último filho. O assoalho pélvico da esposa que lute. Mas ela concorda, né? Calo-me.
Juliano Cazarré é um moço que posou para fotos com o pênis tomando uma fresca enquanto ele fazia cara de "me perdi do caps" sob um guarda chuva amarelo.
Juliano Cazarré sugeriu que caso uma mulher/menina estuprada não queira criar seu filho é SÓ dar para adoção. Coisa simples, né? Dar um filho pra adoção é a mesma coisa que cortar os cabelos e dar pra palhaço fazer peruca, né? E a vida de uma criança abandonada/doada é ótima, né?Esse povo odeia mulheres e meninas e crianças. Nem disfarçam.
Juliano Cazarré em breve estará fazendo outra novela. Será bem pago para continuar fazendo mais do mesmo e para ter espaço e "relevância" que usará para dizer esses absurdos fundamentalistas.
Olha...
As vezes eu acho que meu proctologista lambuzou a luva no LSD pra me fazer o exame de toque.
Desejo sumiço.
Nossa Luana mas vc é cristã, não acha que tá sendo muito combativa nesse negócio do PL1904? Não. Sabe pq? P eu tb sou delegada de polícia. P eu tive ué ver vaginas de bebês dilacerados por estupros ocorridos dentro de casa. Pq eu tive que ver um menina de 13 anos q nem sabia q o q o avô fazia não era carinho. Pois eu vi uma garota de 16 anos q o pai era pastor, n deixava a esposa e ela terem acesso a celular, tv, amizades, p ir ao mercado teria q ser com ele, e essa garota era estuprada por ele, estava grávida, sem saber o q era sexo ou gravidez, e só se descobriu com quase 8 meses quando a professora notou e denunciou. Então, por cada uma dessas meninas que eu VI, e pelas que eu não vi eu falo, grito por elas PL1904 NÃO PELO AMOR DE DEUS!
Nesta quinta-feira (13), a jornalista Adriana Araújo fez um forte comentário sobre o avanço do projeto que equipara aborto após a 22ª semana ao crime de homicídio, inclusive em casos de estupros. "Os deputados fazem conchavos e aprovam a urgência de um projeto que nem deveria existir. Tratar mulheres estupradas como se fosse assassinas é cruel, é covarde, é tripudiar sobre a dor de meninas porque 60% das vítimas de estupro no nosso país são menores de 14 anos. Sabe quem deve rir com essa ideia e aplaudir os senhores deputados? Os estupradores", começou a âncora. Na proposta, a pena para a mulher que realizar o procedimento fica maior do que a prevista para o homem que a estuprou, podendo chegar a 20 anos de reclusão para a vítima e 12 anos para o abusador.
Adriana ainda analisou a aplicação de pena de homicídio simples nos casos de aborto em fetos com mais de 22 semanas nas situações em que a gestante provoque o aborto em si mesma ou consente que outra pessoa lhe provoque. "Se coloque no lugar de uma mulher que, depois das 22 semanas de gestação, descobre que corre risco de vida. Como está no projeto, se essa mulher abortar, ela vai presa, se não abortar, pode morrer. Grávidas, em um momento de imensa angústia, vão ter que escolher a morte ou a cadeia? E os deputados têm a sordidez de dizer que estão defendendo da vida. Tenham vergonha!", completou.
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(📹: @bandjornalismo; @adrianaaraujo_)