🚨AGORA - Alexandre de Moraes se declara impedido de julgar mandado de segurança que trata sobre sua própria esposa, Vivivane Barci de Moraes, e Daniel Vorcaro
EDITORIAL | Não deixaremos que Lula reescreva a História – “Petistas se esforçam para caracterizar como perseguição política a justa punição que alguns de seus líderes receberam por protagonizar os maiores escândalos de corrupção do País”. Texto completo: https://t.co/oeggA4nCrj
Eles estão preparando o Gópi, todo cenário está sendo construído para que Flávio ganhe as eleições e o governo não aceite a derrota! @BolsonaroSP está correto!
Venderam a Justiça do Brasil. ⚖️
Quem vendeu tá de toga.
Pra quem paga, eles fazem ela dançar.
Pra quem não paga, eles mandam algemar.
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🚨URGENTE - Gilmar Mendes envia ofício acusando Fux de ajuste prévio com Mendonça e questionando a inclusão em pauta do afastamento do diretor-geral da PF
🚨URGENTE:
A ministra aposentada do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Eliana Calmon afirmou que a reputação de Alexandre de Moraes está "irremediavelmente perdida" diante das suspeitas que o envolvem no caso Master. Para ela, o magistrado não tem condições de assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) no próximo ano.
"O ministro, seja afastado ou não, está com a sua reputação irremediavelmente perdida", afirmou Eliana durante participação no News Noite desta quarta-feira (16).
🚨URGENTE - Lula diz que a Igreja Católica vai enfrentar dificuldades se não acabar com o celibato e permitir que mulheres sejam padres
"Mulher pode ser o que ela quiser. E é isso que faz com que a lgreja evangélica tenha crescido tanto no Brasil."
Paulo Gonet, Procurador-Geral da República, tem reputação ilibada e vida pública de lisura insuspeita. Isso nunca foi objeto de disputa: é reconhecido em todos os espectros, por quem concorda e por quem discorda dele. Mesmo assim, teve a honra injustamente manchada pelo levantamento do sigilo de conversas que nada de ilícito retratavam. E, naquele exato momento, o estrago à reputação já estava feito. Ninguém desfaz manchete com reparo tardio em plenário.
Ainda assim, assistimos na terça-feira a uma cena lamentável. Em plenário, o próprio relator reconheceu, em alto e bom som, a lisura da conduta de Gonet e admitiu que nada havia contra ele. Nada. Então por que expor? Quem atesta a honra de alguém só depois de tê-la arrastado pela praça pública não está corrigindo um erro: está confessando que ele era evitável.
E não foi só isso. A intenção de lucrar politicamente com o episódio ficou escancarada quando o relator fez publicar vídeo nas redes sociais agradecendo o apoio popular. Apoio a quê, exatamente? A um ato que ele mesmo admitiu não ter fundamento contra a pessoa exposta? Quem age assim não é magistrado imparcial: é boneco de campanha, um pixuleco eleitoral.
Já vimos esse filme. Na Lava Jato, Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método. A ideia era sempre criar o fato consumado antes da ação penal, colher os dividendos políticos e deixar a defesa correndo atrás de um julgamento que a opinião pública já havia feito. Linchamento coletivo serve para esvaziar o direito de defesa e enterrar a presunção de inocência.
E, como na Lava Jato, a hora nunca é ao acaso. Lá, sigilos caíam a poucas semanas das eleições. Aqui, o levantamento apareceu às vésperas do 7 de Setembro, para inflar as ruas, arrancar dividendos políticos, sujar reputações e intimidar quem se opõe a esse método. No fundo, o alvo é o direito de defesa de pessoas contra as quais esses agentes nutrem algo que se parece muito mais com vingança do que com justiça.
Instituição séria respeita o devido processo desde o primeiro ato.
A Paulo Gonet, minha integral solidariedade. O Brasil e as instituições são devedores da coragem, da seriedade e da correção de homens como ele.