O genocídio que não interessa.
Enquanto o mundo corre para escolher as causas da moda, cristãos são perseguidos, massacrados e apagados do mapa em silêncio.
Na Nigéria, jihadistas invadem aldeias, queimam igrejas, matam homens e raptam mulheres para violar em grupo ou forçá‑las a casar com os seus agressores. Comunidades inteiras vivem sob terror diário.
No Paquistão, cristãs são raptadas, convertidas à força e entregues a muçulmanos. No Afeganistão, ser cristão é sentença de morte. Na Síria, no Sudão e no Congo, comunidades cristãs estão a desaparecer.
E o Ocidente? Cala‑se.
As instituições europeias, a ONU e os líderes políticos que tanto se gabam de defender os direitos humanos olham para o outro lado. A comunicação social, por sua vez, decide o que o público pode ver. Silencia massacres como este, filtra as notícias e molda a perceção das pessoas, mostrando apenas a narrativa que lhes interessa e omitindo a realidade que incomoda.
É o silêncio cúmplice que abre as portas ao extremismo islâmico, aquele que, a médio prazo, destruirá o próprio Ocidente que hoje o protege.
A indiferença de hoje é a tragédia de amanhã, e a história não perdoa quem vê e decide não agir.
Nas tempestades, o Estado falhou em tudo, agora que estão a chegar os incêndios, o Estado já está a falhar. Numa coisa temos a certeza de que Montenegro está a trabalhar: no falhanço a toda a linha.
@pcarvalho_ch
Mais um salvador da segurança social.
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