Duvido que vc pare de ver este vídeo antes do final. Esse é o tipo de vídeo que se vc começa a ver, vc fica preso até acabar. Jovem correndo da polícia na Inglaterra. Não vou dar mais spoiler, veja.
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Após cerca de cinco anos, chegou ao fim o assédio judicial promovido por Alexandre Kalil contra mim.
Ele foi condenado ao pagamento das custas processuais por ter movido o sistema de justiça penal em vão.
Ele não aceitou que eu não queria mais trabalhar com ele.
Preciso contar o que realmente aconteceu.
Quando pedi exoneração da Prefeitura de Belo Horizonte, em 31 de agosto de 2021, eu menti. Disse que queria estudar, cuidar da saúde, buscar novos rumos. Cheguei a elogiar publicamente o prefeito.
Logo depois, fui para a Alemanha e para o Reino Unido. Dizia que estava descansando.
Não estava.
Estava com medo.
Minha mãe interrompeu sua rotina para ir atrás de mim, trabalhando remotamente. Ela não queria que eu ficasse sozinho naquele momento.
No dia 28 de setembro de 2021, eu estava no Museu Pergamon, em Berlim, quando recebi uma ligação avisando que uma pessoa ligada a mim estava sendo coagida a agir contra um amigo meu.
Depois, já na Escócia, recebi outra ligação, de alguém da Prefeitura de Belo Horizonte. O tom era de ameaça. A mensagem era clara: eu deveria evitar o conflito.
No aniversário do meu pai, em 8 de outubro de 2021, a pedido dele, liguei para Kalil propondo uma trégua. Ele concordou. Horas depois, descumpriu o combinado ao vivo na Rádio Itatiaia.
Antes que me acusassem de qualquer coisa, fui eu próprio ao Conselho de Ética da Prefeitura apresentar minhas denúncias. O resultado foi um procedimento baseado em informações distorcidas e vazadas irregularmente.
Três pessoas que mentiram naquele processo depois assinaram acordo de não persecução penal com o Ministério Público, acordo que envolve confissão.
Já no Rio de Janeiro, participei de uma acareação on-line e reconheci o nome de um advogado que eu havia ouvido ser citado como alguém que “acabaria com a minha vida”.
Para me defender, tornei pública uma gravação de conversa com o então prefeito.
Tudo isso teve custo político, pessoal, profissional e reputacional.
Hoje, estou absolvido de todas, repito, TODAS as acusações.
Depois de anos de perseguição judicial, desejo apenas paz.
Que ele me deixe em paz.
Que eu nunca mais o veja.
E que essa história finalmente termine.
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Durante a votação, as luzes do plenário chegaram a ser desligadas, obrigando parte dos trabalhos a prosseguir em condições improvisadas.
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A votação ocorreu menos de um ano após os vereadores aprovarem, em dois turnos, um reajuste de 9,42%. Em dezembro 2024, a Casa já havia dado sinal verde a uma majoração de 44%.
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