A prova viva de que a meritocracia NÃO EXITE.
Enquanto alguns indivíduos brilhantes são obrigados a desistirem de seus projetos de vida/carreira, outros seres medíocres nascidos em berço de ouro vivem no luxo e desperdiçam suas vidas com coisas fúteis.
Triste.
Toda vez que eu penso na obliteração das montadoras """nacionais""" eu me sinto bem e feliz
Toda desgraça é pouco pra quem passou 6 décadas pedindo subsídio pra entregar um Kwid por 80k
OBRIGADO CHINA
@plocsocial Verdade até se tornar padre os homens passam pelo seminário, tem que fazer faculdade de teologia pelo menos (pq sobre história tbm pode ser parte) e a igreja católica é organizada e sua função é falar Cristo, Deus,Salvação da alma e não pregar teologia da prosperidade.
Não eram reféns. Eram SOLDADOS, CRIMINOSAS DE GUERRA ISRAELENSES, que foram feitas prisioneiras de guerra por seus crimes contra crianças palestinas.
Quem sabe quantas crianças mais elas não irão vitimar no Brasil?
O machismo é algo doentio, perverso e mau, simplesmente o cara do vídeo deu nota baixa pra sua ex pq ela faleceu e deixou os filhos pra ele criar.
Pode isso?
@fernandapsol Concordo. E deveriam criar uma lei pra que conselho tutelar fosse formado por pessoas com formação em psicopedagogia. Chega de crente que passa pano pra abusador
TRAGÉDIA NO TOCANTINS: Morte do menino Gustavo, onde o principal suspeito é o próprio pai. Essa tragédia reforça a urgência de revogar a Lei da Alienação Parental. Criada para proteger o direito à convivência familiar, a lei tem sido usada, na maioria dos casos, para desqualificar denúncias de violência e ignorar sinais claros de medo e sofrimento manifestados por crianças.
Nenhuma lei pode estar acima do melhor interesse da criança. Quando uma criança relata violência ou pede para não ser entregue a um responsável, esses sinais precisam ser levados a sério.
Por isso, nosso mandato, junto com as deputadas @samiabomfim e @vivireispsol , é autor do projeto que revoga a Lei da Alienação Parental, com objetivo de fortalecer a proteção às crianças. A proposta foi aprovada na CCJ da Câmara, onde a extrema direita tentou interromper a tramitação da matéria entrando com recurso. Agora o texto está parado no Senado.