O cara faz dos rins coração pra sobreviver sem ninguem atrapalhar, daí vem o fdp do criminoso e leva o unico bem do cara, e ainda tem candidato a presidencia chamado Lula, PAU NO CU que defende bandido
Olá boa tarde!
Daqui fala o Francisco João Domingos(JPrivado) angolano residente em Brasília a mais de 9 anos.
O motivo de eu estar mandando esse e-mail é para denunciar uma ameaça e perseguição que sofremos por parte de agente do GSI e Abin ontem durante o encontro do presidente Luis Inácio Lula da Silva e o presidente angolano em Brasília.
Temos imagens e videos de um senhor que saiu dentro da Palácio do Planalto a nos perseguir para todos os lugares onde íamos e de um outro agente da abin ou GSI nos ameaçando de deportação a mando Do Lula. Por favor precisamos de ajuda. Esse é o meu WhatsApp para mais detalhes. 61991114629
@JoaquinTeixeira@Xgordaoucrania@DamaDeFerroTV@CNNBrasil@cnnbrk@tvglobo@euleodias@RevistaISTOE@revistaoeste@folha@ggreenwald@recordtvoficial@GloboNews@nikolas_dm@GayerGus@deltanmd
@Como_Tanka
@misteriouspavao
#REFLEXÃO | Imagine uma Angola onde ninguém é tão rico que se ache dono do país, nem tão pobre que precise se humilhar para conseguir comer ou tratar da saúde. Esse era o sonho de Rousseau, um filósofo do século XVIII, mas continua a ser um grito de justiça que ressoa até hoje entre nós.
Rousseau dizia que a verdadeira igualdade não é apenas aquela escrita na Constituição, dizendo que “todos são iguais perante a lei”. A verdadeira igualdade exige que nenhum cidadão tenha tanto poder que possa comprar consciências, nem tamanha carência que aceite ser comprado.
Na nossa realidade angolana, ainda vemos o dinheiro calar a verdade e a fome silenciar milhões. Vemos crianças fora da escola, jovens sem oportunidades, e bairros onde os direitos básicos nunca chegaram. E, no entanto, a promessa da independência era de um país para todos.
É por isso que Rousseau continua actual: porque ele nos lembra que a desigualdade não é natural, é fabricada por um sistema que protege os privilegiados e abandona os esquecidos. E cabe a nós, povo, exigir que a lei, a política e os governantes trabalhem para reequilibrar essa balança.
Igualdade em Angola não significa que todos tenham o mesmo carro ou a mesma casa. Significa que ninguém precise vender a sua alma por um prato de comida. Que todas as vozes sejam ouvidas e todas as vidas, respeitadas.
Angolan immigration authorities are holding up and denying entry into Angola for me and a delegation of more than twenty senior leaders and representatives of political parties from across southern Africa who arrived in Luanda earlier today for a planned two day meeting.
The group includes a sitting First Vice President from Tanzania; a former President of Botswana; a former Prime Minister of Lesotho and a host of senior political leaders and delegates from Kenya, Sudan, Tanzania, South Africa, Namibia, Eswatini, Lesotho, Germany, USA, Uganda, DRC and Mozambique.
Angolans and Tanzanians are a brotherly people. Tanzania hosted Dr. Antonio Agostinho Neto and his MPLA fighters in the early years of their independence struggle. We supported Angola through thick and thin during the apartheid South African regime's occupation of Southern Angola in the '70s and '80s.
Like Angola, Tanzania is a SADC member state and, as such, we Tanzanians don't need visa to enter Angola.
This shabby treatment of the nationals of brotherly African nations by the Angolan immigration authorities is totally unacceptable and should be condemned in the strongest possible terms.
QUEM É O HOMEM QUE ACOLHEU VENÂNCIO MONDLANE?
O homem que acolheu VM7 no Botswana é Ian Khama, filho do primeiro presidente do Botswana, Seretse Khama:
1 - A esposa do primeiro presidente do Botswana era uma mulher linda e britânica, e por isso, Ian Khama nasceu no Reino Unido.
2 - Seretse Khama, primeiro presidente do #Botswana, foi um dos poucos, senão o único pan-africanista, que se identificava como liberal e trabalhou incansavelmente na implementação de uma democracia liberal no Botswana.
3 - Hoje, o Botswana é simplesmente uma das maiores democracias do mundo, a par de países nórdicos como #Noruega, #Islândia, #Suécia, #Finlândia e #Dinamarca.
4 - Ian Khama, o homem que acolheu VM7, também teve a sorte de ser eleito e serviu como presidente do Botswana de 2008 a 2018.
5 - Antes de ingressar na política, Ian Khama teve uma carreira militar notável, chegando mesmo ao posto de general no exército do Botswana.
6 - Após deixar a presidência, Ian Khama enfrentou tensões políticas com o seu sucessor, Mokgweetsi Masisi, e abandonou o Partido Democrático do Botswana (BDP), fundado pelo seu pai.
7 - Ian Khama é um crítico das ditaduras da #SADC, principalmente do regime do #Zimbábue.
8 - Aliás, Ian Khama é apontado como o mentor da coligação que derrubou o partido do seu próprio pai, após 50 anos no poder—coligação liderada por Duma, o esquerdista e atual presidente do Botswana.
9 - Ou seja, no fundo, Ian Khama é uma voz autorizada para dar algumas "dicas" ao VM7 sobre como derrubar um regime que governa há 50 anos.
10 - O único problema é que Ian Khama aplicou a sua estratégia no Botswana, um país democrático, enquanto Moçambique ainda vive à sombra do comunismo soviético.
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“E até lá, estou-me nas tintas”.
Ontem iniciamos a nossa jornada de trabalho no leste do país, passando por Xá-Muteba e Cafunfo, na província da Lunda-Norte. Dormimos em Cafunfo, junto do povo, e dialogamos com diversos líderes da sociedade civil. Partilhamos ideias, mas, acima de tudo, ouvimos. Uma região de riqueza cultural e natural, mas onde, infelizmente, a dignidade do povo ainda é negada. Só unidos podemos transformar essa realidade.
É hora de abandonar abordagens autoritárias e adoptar estratégias colaborativas, envolvendo os sectores públicos e privado, a sociedade civil e especialistas em economia. Somente com um diálogo construtivo e uma visão de longo prazo será possível superar a crise e construir uma Angola próspera e sustentável.